<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958</id><updated>2012-01-28T15:28:02.375-08:00</updated><category term='Antevéspera'/><category term='Blocos On Line'/><title type='text'>Poesia em Blog</title><subtitle type='html'>RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>255</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-1954608165149892601</id><published>2012-01-23T16:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T17:37:28.091-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mayo&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ainda bem que nunca te encontrei&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;andando por aí, distraidamente,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;pois esse raio de sol na sua face&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;é capaz de fazer a minha vida virar&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;e ganhar um sentido só seu.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Robson Ribeiro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-1954608165149892601?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1954608165149892601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1954608165149892601&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1954608165149892601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1954608165149892601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2012/01/um-dia-ainda-bem-que-nunca-te-encontrei.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7690753717588445099</id><published>2012-01-22T16:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-22T16:10:56.773-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A última entrevista de Guimarães Rosa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;Uma preciosidade histórica da língua portuguesa: a entrevista realizada pelo escritor e jornalista português Arnaldo Saraiva, em 24 de novembro de 1966. Guimarães Rosa morreria menos de um ano depois de tê-la concedido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.advivo.com.br/node/749139" target="_blank"&gt;http://www.advivo.com.br/node/749139&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Arnaldo Saraiva&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="" name="more" style="color: #333333; text-decoration: underline;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;Eis o homem. O homem que em menos de 20 anos, com sua prosa, seu estilo, sua literatura — sem os favores profissionais da medicina, que pode dar saúde mas ainda não deu gênio (cf. alguns prêmios Nobel), conquistou o Brasil, Portugal, a Alemanha, a Itália, os Estados Unidos, o mundo, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repara no corpo: mau grado as ligeiras ameaças de obesidade, parece atleta, cavaleiro que foi, ou de bandeirante, que da língua é. Vê como está sobriamente elegante, distinto, sorridente, calmo, aristocrata, como convém a um embaixador (ou não estivéssemos num salão do Itamarati). Mas nada da pose ou dos gestos artificiais com que outros tentam iludir a mediocridade. Quem esperou quase quarenta anos para publicar o primeiro livro, ou quem avançou sozinho pelos grandes sertões da língua, não precisa ter pressa nem pedir emprestado um corpo, uma casaca, máscaras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá está o lacinho (ou gravata-borboleta, meu chapa?) simetricamente impecável, fazendo pendant com os óculos claros, tão claros que ainda esclarecem mais os olhos sempre inquiridores, atentos. E é curioso como um mineiro de Cordisburgo, a dois passos (brasileiros) da Ita­­bira de Drum­mond, gosta, ao contrário deste (à primeira vista), de falar, de con­tar, de ser ouvido. Até nisso parece grande o seu amor à língua. Mal me sentei, já ele me começou a falar de Portugal e de escritores portugueses...&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;Estive em Portugal três vezes. Na primeira, em 1938, passei lá apenas um dia; ia a caminho da Alemanha. Na segunda, em 1941, passei lá quinze dias, em cumprimento de uma missão diplomática que me fora confiada em Ham­­burgo. Na terceira, em 1942, passei um mês, pois estava já de regresso ao Brasil, por causa da guerra.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Durante essas estadas, travou relações ou conhecimentos com alguns escritores?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Até porque eu ainda não era “escritor” (“Sagarana”, com efeito, só foi publicado em 1946) e o que me interessava mais era contatar com a gente do povo, entre a quais fiz algumas amizades. Gosto mui­to do português, sobretudo da sua integridade afetiva. O brasileiro também é gente muito boa, mas é mais superficial, é mais areia, enquanto o português é mais pedra. Eu tenho ainda uma costela portuguesa. Minha família do lado Gui­marães é de Trás-os-Montes. Em Minas o que se vê mais é a casa minhota, mas na região em que eu nasci havia uma “ilha” transmontana.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Mas não chegou a conhecer Aquilino?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci Aquilino (Aquilino Ribeiro), mas acidentalmente. Eu entrei numa livraria, não sei qual, do Chiado (presumo que a Bertrand) e, quando pedi al­guns livros dele, o empregado per­guntou-me se eu queria co­nhecê-lo, pois estava ali mesmo. Respondi que sim, e desse modo obtive dois ou três autógrafos de Aquilino, com quem conversei alguns instantes. Voltei a estar com ele, mais tarde, num jantar que lhe foi oferecido enquanto de sua vinda ao Brasil. Mas ele, naturalmente, não se recordava de mim (porque eu não me apresentara como escritor), e eu também não lhe falei do assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Não sabe que, justamente numa crônica motivada pela sua ida ao Brasil, Aquilino colocou o seu nome, logo em 1952, ao lado dos de José Lins do Rego, Gilberto Freyre, Graciliano Ramos, Manuel Bandeira, Jorge de Lima e Agripino Grieco, que, segundo ele, eram os "notáveis escritores e poetas" que estavam a "encostar a pena contra a lava" que ia no Brasil "sepultando prosódia e morfologia da língua-mater"? Eu creio mesmo que é essa uma das primeiras referências ao seu nome, em Portugal...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sabia dessa curiosa referência do Aquilino. Antes dessa, porém, há uma referência a mim numa publicação do Consulado do Porto, de 1947, feita por não sei quem. Sei de outra referência feita, anos depois, salvo erro, por um irmão de José Osório de Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Voltando a Aquilino: acha que recebeu alguma influência dele? Já, pelo menos, um crítico, o mineiro Fábio Lucas, notou alguns “pontos de contato nada desprezáveis” entre a sua obra e a de Aquilino.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto de Aquilino, sobretudo da “Aventura Maravilhosa”, mas não creio que dele tenha recebido alguma influência, a não ser na medida em que sou influenciado por tudo o que leio. A verdade é que antes de 1941 só conhecia de Aquilino um ou dois trechos, co­mo infelizmente ainda hoje sucede em relação à quase totalidade dos escritores portugueses vivos. E, como sabe, “Sagarana”, foi escrito em 1937.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Um garçom do Itamarati entra com um copo de água, e pergunta se precisa mais alguma coisa. Guimarães Rosa agradece e diz: Vá com Deus, como se fosse um beirão ou um transmontano. Mais uma razão, portanto, para eu prosseguir: Como encara ou explica o enorme prestígio de que goza nos meios intelectuais e universitários portugueses?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação a mim, houve por aqui (no Brasil) muitos equívocos, que ainda hoje não desapareceram de todo e que, curiosamente, ao que parece, não houve em Por­tugal. Pensaram alguns que eu inventava palavras a meu bel-prazer ou que pretendia fazer simples erudição. Ora o que sucede é que eu me limitei a explorar as virtualidades da língua, tal como era falada e entendida em Minas, região que teve durante muitos anos ligação direta com Portugal, o que explica as suas tendências arcaizantes para lá do vocabulário muito concreto e reduzido. Talvez por isso que ainda hoje eu tenha verdadeira paixão pelos autores portugueses antigos. Uma das coisas que eu queria fazer era editar uma antologia de alguns deles (as antologias que existem não são feitas, como regra, segundo o gosto moderno), como Fernão Mendes Pinto, em quem ainda há tempos fui descobrir, com grande surpresa, uma palavra que uso no “Grande Sertão”: amouco. E vou dizer-lhe uma coisa que nunca disse a ninguém: o que mais me influenciou, talvez, o que me deu coragem para escrever foi a” História Trágico-Marítima” (coleção de relatos e notícias de naufrágios, acontecidos aos navegadores portugueses, reunidos por Ber­nardo Gomes de Brito e publicados em 1735). Já vê, por aqui, que as minhas “raízes” es­tão em Portugal e que, ao contrário do que possa parecer, não é grande a distância “linguística” que me se­para dos portugueses.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Eu penso até que na imediata e incondicional adesão portuguesa a Gui­marães Rosa há muito de transferência sublimada de uma frustração linguística nossa, coletiva, que vem pelo menos desde Eça. Mas não nos desviemos. Admira-me muito que não tenha citado ne­nhum livro de ca­valaria, nem ne­nhuma novela bu­cólica, pois pensava que deles e delas havia diversas ressonâncias na sua obra, sobretudo no “Gran­de Sertão: Veredas”...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, li muitos livros de cavalaria quando era menino, e, por volta dos 14 anos, entusiasmei-me com Ber­nardim (Bernardim Ri­beiro), e depois até com Camilo. Ainda continuo a gostar de Ca­milo, mas quem releio permanentemente é Eça de Queiroz (quando tenho uma gripe, faz mesmo parte da convalescença ler “Os Maias”; este ano já reli quase todo “O Crime do Padre Amaro” e parte da “Ilustre Casa de Ramires”). Camilo, leio-o como quem vai visitar o avô; Eça, leio-o como quem vai visitar a amante. Quando fui a Portugal pela primeira vez, eu só queria comidas ecianas (que gostosura, aquele jantar da Quinta de Tormes). Aliás deixe-me que lhe diga que me torno muito materialista quando penso em Portugal; penso logo nos bons vinhos, nas excelentes comidas que há por lá. E talvez seja também por isso que se há um país a que eu gostaria de voltar é Portugal...&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;... que, naturalmente, o receberá de braços abertos, em festa. Mas permita-me ainda uma pergunta: como “enveredou” - e penso que a palavra se ajusta bem ao seu caso - pelo campo da “invenção linguística?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando escrevo, não pen­so na literatura: penso em capturar coisas vivas. Foi a necessidade de capturar coisas vivas, junta à minha repulsa física pelo lugar-comum (e o lugar-comum nunca se confunde com a simplicidade), que me levou à outra necessidade íntima de enriquecer e embelezar a língua, tornando-a mais plástica, mais flexível, mais viva. Daí que eu não tenha nenhum processo em relação à criação linguística: eu quero aproveitar tudo o que há de bom na língua portuguesa, seja do Brasil, seja de Portugal, de Angola ou Mo­çambique, e até de outras línguas: pela mesma razão, recorro tanto às esferas populares como às eruditas, tanto à cidade como ao campo. Se certas palavras belíssimas como “gramado”, “aloprar”, pertencem à gíria brasileira, ou como “malga”, “azinhaga”, “azenha” só correm em Por­tugal — será essa razão suficiente para que eu as não empregue, no devido contexto? Porque eu nunca substituo as palavras a esmo. Há muitas palavras que rejeito por inexpressivas, e isso é o que me leva a buscar ou a criar outras. E faço-o sem­pre com o maior respeito, e com alma. Respeito muito a língua. Escrever, para mim, é como um ato religioso. Tenho montes de cadernos com relações de palavras, de expressões. Acompanhei muitas boiadas, a cavalo, e levei sempre um ca­derninho e um lápis preso ao bolso da camisa, para anotar tudo o que de bom fosse ouvido — até o cantar de pássaros. Talvez o meu trabalho seja um pouco arbitrário, mas se pegar, pegou. A verdade é que a tarefa que me impus não pode ser só realizada por mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;Guimarães Rosa vai buscar uma fotografia para me mostrar onde levava o caderninho de notas, nas boiadas: vai buscar uma pasta com a correspondência com um seu tradutor norte-americano, para me mostrar as dúvidas e dificuldades deste, e o trabalho, a seriedade e a minúcia com que as vai resolvendo uma por uma (escrevendo, ele próprio, preciosas autoanálises estilísticas ou considerações filológicas). E, entretanto, vai-me fazendo outras confissões interessantes. Por exemplo:&amp;nbsp; “gosto das traduções que filtram. Da tradução italiana do Cor­po de Baile gosto mais do que do original.” Ou: “Estou cheio de coisas para escrever, mas o tempo é pouco, o trabalho é lento, lambido, e a saúde também não é muita.” Ou: “Não faço vida literária: como regra, saio daqui e vou para casa, onde trabalho até tarde.” Ou: “No próximo ano, vou publicar um livro ainda sem título, com 40 estórias” (que têm aparecido quinzenalmente, no jornal dos médicos “O Pulso”, onde frequentemente aparecem também cartas ou a atacá-lo ou a defendê-lo ferozmente). Ou ainda: “eu não gosto de dar, nem dou entrevistas. Tenho sempre a sensação de que não disse o que queria dizer, ou que disse mal o que disse, ou que criei maior confusão; e não estou assim tão seguro do que procuro e do que quero. Com você abri uma exceção...”.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; margin-bottom: 0.9em; margin-top: 0.5em; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Entrevista realizada pelo escritor e jornalista Arnaldo Saraiva, em 24 de novembro de 1966. Publicada no livro “Conversas com Escritores Brasileiros”, editora ECL em parceria com o Congresso Portugal-Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7690753717588445099?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7690753717588445099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7690753717588445099&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7690753717588445099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7690753717588445099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2012/01/ultima-entrevista-de-guimaraes-rosa-uma.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7727963182380126495</id><published>2012-01-15T17:49:00.001-08:00</published><updated>2012-01-15T17:49:30.838-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="background: #FFF9EE; color: #222222; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.5pt; line-height: 115%;"&gt;[Sem título]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="background: #FFF9EE; color: #222222; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="background: #FFF9EE; color: #222222; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.5pt; line-height: 115%;"&gt;Viver um amor em segredo é ter nos bolsos,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: #FFF9EE;"&gt;a qualquer tempo,&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: #FFF9EE;"&gt;um arco-íris para usar em dias cinzentos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background: #FFF9EE;"&gt;e algumas horas de esticar entardecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="background: #FFF9EE;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 11.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="background: #FFF9EE;"&gt;Robson Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7727963182380126495?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7727963182380126495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7727963182380126495&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7727963182380126495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7727963182380126495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2012/01/sem-titulo-viver-um-amor-em-segredo-e.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-3955957520246674713</id><published>2012-01-15T16:11:00.000-08:00</published><updated>2012-01-15T16:11:57.823-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="background-color: white; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; word-break: break-word; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;DICA DE TEATRO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="background-color: white; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; word-break: break-word; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="background-color: white; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; word-break: break-word; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Chagall - CCBB RJ&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="background-color: white; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center; word-break: break-word; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a ajaxify="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=256555064411170&amp;amp;set=a.160941120639232.39834.160517634014914&amp;amp;type=1&amp;amp;ref=nf&amp;amp;src=https%3A%2F%2Ffbcdn-sphotos-a.akamaihd.net%2Fhphotos-ak-snc7%2F406668_256555064411170_160517634014914_636094_1512898104_n.jpg&amp;amp;theater&amp;amp;size=960%2C637" class="uiPhotoThumb largePhoto" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:41}" href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=256555064411170&amp;amp;set=a.160941120639232.39834.160517634014914&amp;amp;type=1&amp;amp;ref=nf" rel="theater" style="border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); 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As cenas passeiam pelo olhar encantado do artista desde a infância e adolescência até sua consagração como Marc Chagall, nos anos 20 do século XX.Texto: Eduardo Rieche.  Direção: João Batista.  Encenação: Cia Dramaticidade Comédia.Duração: 60 min"&gt;&lt;img alt="" class="img" height="199px" src="https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc7/s320x320/406668_256555064411170_160517634014914_636094_1512898104_n.jpg" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-bottom: 3px; margin-left: 3px; margin-right: 3px; margin-top: 3px; max-width: 300px;" width="300px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="background-color: white; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; word-break: break-word; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="background-color: white; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; word-break: break-word; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;A peça conta a trajetória do menino que, ao ver uma criança na escola desenhando a forma humana, decide tornar-se pintor. As cenas passeiam pelo olhar encantado do artista desde a infância e adolescência até sua consagração como Marc Chagall, nos anos 20 do século XX.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;h6 class="uiStreamMessage" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:1}" style="background-color: white; font-weight: normal; line-height: 14px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; word-break: break-word; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Texto: Eduardo Rieche. Direção: João Batista. 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word-wrap: break-word;"&gt;&lt;span class="messageBody" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:3}"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Até 18 de março&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;" /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Sábados e domingos, às 16h&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;div class="mvm uiStreamAttachments clearfix" data-ft="{&amp;quot;type&amp;quot;:10}" style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px; margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; text-align: left; zoom: 1;"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3955957520246674713?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3955957520246674713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3955957520246674713&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3955957520246674713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3955957520246674713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2012/01/dica-de-teatro-chagall-ccbb-rj-peca.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2422401978264599312</id><published>2012-01-14T04:18:00.000-08:00</published><updated>2012-01-14T04:18:21.148-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;ARTE EM ANDAMENTO 2012&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" kba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-SYxfbpBHyEs/TxFxFXQN7AI/AAAAAAAAAYs/q5qwx_LSqYI/s1600/Arte+em+Andamento.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Informações:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: black; display: inline !important; float: none; font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 14px; orphans: 2; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A primeira edição do Arte em Andamento de 2012 será em homenagem aos poetas da Geração 60. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: black; display: inline !important; float: none; font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 14px; orphans: 2; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O sarau acontecerá na próxima segunda-feira,16/01, às 20h, na Livraria do Bardo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: black; display: inline !important; float: none; font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 14px; orphans: 2; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Endereço:&amp;nbsp;Avenida Rainha Elizabeth, 122 - Copacabana. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: black; display: inline !important; float: none; font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 14px; orphans: 2; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Levem seus poemas e instrumentos musicais, para que se faça uma linda festa das artes!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: black; display: inline !important; float: none; font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: 14px; orphans: 2; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Facebook: &lt;a href="https://www.facebook.com/pages/Arte-em-Andamento/145787902191846" target="_blank"&gt;https://www.facebook.com/pages/Arte-em-Andamento/145787902191846&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2422401978264599312?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2422401978264599312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2422401978264599312&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2422401978264599312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2422401978264599312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2012/01/arte-em-andamento-2012-informacoes.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SYxfbpBHyEs/TxFxFXQN7AI/AAAAAAAAAYs/q5qwx_LSqYI/s72-c/Arte+em+Andamento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-8996502493007453956</id><published>2012-01-14T04:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-14T04:04:26.341-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;A Ópera na Literatura - Uma Inútil Precaução&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: large;"&gt;CCBB - RJ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KbB8tqMGXpo/TxFtSJFJi8I/AAAAAAAAAYk/ecsUoIsVzow/s1600/img.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="109" kba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-KbB8tqMGXpo/TxFtSJFJi8I/AAAAAAAAAYk/ecsUoIsVzow/s320/img.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: #818f69; display: inline !important; float: none; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A proposta do projeto é falar sobre óperas compostas a partir de uma obra literária e as questões que envolvem sua conversão à dramaturgia lírica, levando em conta o que se transformou, ganhou ou perdeu na transposição da literatura para o palco. Serão expostas as dificuldades e o fascínio de dirigir o texto, agora revestido em música, desta que é considerada a mais complexa das obras de arte.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: #818f69; display: inline !important; float: none; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Informações&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: #818f69; display: inline !important; float: none; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Data: 31 de janeiro de 2012&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="-webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; color: #818f69; display: inline !important; float: none; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Idade recomendada:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Horário: Terça-feira, às 18h30&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Local: Auditório e 4º andar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Rua Primeiro de Março, 66 - Centro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Bilheteria: Terça a domingo, das 9h às 21h&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;elefone: (21) 3808-2020&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-size: xx-small;"&gt;Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia entrada)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-8996502493007453956?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/8996502493007453956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=8996502493007453956&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8996502493007453956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8996502493007453956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2012/01/opera-na-literatura-uma-inutil.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-KbB8tqMGXpo/TxFtSJFJi8I/AAAAAAAAAYk/ecsUoIsVzow/s72-c/img.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-1686690891334929907</id><published>2012-01-10T18:38:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T18:38:10.320-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;"A tarde talvez fosse azul,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;não houvesse tantos desejos."&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Carlos Drummond de Andrade in Poema de Sete Faces&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-1686690891334929907?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1686690891334929907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1686690891334929907&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1686690891334929907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1686690891334929907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2012/01/tarde-talvez-fosse-azul-nao-houvesse.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2932521710159565488</id><published>2011-12-13T11:57:00.000-08:00</published><updated>2011-12-13T11:57:12.758-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h2 class="review_title" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O leitor, onde está o leitor?&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;O Brasil não produz livros “demais”, o Brasil produz leitores de menos&lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;Recomendo a leitura desse texto do escritor Afonso Romano de Sant´anna, publicado em:&lt;/h4&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://rascunho.gazetadopovo.com.br/o-leitor-onde-esta-o-leitor/"&gt;http://rascunho.gazetadopovo.com.br/o-leitor-onde-esta-o-leitor/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2932521710159565488?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2932521710159565488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2932521710159565488&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2932521710159565488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2932521710159565488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/12/o-leitor-onde-esta-o-leitor-o-brasil.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-8265514825758274747</id><published>2011-12-05T10:49:00.001-08:00</published><updated>2011-12-05T10:49:59.746-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JxzQrXbDGhA/Tt0SPzomLlI/AAAAAAAAAYM/mzcuXVog880/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-JxzQrXbDGhA/Tt0SPzomLlI/AAAAAAAAAYM/mzcuXVog880/s400/untitled.bmp" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-8265514825758274747?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/8265514825758274747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=8265514825758274747&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8265514825758274747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8265514825758274747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/12/blog-post.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-JxzQrXbDGhA/Tt0SPzomLlI/AAAAAAAAAYM/mzcuXVog880/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6439097111355455342</id><published>2011-11-28T07:55:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T07:55:29.058-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; 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text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;FORMA E SENTIDO CONTEMPORÂNEO 2011 - JOSÉ MIGUEL WISNIK&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;PARTE 1&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.formaesentido.com.br/FORMAESENTIDO.html"&gt;http://www.formaesentido.com.br/FORMAESENTIDO.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-5f5ae21e68f7ab17" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5f5ae21e68f7ab17%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330056189%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D56C9F321AF3D23899764810188BA8F0EE57EA8C9.32FE5B4631F0CEC9947AB1FEF9484D6E5CD2C96F%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5f5ae21e68f7ab17%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DWf7yAqoMy02kHkh_uy4QGepiF50&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5f5ae21e68f7ab17%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1330056189%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D56C9F321AF3D23899764810188BA8F0EE57EA8C9.32FE5B4631F0CEC9947AB1FEF9484D6E5CD2C96F%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5f5ae21e68f7ab17%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DWf7yAqoMy02kHkh_uy4QGepiF50&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3386933730612828634?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3386933730612828634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3386933730612828634&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3386933730612828634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3386933730612828634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/forma-e-sentido-contemporaneo-2011-jose.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-1584355740306939322</id><published>2011-11-23T18:20:00.000-08:00</published><updated>2011-11-23T18:20:28.197-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; 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text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NGsZS8zdgW0/TsvOm_26GyI/AAAAAAAAAX0/5LK36hhcBm0/s1600/dest1045gr.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="230" src="http://2.bp.blogspot.com/-NGsZS8zdgW0/TsvOm_26GyI/AAAAAAAAAX0/5LK36hhcBm0/s400/dest1045gr.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;“O humor no jornalismo” é tema de abertura do último Ciclo de Conferências da ABL&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Academia Brasileira de Letras promove o último Ciclo de Conferências de 2011, intitulado “O humor na cultura”, e contará com a presença de Ziraldo falando sobre “Humor no jornalismo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jornalista, escritor, cartunista, ilustrador, artista gráfico, humorista, dramaturgo, Ziraldo chegou ao Rio de Janeiro em 1949 e foi trabalhar numa agência de publicidade, a McCann Erikson.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltou em 1952 para Minas e em 1957, formou-se em Direito, embora não exerça a função. Em 1958, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro e se transformou num dos cartunistas mais conhecidos do país, com trabalhos publicados em várias revistas internacionais, e num artista gráfico reconhecido profissionalmente em todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Academia Brasileira de Letras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Av. Presidente Wilson 203, Castelo &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rio de Janeiro - RJ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tel: (21) 3974-2500&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:academia@academia.org.br"&gt;academia@academia.org.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7700601038590317890?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7700601038590317890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7700601038590317890&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7700601038590317890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7700601038590317890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/o-humor-no-jornalismo-e-tema-de.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;GALERA, HOJE É O ÚLTIMO DIA DE VOTAÇÃO DO PRÊMIO TOPBLOG!!!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;PARA QUEM AINDA NÃO VOTOU NO POESIA EM BLOG, A HORA É AGORA!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;PARA QUEM JÁ VOTOU, AINDA DÁ TEMPO DE PEDIR O VOTO&amp;nbsp;AOS AMIGOS!!!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;Lembrando que para votar basta acessar o link abaixo, preencher nome e endereço eletrônico, e confirmar o voto através do e-mail que será enviado pelo site! &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.topblog.com.br/2011/index.php?pg=busca&amp;amp;c_b=346387"&gt;http://www.topblog.com.br/2011/index.php?pg=busca&amp;amp;c_b=346387&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;Um grande abraço!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3676568676066673745?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3676568676066673745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3676568676066673745&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3676568676066673745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3676568676066673745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/galera-hoje-e-o-ultimo-dia-de-votacao.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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/&gt;mas o que é isso, poesia?&lt;br /&gt;Muita resposta vaga&lt;br /&gt;já foi dada a essa pergunta.&lt;br /&gt;Pois eu não sei e não sei e me agarro a isso&lt;br /&gt;como a uma tábua de salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Wislawa Szymborska*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tradução: Regina Przybycien&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;a href="http://revistamododeusar.blogspot.com/2008/11/wislawa-szymborska.html"&gt;http://revistamododeusar.blogspot.com/2008/11/wislawa-szymborska.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-4080719547041616013?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/4080719547041616013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=4080719547041616013&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4080719547041616013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4080719547041616013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/alguns-gostam-de-poesia-alguns-ou-seja.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5902454547102785104?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5902454547102785104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5902454547102785104&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5902454547102785104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5902454547102785104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/antevespera-ja-procurei-pelo-quarto-nos.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6193173299988135732</id><published>2011-11-17T02:07:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T02:43:35.746-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>[Sem título]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias desfolham-se, rápidos,&lt;br /&gt;como beijos na face.&lt;br /&gt;Enquanto você passa por aqui,&lt;br /&gt;e de alguma forma,&lt;br /&gt;sequestra todas as cores possíveis.&lt;br /&gt;A vida se repete,&lt;br /&gt;e das paisagens, onde já não me via,&lt;br /&gt;se fazem os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teu sorriso é um atalho para dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Ribeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6193173299988135732?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6193173299988135732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6193173299988135732&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6193173299988135732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6193173299988135732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/sem-titulo-os-dias-desfolham-se-rapidos.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-5281110448926898348</id><published>2011-11-15T07:57:00.000-08:00</published><updated>2011-11-15T07:57:14.180-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Um pouco de vazio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notei que há, pelas ruas,&lt;br /&gt;caminhos finitos.&lt;br /&gt;Mas na minha mente-imaginação&lt;br /&gt;fulguram saídas inesperadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviedades&lt;br /&gt;são os céus sob meus pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que me defendo&lt;br /&gt;na passagem desses dias azuis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Não&lt;br /&gt;acabados&lt;br /&gt;dias&lt;br /&gt;azuis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Ribeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5281110448926898348?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5281110448926898348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5281110448926898348&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5281110448926898348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5281110448926898348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/um-pouco-de-vazio-notei-que-ha-pelas.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-498767008253542189</id><published>2011-11-14T12:01:00.000-08:00</published><updated>2011-11-14T12:01:44.001-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>AO SEU MODO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em mim,&lt;br /&gt;sou eu mesmo.&lt;br /&gt;Sem cinismos.&lt;br /&gt;Sem mentiras.&lt;br /&gt;Sou menino,&lt;br /&gt;sou assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em ti,&lt;br /&gt;sou a esmo.&lt;br /&gt;Sou escravo.&lt;br /&gt;Fanatismo.&lt;br /&gt;Sou menino&lt;br /&gt;a aplaudir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Ribeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-498767008253542189?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/498767008253542189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=498767008253542189&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/498767008253542189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/498767008253542189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/ao-seu-modo-se-em-mim-sou-eu-mesmo.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2666424182776253383</id><published>2011-11-13T07:30:00.000-08:00</published><updated>2011-11-13T07:31:13.810-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Na face do dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um raio de sol lambe&lt;br /&gt;as quatro paredes do mundo&lt;br /&gt;e um rio de sorrisos transborda&lt;br /&gt;na face do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado da via&lt;br /&gt;você passa, eu a vejo&lt;br /&gt;e lá se vão lentamente&lt;br /&gt;todas as minhas certezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um raio de sol lambe&lt;br /&gt;as quatro paredes do mundo&lt;br /&gt;e um rio de sorrisos transborda&lt;br /&gt;na face do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do meu avesso&lt;br /&gt;um relógio trabalha em ritmo lento&lt;br /&gt;e o tempo se perde.&lt;br /&gt;Que unidade marca a medida da saudade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Ribeiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2666424182776253383?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2666424182776253383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2666424182776253383&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2666424182776253383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2666424182776253383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/na-face-do-dia-um-raio-de-sol-lambe-as.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-496438044197474412</id><published>2011-11-11T08:24:00.000-08:00</published><updated>2011-11-11T08:24:06.624-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Rodas de Leitura&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-d6NxA9pnpoM/Tr1MBHUmRdI/AAAAAAAAAWc/_nyr7uvX2L0/s1600/flyer-rodas-nov-2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" nda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-d6NxA9pnpoM/Tr1MBHUmRdI/AAAAAAAAAWc/_nyr7uvX2L0/s400/flyer-rodas-nov-2011.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;•21 de novembro de 2011 - Rimbaud por Claudio Willer – Surrealismo e Poesia no Barco Bêbado de Rimbaud&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto Rodas de Leitura é um evento pioneiro no trabalho de formar platéia para leitura e proporcionar ao público em geral um contato prazeroso com o mundo do livro e seus autores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma iniciativa&amp;nbsp;da Estação das Letras em parceira com a Fundação Biblioteca Nacional, com o apoio do Oi Futuro e patrocínio da Oi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idealizadora e Curadora: Suzana Vargas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Horário: A partir das 18h (senhas distribuídas 1 hora antes)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Local: Fundação Biblioteca Nacional ( Auditório Machado de Assis)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Rua México s/nº, Centro - Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-496438044197474412?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/496438044197474412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=496438044197474412&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/496438044197474412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/496438044197474412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/rodas-de-leitura-21-de-novembro-de-2011.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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No século 21, cinema e literatura podem aprofundar essa influência mútua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Braulio Tavares – Ensaísta, ficcionista, roteirista e compositor. Autor de um romance, contos, poesia e ensaios literários. Entre seus roteiros para o cinema estão A Pedra do Reino (2007), e Besouro (2008). Mantém uma coluna diária sobre cultura no Jornal da Paraíba, republicada em seu blog Mundo Fantasmo (mundofantasmo.blogspot.com).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16/11 – Artes Visuais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos, na atualidade, entre o neo-alguma coisa do passado e o pós-tudo. O hoje é o ontem; o amanhã, o anteontem. Ou: sempre que se proclama a morte da arte, ocorre um novo salto e a arte acumula forças para uma nova etapa, mais vital ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frederico Morais – Crítico e historiador de arte, audiovisualista, curador de quase uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Várias vezes premiado, foi titular da coluna de artes plásticas de O Globo. Publicou dezenas de livros, entre os quais Cronologia das artes plásticas no Rio de Janeiro: 1816-1994, Arte é o que eu e você chamamos arte e João Câmara: trilogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17/11 – Literatura &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a literatura chega ao século 21, quais suas características fundamentais, importância e perspectivas; um breve panorama sobre alguns nomes importantes que talvez ainda sejam lidos no século 22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelo Backes – escritor, professor, tradutor, crítico literário, doutor em germanística e romanística pela Universidade de Freiburg, Alemanha, é autor de Lazarus über sich selbst, maisquememória e Três traidores e uns outros, entre outros livros. Coordena a edição das obras de Schnitzler pela editora Record. Em 2010, recebeu a bolsa de escritor da Academia de Artes de Berlim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18/11 – Música&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerações sobre a música popular no século 21: formas de criação e de consumo; tendência à diversificação estilística e perda de hegemonia de determinadas tendências; ressignificação do conceito de MPB. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santuza Cambraia Naves – antropóloga, professora do Departamento de Sociologia e Política da PUC-Rio e pesquisadora de música popular. Além de vários ensaios acadêmicos sobre o tema, publicou os livros O violão azul: modernismo e música popular, Da bossa nova à tropicália; A MPB em discussão — entrevistas (em co-autoria com Frederico Oliveira Coelho e Tatiana Bacal), Velô, e Canção popular no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Datas: 14, 16, 17 e 18/11 – das 19 às 21h&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições em &lt;a href="http://bibliotecapopular.com.br/programacao/ficha-de-inscricao-eventos-de-novembro/"&gt;http://bibliotecapopular.com.br/programacao/ficha-de-inscricao-eventos-de-novembro/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;50 vagas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Local: Biblioteca Popular Municipal de Botafogo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Rua Farani, 53 - Botafogo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Tel: (21) 3235-3799&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5318163084607077817?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5318163084607077817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5318163084607077817&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5318163084607077817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5318163084607077817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/seminario-arte-no-horizonte-do-seculo.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7783067770440576307</id><published>2011-11-09T03:49:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T03:50:04.628-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Um Verso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me desperta no meio da noite&lt;br /&gt;para lhe escrever aquele verso esquecido.&lt;br /&gt;Tateio em meio ao estado sonolento&lt;br /&gt;e me vem o pensamento:&lt;br /&gt;Aquele verso está morto!&lt;br /&gt;Feneceu, murchou, desintegrou-se,&lt;br /&gt;esquecido na desmemória&lt;br /&gt;de um poeta distraído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Ribeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7783067770440576307?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7783067770440576307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7783067770440576307&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7783067770440576307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7783067770440576307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/um-verso-voce-me-desperta-no-meio-da.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-5841418629110257603</id><published>2011-11-07T19:02:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T19:02:17.576-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;IMPERDÍVEL!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Consideração do poema: leituras de Drummond&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo, segue o link para o&amp;nbsp;filme Consideração do poema, produzido pelo Instituto Moreira Salles especialmente para o Dia D: Dia Drummond, homenagem idealizada pelo IMS com diversos parceiros para comemorar a data de nascimento do poeta mineiro. Neste vídeo, leem poemas de Carlos Drummond de Andrade nomes importantes da cultura brasileira, entre eles Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Hatoum, Fernanda Torres, Adriana Calcanhotto, Cacá Diegues, Antonio Cícero, Paulo Henriques Brito, Chacal e Marília Pêra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogdoims.uol.com.br/ims/consideracao-do-poema-leituras-de-drummond/"&gt;http://blogdoims.uol.com.br/ims/consideracao-do-poema-leituras-de-drummond/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5841418629110257603?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5841418629110257603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5841418629110257603&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5841418629110257603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5841418629110257603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/imperdivel-consideracao-do-poema.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2862259482024939087</id><published>2011-11-07T08:59:00.000-08:00</published><updated>2011-11-07T08:59:13.169-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;ABL e Itamaraty lançam concurso de redação em homenagem ao Barão do Rio Branco&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Academia Brasileira de Letras e o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), por intermédio da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag) lançam o “Concurso de Redação Barão do Rio Branco – 100 anos”, que se insere na celebração do primeiro centenário da morte de José Maria da Silva Paranhos Júnior, Barão do Rio Branco, que ocorrerá em 10 de fevereiro do próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderão ser inscritos alunos do 1º ao 3º ano do Ensino Médio, regularmente matriculados em escola reconhecida. A redação visa avaliar a capacidade de expressão escrita e o conhecimento dos estudantes sobre a vida e a obra de Rio Branco, Patrono da Diplomacia Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada candidato poderá participar com apenas uma redação, que deverá ter extensão mínima de 60 (sessenta) e máxima de 90 (noventa) linhas. Para validar a participação, o candidato deverá preencher o formulário de inscrição que encontra-se no Edital (disponível também no site http://www.funag.gov.br/) e enviá-lo a concursos@academia.org.br, até às 18h da sexta-feira, dia 25 de novembro de 2011. As inscrições encaminhadas depois desta hora e dia serão automaticamente recusadas.&lt;br /&gt;A data limite para entrega da redação será a dia 10 de março de 2012, sexta-feira. Cada autor premiado receberá a importância de R$ 2 mil, a ser depositada na conta bancária em nome do beneficiário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;confira aqui o edital: &lt;a href="http://www.academia.org.br/abl/media/Edital_Concurso_de_Redaes_Baro_do_Rio_Branco.pdf"&gt;http://www.academia.org.br/abl/media/Edital_Concurso_de_Redaes_Baro_do_Rio_Branco.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=12435&amp;amp;sid=727"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=12435&amp;amp;sid=727&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2862259482024939087?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2862259482024939087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2862259482024939087&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2862259482024939087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2862259482024939087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/abl-e-itamaraty-lancam-concurso-de.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-8688323614927410305</id><published>2011-11-06T16:55:00.000-08:00</published><updated>2011-11-06T16:57:25.122-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Quarta às Quatro, na Biblioteca Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em seu sexto ano de atividades, o programa Quarta às Quatro na Biblioteca Nacional traz o tema De João do Rio a Drumond, a crônica da cidade. Entre 3 de agosto e 7 de dezembro, um escritor, cronista, pesquisador ou crítico literário apresentará, semanalmente, uma crônica falada da cidade ou falará sobre um grande cronista brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 09/11, às 16h: Lima Barreto, por Joel Rufino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Local: Fundação Biblioteca Nacional &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Auditório Machado de Assis &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rua México s/n (acesso pelo jardim)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Centro. Rio de Janeiro-RJ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Entrada Franca &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_padrao_apresentacao=25&amp;amp;nu_item_conteudo=1857&amp;amp;nu_pagina=92&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-8688323614927410305?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/8688323614927410305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=8688323614927410305&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8688323614927410305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8688323614927410305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/11/quarta-as-quatro-na-biblioteca-nacional.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-3410836170047006736</id><published>2011-10-31T12:06:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T12:10:44.142-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ab9CPhHBSjk/Tq7wOUzNneI/AAAAAAAAAWM/UjR6MJgBv_E/s1600/drummond%252520-%252520assina.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="46" ida="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ab9CPhHBSjk/Tq7wOUzNneI/AAAAAAAAAWM/UjR6MJgBv_E/s400/drummond%252520-%252520assina.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ETERNO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como ficou chato ser moderno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora serei eterno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eterno! Eterno!&lt;br /&gt;O Padre Eterno, &lt;br /&gt;a vida eterna, &lt;br /&gt;o fogo eterno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Le silence éternel de ces espaces infinis m'effraie.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— O que é eterno, Yayá Lindinha?&lt;br /&gt;— Ingrato! é o amor que te tenho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eternalidade eternite eternaltivamente&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; eternuávamos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;eternissíssimo&lt;br /&gt;A cada instante se criam novas categorias do eterno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eterna é a flor que se fana&lt;br /&gt;se soube florir&lt;br /&gt;é o menino recém-nascido&lt;br /&gt;antes que lhe dêem nome &lt;br /&gt;e lhe comuniquem o sentimento do efêmero&lt;br /&gt;é o gesto de enlaçar e beijar&lt;br /&gt;na visita do amor às almas&lt;br /&gt;eterno é tudo aquilo que vive uma fração de segundo&lt;br /&gt;mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [força o resgata&lt;br /&gt;é minha mãe em mim que a estou pensando&lt;br /&gt;de tanto que a perdi de não pensá-la&lt;br /&gt;é o que se pensa em nós se estamos loucos&lt;br /&gt;é tudo que passou, porque passou&lt;br /&gt;é tudo que não passa, pois não houve&lt;br /&gt;eternas as palavras, eternos os pensamentos; e&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [passageiras as obras. &lt;br /&gt;Eterno, mas até quando? é esse marulho em nós de um&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [mar profundo.&lt;br /&gt;Naufragamos sem praia; e na solidão dos botos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [afundamos.&lt;br /&gt;É tentação a vertigem; e também a pirueta dos ébrios. &lt;br /&gt;Eternos! Eternos, miseravelmente.&lt;br /&gt;O relógio no pulso é nosso confidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu não quero ser senão eterno.&lt;br /&gt;Que os séculos apodreçam e não reste mais do que uma&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [essência&lt;br /&gt;ou nem isso. &lt;br /&gt;E que eu desapareça mas fique este chão varrido onde&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [pousou uma sombra&lt;br /&gt;e que não fique o chão nem fique a sombra&lt;br /&gt;mas que a precisão urgente de ser eterno bóie como uma&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [esponja no caos&lt;br /&gt;e entre oceanos de nada&lt;br /&gt;gere um ritmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;In Fazendeiro do Ar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;José Olympio, 1954&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;© Graña Drummond&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3410836170047006736?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3410836170047006736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3410836170047006736&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3410836170047006736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3410836170047006736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/eterno-e-como-ficou-chato-ser-moderno.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Ab9CPhHBSjk/Tq7wOUzNneI/AAAAAAAAAWM/UjR6MJgBv_E/s72-c/drummond%252520-%252520assina.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-1758982093735841242</id><published>2011-10-31T04:03:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T04:17:30.744-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h2&gt;A crítica literária existe?&lt;/h2&gt;&lt;h4&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Ao fim, o que une críticos, resenhistas e ensaístas é a paixão pela literatura&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rascunho.gazetadopovo.com.br/?post_type=autor&amp;amp;p=698"&gt;JOSÉ CASTELLO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Ribeirão Preto, participo de uma mesa de debates organizada pela Oficina Cândido Portinari. Tenho a honra de dividi-la com Luiz Costa Lima, um de nossos mais importantes teóricos da literatura. E a sorte de ter a nosso lado um mediador de luxo: o escritor Menalton Braff.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tema que nos oferecem: “crítica literária”. Falamos em crítica e logo pensamos em avaliações, aferimentos, aprovações ou reprovações. Atitudes — mais de julgamento, que de interpretação — que, em geral, são apresentados como crítica. Não falo, também, dos escritos irônicos, rancorosos, ou sarcásticos que, muitas vezes, são confundidos com a crítica. Não passam de desabafos, maledicências, rancores, jogadas de grupos. Nada mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim: os organizadores do evento de Ribeirão Preto vêem a mim e a Costa Lima como dois praticantes da “crítica literária”. Mas será? Viajei para Ribeirão me perguntando se tal coisa, “crítica literária”, ainda existe mesmo. Para pensar melhor, reli durante a viagem um precioso artigo de Flora Süssekind, Rodapés, tratados e ensaios, guardado em Papéis avulsos, livro que editou pela UFRJ em 1993.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crítica literária “de rodapé” proliferou no Brasil em meados do século 20. De seus grandes nomes, apenas um, Wilson Martins, que foi durante muitos anos colunista do Prosa &amp;amp; Verso, d’O Globo, chegou ao século 21 — faleceu em 2010. O advogado e jornalista Álvaro Lins morreu em 1970. Pintor, poeta e tradutor, Sérgio Milliet faleceu em 1966. O jornalista e ensaísta Otto Maria Carpeaux, em 1978. O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em 1982. Professor e pensador católico, Tristão de Athayde morreu em 1983. Homens do século 20. Posso concluir: crítica literária, atividade do século 20 também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A diversidade de formações me sugere um único atributo que os aproximava: a não-especialização. Na verdade, o mais importante entre todos os críticos de rodapé, o professor universitário Antonio Candido, nascido em 1918, ainda está vivo e muito lúcido — como tivemos a oportunidade de verificar na Flip deste ano, em Paraty. Em sua fala, Candido, que foi durante longo tempo professor de Teoria Literária na USP, recordou que lhe coube introduzir a crítica literária, antes praticada apenas nos jornais, no meio universitário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano de 1951, o ensaio de Flora me ajuda a pensar, Afrânio Coutinho (1911-2000) criou, na Faculdade de Filosofia do Instituto Lafayette, no Rio, a primeira cadeira de Teoria Literária. Até 1965, quando a UFRJ funda a primeira faculdade de Letras do país, os cursos de Letras não passavam de departamentos abrigados nas faculdades de Filosofia. A literatura era um subsaber.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1965: eis um ano de ruptura. Sob a forte influência do estruturalismo, a Teoria Literária prolifera nas faculdades de Letras, que por sua vez se espalham por todo o país. Quantas serão hoje? Não sei responder. Sei que somos um país de grandes teóricos da literatura. Penso em Silviano Santiago, em Leyla Perrone-Moisés, no saudoso João Alexandre Barbosa, em Alcir Pécora, em David Arrigucci, em Antonio Carlos Secchin, e no próprio Costa Lima. Teóricos de linhagem e formação distintas, de temperamentos às vezes incompatíveis, mas ligados pela paixão da teoria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Volto, enfim, à mesa de debates de Ribeirão Preto. Diante do tema, “crítica literária”, uma pergunta não me deixava: mas tal coisa existe mesmo? De um lado temos os teóricos da universidade, que fazem percursos rigorosos, se submetem a leituras metódicas e se filiam a essa ou àquela nobre corrente de pensamento. De outro, existem hoje os resenhistas da imprensa, igualmente respeitáveis, escrevendo desde a perspectiva da “não-especialização”. Mais ensaístas que teóricos. Em boa parte dos casos, mais comprometidos com a informação (que é o sangue do jornalismo) do que com a reflexão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos teóricos importantes — penso em Beatriz Resende, em Alcir Pécora, em Antonio Carlos Secchin, em Davi Arrigucci, e na própria Flora Süssekind —, vez por outra, escrevem artigos para os suplementos literários da imprensa. Esses suplementos, é natural, estão dominados por jornalistas — entre os quais eu mesmo me incluo — que cultivam uma relação livre e intuitiva (alguns dizem “impressionista”) com a literatura. Escrevem (escrevemos) resenhas: ao contrário dos teóricos da academia, não temos compromisso algum com tradições teóricas, com sistemas, com conceitos. Escolhemos nossos livros estimulados pelas ofertas do mercado, pelas modas e ainda pelo apreço à surpresa; e não empurrados por esse ou aquele percurso intelectual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que nós, resenhistas, fazemos “crítica literária”? Será que os teóricos da academia fazem “crítica literária”? Quem são hoje os críticos literários? A resposta que venho arriscar, temerária, frágil, mas possível, é: a crítica literária não mais existe. Em meu caso particular — foi o que tentei explicar em Ribeirão Preto —, desde que passei a ocupar, com muita honra, uma coluna do caderno Prosa &amp;amp; Verso, não faço nem uma coisa (resenha), nem outra (teoria). Mas, então, o que faço? Costumo, cheio de temores, me definir como “cronista”. Mas serei isso mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrevo, na verdade, “relatos íntimos de viagem”, não a esse ou aquele país, ou continente, mas a determinado romance, ou livro de poemas. Leio (viajo) e depois, em minhas colunas, narro minhas impressões, falo dos pensamentos que a leitura me despertou, das associações que me motivou, dos livros que me levou a reler. Trabalho, eu sei disso, com um gênero híbrido — que nem é resenha, nem é teoria, tampouco é crítica literária também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre que me perguntam afinal quem sou (pois vivemos na era dos crachás, das senhas e das assinaturas digitais) opto, ainda inseguro, pelo termo “cronista”. Por quê? A crônica é, por excelência, um gênero de fronteira, localizado a meio caminho entre os fatos e as ficções. É um gênero “trans” — podemos, talvez, falar em um “transgênero”. Além disso, tenho em alta conta os cronistas clássicos — Rubem Braga, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos. Não são magníficas, ainda, as crônicas escritas por Drummond e por Clarice?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis o que faço, ou tento fazer: escrever desde essa fronteira, lugar remoto e não muito preciso, habitado por um ser fugidio que chamamos de “leitor comum”. Sim: sou um leitor profissional, não posso recusar esse status. Ele aparece nas folhas de pagamento. Mas, quando leio, luto para ser apenas um leitor comum. Um leitor apaixonado, que agarra um livro, ou ao contrário o abandona, só por impulso. Alguém que lê guiado por sua memória pessoal, por seu temperamento, por seus afetos. Entrego-me, então, ao livro que tenho nas mãos, para que ele, sim, me leia. Ele, sim, faça alguma coisa de mim. Ao relato dessa entrega chamo, na falta de um nome melhor, de crônica. Relato, portanto, de uma viagem subjetiva em que o livro é minha estrada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será “crítica literária” o que faço? Pessoalmente, a expressão me incomoda. Não porque não seja digna, ou porque deponha contra mim, ou porque me agrida. Ao contrário! Mas porque, simplesmente, não diz quem eu sou. Tampouco acredito que ela combine com o trabalho mais factual dos resenhistas (que eu mesmo, muitas vezes, pratico). E nem que seja uma expressão adequada ao trabalho severo dos teóricos da universidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim das contas, só uma coisa une teóricos, resenhistas e cronistas: uma mesma paixão. Só a literatura nos une. Apaixonados pelo mesmo objeto, cada um o vê, dele se aproxima, o descreve e o envolve à sua maneira. Para além de todos os nomes e classificações, impõe-se, sempre, a força do olhar singular. Já não sei se, quando falamos dos teóricos literários, dos resenhistas literários e dos cronistas literários, devemos mesmo usar a expressão “crítica literária”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma expressão que, arrisco-me a pensar, talvez tenha ficado no passado — com Álvaro Lins, com Tristão, com Carpeaux, com Décio de Almeida Prado, com Sérgio Buarque. E que hoje é só uma expressão vazia, que se refere a um objeto inexistente. Talvez venha daí a sincera aflição que Antonio Candido exibiu em sua fala na Flip. Aflição que muitos tomaram como manifestação de pessimismo, mas que tomo como expressão de extrema lucidez.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Talvez a expressão “crítica literária” seja hoje usada mais para amedrontar, para intimidar, do que para dialogar e acolher. Talvez por isso desperte mais suspeitas que confiança. Declarar-se crítico literário é, quem sabe, pretender uma autoridade que, hoje, ninguém mais tem. Se o crítico não é um juiz que aprova ou desaprova, se ele não é um especialista em aferição de qualidades, se não é um severo inspetor de “boa escrita”, como eu penso que ele não é, o que sobra para o crítico? Sobra ser um leitor. Um leitor comum, para quem a paixão dá sempre a última palavra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JOSÉ CASTELLO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;É escritor e jornalista. Autor do romance Ribamar, entre outros livros. Vive em Curitiba (PR).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://rascunho.gazetadopovo.com.br/a-critica-literaria-existe/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;http://rascunho.gazetadopovo.com.br/a-critica-literaria-existe/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-1758982093735841242?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1758982093735841242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1758982093735841242&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1758982093735841242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1758982093735841242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/critica-literaria-existe-ao-fim-o-que.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-8179093991792937974</id><published>2011-10-28T11:47:00.000-07:00</published><updated>2011-10-28T11:47:12.893-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5wq7Xk9N5Sk/TqryI4JVv2I/AAAAAAAAAWE/QW1gAzy65tQ/s1600/001_vertical_azul.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="252" ida="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-5wq7Xk9N5Sk/TqryI4JVv2I/AAAAAAAAAWE/QW1gAzy65tQ/s400/001_vertical_azul.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://diadrummond.ims.uol.com.br/"&gt;http://diadrummond.ims.uol.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D de Drummond. Dia D&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espalhe-se a ideia, tão simples quanto ambiciosa: transformar o dia 31 de outubro, data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, num dia de grande comemoração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas escolas, universidades, livrarias, bares, museus, TVs, rádios, centros culturais e mesmo em solidão, não importa onde e como, que todos se lembrem de festejar Drummond e a sua poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro dia D, para apagar a guerra e saudar a liberdade, a imaginação, a aliança entre os homens de boa palavra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia de festa, para a qual outros poetas devem ser convidados, claro. D é dia de todos, dia dado de bom grado por aquele que nos deu A rosa do povo, Claro enigma, A vida passada a limpo e tantas outras maravilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia D. Dia de Drummond&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação no Rio de Janeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IMS-RJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea. Tel.: (21) 3284-7400 / 3206-2500.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Maiores Informações em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ims.uol.com.br/Cinema/D17/P=19"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://ims.uol.com.br/Cinema/D17/P=19&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sábados do mês de outubro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação infantil: todos os sábados, às 17h, serão realizados ateliês de pintura, contação de histórias e mais uma série de atividades que giram em torno da obra de Carlos Drummond de Andrade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29 de outubro (sábado)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h. O amor natural, de Heddy Honigmann (Holanda/Brasil, 1996. 76'), e O fazendeiro do ar, de David Neves e Fernando Sabino (Brasil, 1974. 9')&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h. O padre e a moça, de Joaquim Pedro de Andrade (Brasil, 1966. 91')&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30 de outubro (domingo)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h. O padre e a moça, de Joaquim Pedro de Andrade (Brasil, 1966. 91')&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h. O amor natural, de Heddy Honigmann (Holanda/Brasil, 1996. 76'), e O fazendeiro do ar, de David Neves e Fernando Sabino (Brasil, 1974. 9')&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (DIA D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rádio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estreia do programa O grão da voz, na Rádio Batuta, com poemas como “Caso do vestido” falados por Carlos Drummond de Andrade. &lt;a href="http://www.ims.com.br/radiobatuta"&gt;www.ims.com.br/radiobatuta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infantil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h. Atividades do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias com alunos da Escola Parque e da E.M. Luiz Delfino, no ateliê infantil e na área externa da casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir das 13h. Exibição dos filmes No meio do caminho (2010, IMS), O fazendeiro do ar (Brasil, 1974. 9') e O amor natural (Holanda/Brasil, 1996. 76'). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesa-redonda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h-17h. E segunda-feira ninguém sabe o que será: o tempo de Carlos: mesa organizada pela PUC-Rio na sala de aula do IMS, com mediação de Ricardo Oiticica e participação de Sérgio Mota, Affonso Romano de Sant'Anna, Roberto Correa dos Santos e Ramon Mello. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filme e encenação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h-21h. Exibição do filme Consideração do poema (2011, IMS) e leitura de poemas sob direção de Daniela Thomas no auditório do IMS. “A mesa”, “A máquina do mundo”, “Caso do vestido” e outros poemas longos lidos por Paulo José e Giulia Gam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Academia Brasileira de Letras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Av. Presidente Wilson, 203, Castelo. Tel.: (21) 3974-2500.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Maiores informações em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (DIA D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura (auditório)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h30. Os acadêmicos Ivan Junqueira, Antonio Carlos Secchin e José Murilo de Carvalho leem poemas de Drummond, entre os quais “Caso do vestido”, “Canção amiga”, “Sesta”, “Confidências do itabirano” e “Para sempre”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibição dos filmes Consideração do poema (2011) e No meio do caminho (2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UFRJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Av. Pedro Calmon, 550, Cidade Universitária. Tel.: (21) 2598-9600. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Maiores informações em &lt;a href="http://www.ufrj.br/"&gt;http://www.ufrj.br/&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (DIA D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibição dos filmes Consideração do poema (2011) e No meio do caminho (2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Livraria da Travessa Leblon&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Shopping Leblon, av. Afrânio de Melo Franco, 290, loja 205A. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Maiores informações em &lt;a href="http://www.travessa.com.br/wpgEventos.aspx"&gt;http://www.travessa.com.br/wpgEventos.aspx&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (DIA D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20h. Programa CBN na Travessa. Debate Drummond: poeta e tradutor, com Augusto Massi, Chacal e Lêdo Ivo. Mediação de Simone Magno. Aberto ao público. Transmissão ao vivo pela rádio CBN. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibição dos filmes Consideração do poema (2011) e No meio do caminho (2010). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moviola Livraria &amp;amp; Bistrô&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rua das Laranjeiras, 280, lojas B e C, Laranjeiras. Tel.: (21) 2285-8339. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Maiores informações em &lt;a href="http://www.moviolalivraria.com.br/"&gt;http://www.moviolalivraria.com.br/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29 de outubro (sábado)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate e leitura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h. No encontro semanal Sábado Literário, os professores Alexandre Faria e Oswaldo Martins enfocarão poemas dos livros A rosa do povo, Sentimento do mundo e Claro enigma, destacando aspectos como o engajamento social, as configurações do impasse humano no século XX e a reflexão metalinguística. R$ 35,00 por pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31 de outubro (DIA D, segunda-feira)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oficina literária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h. O encontro nesse evento também dará um destaque especial ao poeta, propondo a criação de textos em diálogos com a sua poesia. R$ 70,00 por pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Livraria Leonardo da Vinci&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Av. Rio Branco, 185 - subsolo - Centro. Tel.: (21) 2533-2237/ 2237. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Maiores informações em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.leonardodavinci.com.br/"&gt;http://www.leonardodavinci.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (Dia D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate e leitura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h. Drummond e a França: o poeta Alexei Bueno falará sobre a relação de Carlos Drummond de Andrade com a cultura francesa. Haverá também apresentação do grupo Brigadas Teatrais, que fará performances e leituras de poemas em português e em francês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fundação Casa de Rui Barbosa em parceria com a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rua São Clemente, 134, próximo à estação Botafogo do Metrô. Tel.: (21) 3289-4600. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Maiores informações em &lt;a href="http://www.casaruibarbosa.gov.br/"&gt;http://www.casaruibarbosa.gov.br/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (Dia D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h.Com o tema “Arquivo e Memória em Drummond”, mesa-redonda com a participação dos críticos Marlene de Castro Correia, Júlio Castañon Guimarães e Luciano Rosa. Mediação do jornalista Miguel Conde, curador da Flip 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Centro Educacional Anísio Teixeira (Ceat)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Rua Almirante Alexandrino, 4.098, Santa Teresa. Tel.: (21) 2556-2999. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Maiores informações em &lt;a href="http://www.ceat.org.br/"&gt;http://www.ceat.org.br/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (Dia D, segunda-feira) a 4 de novembro (sexta-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leituras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a semana, haverá leitura de poemas, crônicas e contos de Drummond.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Livraria Cultura - Shopping Fashion Mall&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Estrada da Gávea, 899, São Conrado. Tel.: (21) 2730-9099. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Maiores informações em &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/index.asp?sid=873321128131028599482283560"&gt;http://www.livrariacultura.com.br/scripts/index.asp?sid=873321128131028599482283560&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29 de outubro (sábado)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infantil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h. Para a garotada, “A incapacidade de ser verdadeiro” e outras histórias de Drummond. Nessa adaptação, a história de um menino muito criativo que gosta de inventar... Seria ele um poeta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30 de outubro (domingo)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infantil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h. Para crianças e adultos, “Vó caiu na piscina” e outras histórias do escritor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (DIA D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intervenção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19h30. Intervenção artística dos atores Anderson Vieira, André De Luca e Andrey Lopes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação em Paraty&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Livraria de Paraty&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Rua Samuel Costa, esquina com a rua Dona Geralda. Tel.: (24) 3371-5889.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (DIA D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibição dos filmes Consideração do poema (2011) e No meio do caminho (2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Promoção do site Migalhas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site Migalhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores informações em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.migalhas.com.br/home"&gt;http://www.migalhas.com.br/home&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 de outubro (DIA D, segunda-feira)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorteio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorteio de uma obra de Carlos Drummond de Andrade entre os leitores do site.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-8179093991792937974?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/8179093991792937974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=8179093991792937974&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8179093991792937974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8179093991792937974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/fonte-httpdiadrummond.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5wq7Xk9N5Sk/TqryI4JVv2I/AAAAAAAAAWE/QW1gAzy65tQ/s72-c/001_vertical_azul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-8149842530322874749</id><published>2011-10-26T06:36:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T06:36:13.063-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Leitura em Debate, na Biblioteca Nacional&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Leitura em Debate é um programa mensal que discute a literatura infantil e juvenil em seus diversos aspectos. Os encontros reúnem especialistas da área e mostra os diversos olhares que compõem a busca por uma literatura de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 29/10, às 18h, teremos: como fazer da leitura uma gostosa brincadeira, com os convidados Márcio Vassalo e Maria Magdalena de Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Local: Fundação Biblioteca Nacional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Auditório Machado de Assis &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Rua México s/n (acesso pelo jardim) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Centro. Rio de Janeiro-RJ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Entrada Franca&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_padrao_apresentacao=25&amp;amp;nu_item_conteudo=1859&amp;amp;nu_pagina=92"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_padrao_apresentacao=25&amp;amp;nu_item_conteudo=1859&amp;amp;nu_pagina=92&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-8149842530322874749?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/8149842530322874749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=8149842530322874749&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8149842530322874749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8149842530322874749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/leitura-em-debate-na-biblioteca.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-4472486217926403357</id><published>2011-10-25T19:23:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T19:29:36.817-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;RECOMENDO!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_6e58GwjoLk/Tqdt1dNVjFI/AAAAAAAAAV8/SQDm7RRXqZM/s1600/Lembran%25C3%25A7as+Perdidas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" ida="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-_6e58GwjoLk/Tqdt1dNVjFI/AAAAAAAAAV8/SQDm7RRXqZM/s400/Lembran%25C3%25A7as+Perdidas.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(clique na imagem para ampliá-la)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em sua primeira individual, o cenógrafo e artista plástico Sérgio Marimba reúne 20 trabalhos a partir de fotografias antigas, recolhidas em feiras de antiguidades, sobrepostas em superfícies metálicas e oxidadas, que resgatam indícios de histórias reais ou imaginativas e estabelecem, por meio da arte, uma relação entre o presente e o passado. Entre as obras, estão uma parede com 3 mil fotos 3X4 e um vídeo com cerca de cem fotos de documentos com carteira de identidade e passaporte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rioshow.oglobo.globo.com/exposicoes/eventos/lembrancas-perdidas-5527.aspx"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://rioshow.oglobo.globo.com/exposicoes/eventos/lembrancas-perdidas-5527.aspx&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;e &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.caixacultural.com.br/html/main.html"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.caixacultural.com.br/html/main.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-4472486217926403357?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/4472486217926403357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=4472486217926403357&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4472486217926403357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4472486217926403357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/recomendo-em-sua-primeira-individual-o.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_6e58GwjoLk/Tqdt1dNVjFI/AAAAAAAAAV8/SQDm7RRXqZM/s72-c/Lembran%25C3%25A7as+Perdidas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-1111346806374845632</id><published>2011-10-25T08:48:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T06:24:19.712-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Tailândia Submersa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da nossa falta de modos,&lt;br /&gt;coram os deuses&lt;br /&gt;de vergonha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que se inventar,&lt;br /&gt;em algum laboratório&lt;br /&gt;cheio de sujeitos que se levam a sério,&lt;br /&gt;a felicidade eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deuses nos deram a dica:&lt;br /&gt;corram, aqueles que ainda tem pernas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a esperança é humana, &lt;br /&gt;e está sobreposta &lt;br /&gt;à nossa visão&lt;br /&gt;tacanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que se inventar, depressa,&lt;br /&gt;em algum verborratório&lt;br /&gt;cheio de sujeitos levados a sério,&lt;br /&gt;a nossa patética felicidade eterna.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-1111346806374845632?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1111346806374845632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1111346806374845632&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1111346806374845632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1111346806374845632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/tailandia-submersa-diante-da-nossa.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2906175967070980491</id><published>2011-10-24T18:21:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T18:22:37.447-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Quarta às Quatro, na Biblioteca Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em seu sexto ano de atividades, o programa Quarta às Quatro na Biblioteca Nacional traz o tema De João do Rio a Drumond, a crônica da cidade. Entre 3 de agosto e 7 de dezembro, um escritor, cronista, pesquisador ou crítico literário apresentará, semanalmente, uma crônica falada da cidade ou falará sobre um grande cronista brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No dia 26/10, às 16h, teremos: João Saldanha, por João Máximo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Local: Fundação Biblioteca Nacional &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Auditório Machado de Assis &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Rua México s/n (acesso pelo jardim) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Centro. Rio de Janeiro-RJ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Entrada Franca&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_padrao_apresentacao=25&amp;amp;nu_item_conteudo=1857&amp;amp;nu_pagina=92"&gt;http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_padrao_apresentacao=25&amp;amp;nu_item_conteudo=1857&amp;amp;nu_pagina=92&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2906175967070980491?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2906175967070980491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2906175967070980491&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2906175967070980491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2906175967070980491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/quarta-as-quatro-na-biblioteca-nacional.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2388334786488255384</id><published>2011-10-24T13:36:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T13:36:41.982-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;POESIA EM BLOG ENTRE OS 100 MELHORES BLOGS DE LITERATURA DO BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poesia em Blog foi eleito um dos cem melhores blogs de literatura do Brasil.&amp;nbsp;O concurso foi&amp;nbsp;realizado pelo site&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.topblog.com.br/2011/"&gt;http://www.topblog.com.br/2011/&lt;/a&gt;, em primeiro turno, através do voto popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado foi divulgado no último dia 21 (&lt;a href="http://www.topblog.com.br/2011/index.php?pg=Top100"&gt;http://www.topblog.com.br/2011/index.php?pg=Top100&lt;/a&gt;), e o segundo turno, &lt;strong&gt;que teve inicio no dia&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;22 e vai até o dia 22/11/2011&lt;/strong&gt;, vai eleger os três melhores blogs do país, na opinião do voto popular e do júri acadêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero agradecer aqui, de coração, aos que votaram no Poesia em Blog, e pedir que repitam o voto no segundo turno e também que peçam aos amigos (e inimigos também) para votarem!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta clicar no link abaixo, preencher nome e e-mail, e confirmar o voto através do e-mail que será enviado para vocês! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.topblog.com.br/2011/index.php?pg=busca&amp;amp;c_b=346387"&gt;http://www.topblog.com.br/2011/index.php?pg=busca&amp;amp;c_b=346387&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2388334786488255384?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2388334786488255384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2388334786488255384&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2388334786488255384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2388334786488255384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/poesia-em-blog-entre-os-100-melhores.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-912665514013355372</id><published>2011-10-24T03:21:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T03:21:21.153-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;CBL anuncia vencedores do Prêmio Jabuti &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou nesta segunda-feira que o escritor e crítico José Castello, colunista do Prosa &amp;amp; Verso, é o vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Romance, por "Ribamar". Mescla de autobiografia, ficção e ensaio, o livro acompanha os dilemas de um narrador que tenta escrever sobre sua relação conflituosa com o próprio pai. Ferreira Gullar venceu o prêmio de Poesia por "Em alguma parte alguma" e Dalton Trevisan foi o escolhido na categoria Conto e Crônica, por "Desgracida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira abaixo a lista completa dos vencedores das 29 categorias da 53a edição do Jabuti. Os escolhidos como Livro do Ano nas categorias Ficção e Nâo Ficção serão anunciados no dia 30 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Romance:&lt;/strong&gt; "Ribamar", de José Castello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conto e Crônica:&lt;/strong&gt; "Desgracida", de Dalton Trevisan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poesia:&lt;/strong&gt; "Em alguma parte alguma", de Ferreira Gullar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reportagem:&lt;/strong&gt; "1822, de Laurentino Gomes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução:&lt;/strong&gt; "O livro de Dede Korkut", tradução de Marco Syrayama de Pinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Biografia:&lt;/strong&gt; “Alceu Penna e as garotas do Brasil”, de Gonçalo Júnior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Teoria/Crítica Literária:&lt;/strong&gt; "Câmara Cascudo e Mário de Andrade – Cartas, 1924-1944"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Juvenil:&lt;/strong&gt; “Antes de virar gigante e outras histórias”, de Marina &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Infantil:&lt;/strong&gt; "Obax", de André Neves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Psicologia e Psicanálise:&lt;/strong&gt; “Coração... É emoção: a influência das emoções sobre o coração”; Elias Knobel, Ana L. M. da Silva, Paola Andreoli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fotografia:&lt;/strong&gt; “Fotografia de Natureza”, de Luiz Claudio Marigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capa:&lt;/strong&gt; Invisível, de João Baptista da Costa Aguiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ilustração:&lt;/strong&gt; O Corvo, de Manu Maltez &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Educação:&lt;/strong&gt; “Impactos da violência na escola: um diálogo com profs.”, de Simone G. de Assis, Patrícia Constantino e Joviana Q. Avanci&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Economia:&lt;/strong&gt; “Multinacionais brasileiras: internac., inovação e estratégia global”, de Moacir M. Oliveira Jr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direito:&lt;/strong&gt; “Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro”, de Norma Sueli Padilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Didático e Paradidático:&lt;/strong&gt; coleção “Pessoinhas”, de Ruth Rocha e Anna Flora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comunicação:&lt;/strong&gt; “Impresso no Brasil”, organização de Anibal Bragança e Marcia Abreu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ciências da Saúde:&lt;/strong&gt; “Atlas de endoscopia digestiva da SOBED”, de Marcelo Averbach&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ciências Naturais:&lt;/strong&gt; “Bioetanol de cana-de-açucar – P&amp;amp;D para produtividade e sustentabilidade”, de Luís Augusto B. Cortez (coord.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ciências Humanas:&lt;/strong&gt; “Manejo do mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro, de Aloisio Cabalzar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ciências Exatas:&lt;/strong&gt; "Teoria Quântica - estudos históricos e implicações culturais", de Olival Freire, Osvaldo Pessoa, Joan L. Bromberg (org)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arquitetura:&lt;/strong&gt; "Dois Séc. de Projetos no Estado de SP", Nestor G. Reis e Monica S. Brito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Artes:&lt;/strong&gt; "Os Satyros", de Germano Pereira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil:&lt;/strong&gt; "Gildo", de Sivana Rando &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arquitetura e Urbanismo:&lt;/strong&gt; "Dois séculos de projetos no Estado de SP"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gastronomia:&lt;/strong&gt; “Machado de Assis: Relíquias Culinárias”, de Rosa Belluzzo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia e Informática:&lt;/strong&gt; “Aprendizagem a distância”, de Fredric M. Litto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Turismo e hotelaria:&lt;/strong&gt; "Hospitalidade - A inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços", de Geraldo Castelli&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-912665514013355372?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/912665514013355372/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=912665514013355372&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/912665514013355372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/912665514013355372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/cbl-anuncia-vencedores-do-premio-jabuti.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6824449711333351873</id><published>2011-10-17T05:10:00.000-07:00</published><updated>2011-10-17T05:14:00.916-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="75" oda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-9yFUD_Y1blI/TpwayyeuLsI/AAAAAAAAAVs/61NcA1x6uBM/s400/topo_blog5.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;De 17 a 21 de Outubro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mais informações em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.festaliterariadaedem2011.blogspot.com/"&gt;http://www.festaliterariadaedem2011.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6824449711333351873?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6824449711333351873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6824449711333351873&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6824449711333351873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6824449711333351873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/de-17-21-de-outubro-mais-informacoes-em.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9yFUD_Y1blI/TpwayyeuLsI/AAAAAAAAAVs/61NcA1x6uBM/s72-c/topo_blog5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-4286524751908312699</id><published>2011-10-17T05:04:00.000-07:00</published><updated>2011-10-17T05:04:14.426-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4Vy2ccBO_CA/TpwZYIiglzI/AAAAAAAAAVk/Dg0XyGZxM_w/s1600/interv_poeticas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="304" oda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-4Vy2ccBO_CA/TpwZYIiglzI/AAAAAAAAAVk/Dg0XyGZxM_w/s320/interv_poeticas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Intervenções Poéticas no MetrôRio em outubro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parceria do MetrôRio com a Secretaria Municipal de Cultura, projeto acontece sempre às sextas-feiras, às 18h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês de outubro quatro estações do MetrôRio serão palco de intervenções poéticas interpretadas e encenadas por uma série de artistas e grupos nacionais. O projeto é uma parceria do MetrôRio com a Secretaria Municipal de Cultura e acontece sempre às sextas-feiras, 18h. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No dia 21&lt;/strong&gt;, é a vez de Mônica Montone, Cesar Cardoso e Tavinho Paes espalharem cultura &lt;strong&gt;na estação Pavuna. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerrando as apresentações, &lt;strong&gt;no dia 28&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;estação Central &lt;/strong&gt;recebe Poesia Simplesmente, Cairo &amp;amp; Denizis Trindade e Salgado Maranhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto Intervenções Poéticas valoriza a tendência de interação entre os diversos tipos de arte, trazendo para a programação grupos e artistas que vêm desenvolvendo suas linguagens além das fronteiras da poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço:&lt;br /&gt;Intervenções Poéticas Grátis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estação Pavuna 21/10, às 18h&lt;br /&gt;- Estação Central 28/10, às 18h&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-4286524751908312699?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/4286524751908312699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=4286524751908312699&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4286524751908312699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4286524751908312699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/intervencoes-poeticas-no-metrorio-em.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-4Vy2ccBO_CA/TpwZYIiglzI/AAAAAAAAAVk/Dg0XyGZxM_w/s72-c/interv_poeticas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-1313293286016599505</id><published>2011-10-13T09:05:00.000-07:00</published><updated>2011-10-13T09:06:04.616-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Quarta às Quatro - Fundação Biblioteca Nacional - RJ&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Millôr Fernandes, por Cora Rónai&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dia 19/10, às 16h&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu sexto ano de atividades, o programa Quarta às Quatro na Biblioteca Nacional traz o tema De João do Rio a Drumond, a crônica da cidade.&lt;br /&gt;No evento, um escritor, cronista, pesquisador ou crítico literário apresenta, semanalmente, uma crônica falada da cidade ou falará sobre um grande cronista brasileiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Data: 19/10/2011 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Hora: 16h &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Local: Fundação Biblioteca Nacional &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Auditório Machado de Assis &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Rua México s/n (acesso pelo jardim) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Centro. Rio de Janeiro-RJ &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-1313293286016599505?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1313293286016599505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1313293286016599505&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1313293286016599505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1313293286016599505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/quarta-as-quatro-fundacao-biblioteca.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7827976193832695750</id><published>2011-10-11T10:54:00.000-07:00</published><updated>2011-10-11T10:54:14.316-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fEn_Pw_RvgE/TpSCeu-NnrI/AAAAAAAAAVc/O1lGvHsLRdk/s1600/flyer_fronteiras.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" kca="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-fEn_Pw_RvgE/TpSCeu-NnrI/AAAAAAAAAVc/O1lGvHsLRdk/s400/flyer_fronteiras.jpg" width="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7827976193832695750?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7827976193832695750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7827976193832695750&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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src="http://4.bp.blogspot.com/-3t_VKCXnmNs/To-3RmG-gFI/AAAAAAAAAVY/sBG5PK1gNSc/s320/decorpointeiro.jpg" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-4283309854871894070?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/4283309854871894070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=4283309854871894070&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4283309854871894070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4283309854871894070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/10/clarice-lispector.html' title='Clarice Lispector'/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3t_VKCXnmNs/To-3RmG-gFI/AAAAAAAAAVY/sBG5PK1gNSc/s72-c/decorpointeiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-9186049295591376722</id><published>2011-09-28T05:27:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T05:27:59.427-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por vezes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes,&lt;br /&gt;como num trago,&lt;br /&gt;a pessoa amada se vai&lt;br /&gt;em bem menos de três dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desse instante&lt;br /&gt;a sua voz não cabe&lt;br /&gt;mais no ouvido&lt;br /&gt;e aquela fotografia antiga&lt;br /&gt;deixa de sorrir na estante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Ribeiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-9186049295591376722?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/9186049295591376722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=9186049295591376722&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/9186049295591376722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/9186049295591376722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/por-vezes-por-vezes-como-num-trago.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-727874801920439154</id><published>2011-09-26T20:16:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T20:04:37.449-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Repleto de nós dois&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o chão&amp;nbsp;que a vida pisa&lt;br /&gt;range,&lt;br /&gt;o nosso amor teima,&lt;br /&gt;trama&lt;br /&gt;e se expande&lt;br /&gt;tanto,&lt;br /&gt;que já não há meios&lt;br /&gt;de se avistar um espaço&lt;br /&gt;que não esteja repleto&lt;br /&gt;de nós dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Ribeiro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-727874801920439154?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/727874801920439154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=727874801920439154&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/727874801920439154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/727874801920439154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/repleto-de-nos-dois-enquanto-o-chao.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7364389355970186972</id><published>2011-09-23T12:47:00.001-07:00</published><updated>2011-09-23T12:47:37.265-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-A8tSKw0Sb6U/TnziTK3MfAI/AAAAAAAAAVU/jtNlvPIHCgc/s1600/cartaz_neolatinas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-A8tSKw0Sb6U/TnziTK3MfAI/AAAAAAAAAVU/jtNlvPIHCgc/s320/cartaz_neolatinas.jpg" width="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7364389355970186972?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7364389355970186972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7364389355970186972&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7364389355970186972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' 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type='html'>&lt;strong&gt;Trem de Ferro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Café com pão&lt;br /&gt;Café com pão&lt;br /&gt;Café com pão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virge Maria que foi isso maquinista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sim&lt;br /&gt;Café com pão&lt;br /&gt;Agora sim&lt;br /&gt;Voa, fumaça&lt;br /&gt;Corre, cerca&lt;br /&gt;Ai seu foguista&lt;br /&gt;Bota fogo&lt;br /&gt;Na fornalha&lt;br /&gt;Que eu preciso&lt;br /&gt;Muita força&lt;br /&gt;Muita força&lt;br /&gt;Muita força&lt;br /&gt;(trem de ferro, trem de ferro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oô...&lt;br /&gt;Foge, bicho&lt;br /&gt;Foge, povo&lt;br /&gt;Passa ponte&lt;br /&gt;Passa poste&lt;br /&gt;Passa pasto&lt;br /&gt;Passa boi&lt;br /&gt;Passa boiada&lt;br /&gt;Passa galho&lt;br /&gt;Da ingazeira&lt;br /&gt;Debruçada&lt;br /&gt;No riacho&lt;br /&gt;Que vontade&lt;br /&gt;De cantar!&lt;br /&gt;Oô...&lt;br /&gt;(café com pão é muito bom)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me prendero&lt;br /&gt;No canaviá&lt;br /&gt;Cada pé de cana&lt;br /&gt;Era um oficiá&lt;br /&gt;Oô...&lt;br /&gt;Menina bonita&lt;br /&gt;Do vestido verde&lt;br /&gt;Me dá tua boca&lt;br /&gt;Pra matar minha sede&lt;br /&gt;Oô...&lt;br /&gt;Vou mimbora vou mimbora&lt;br /&gt;Não gosto daqui&lt;br /&gt;Nasci no sertão&lt;br /&gt;Sou de Ouricuri&lt;br /&gt;Oô...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou depressa&lt;br /&gt;Vou correndo&lt;br /&gt;Vou na toda&lt;br /&gt;Que só levo&lt;br /&gt;Pouca gente&lt;br /&gt;Pouca gente&lt;br /&gt;Pouca gente...&lt;br /&gt;(trem de ferro, trem de ferro)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Manuel Bandeira in "Estrela da Manhã" 1936)&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6776201366272822083?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6776201366272822083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6776201366272822083&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6776201366272822083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6776201366272822083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/trem-de-ferro-cafe-com-pao-cafe-com-pao.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-9042392320564480871?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/9042392320564480871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=9042392320564480871&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/9042392320564480871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/9042392320564480871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/ou-voce-pode-me-pisar-que-nem-confete.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-3039417567113787270</id><published>2011-09-19T07:56:00.000-07:00</published><updated>2011-09-19T07:56:06.549-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Abel Barros Baptista*: ‘Os bons livros nos tornam estrangeiros’ &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2011/09/17/abel-barros-baptista-os-bons-livros-nos-tornam-estrangeiros-406041.asp"&gt;http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2011/09/17/abel-barros-baptista-os-bons-livros-nos-tornam-estrangeiros-406041.asp&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Professor de literatura brasileira na Universidade Nova de Lisboa, o crítico português Abel Barros Baptista publicou estudos sobre autores como Graciliano Ramos e João Cabral de Melo Neto, mas é mais conhecido entre nós por dois livros que estão entre os mais importantes lançados nas últimas décadas sobre Machado de Assis. Em “Autobibliografias” e “A formação do nome”, ambos publicados aqui pela Editora da Unicamp, Baptista constrói interpretações originais da obra do escritor brasileiro, dispensando a vinculação estreita entre a ficção de Machado e a história brasileira que caracteriza boa parte da melhor crítica sobre o autor escrita no Brasil. Baptista esteve no Rio em maio para participar da reunião do júri do Prêmio Camões que laureou o poeta português Manuel António Pina. Nesta entrevista ao GLOBO, ele diz que sua condição de estrangeiro diante dos autores que estuda não deve ser pensada em termos de vinculação nacional, mas antes em relação à experiência de estranhamento que define a própria literatura.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Como crítico português que dá aulas de literatura brasileira, o senhor tem se dedicado particularmente a mostrar que o interesse da obra de Machado de Assis não precisa ser necessariamente vinculado ao estudo da sociedade brasileira da época em que ele escreveu. Essa orientação, divergente da corrente predominante na crítica brasileira, dá expressão literal a uma ideia já mencionada pelo senhor em textos e entrevistas: a de que, diante de uma obra literária, o leitor se torna sempre um estrangeiro. O que o senhor quer dizer com essa observação?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ABEL BARROS BAPTISTA:&lt;/strong&gt; Minha ideia é que os únicos livros que vale a pena ler são aqueles que nos tornam estrangeiros. Estamos perante eles como uma pessoa está diante de uma língua que não domina. O trabalho que se tem que fazer, como leitor, é aprender a admirar aquela língua. Metaforicamente, mas não só. Os grandes autores escrevem livros que são escolas, que nos dão a impressão de que sabemos tanto quanto eles, e que precisamos saber o mesmo que eles sabem para entender aquilo. Mas para que isso aconteça tem que haver um momento do que os formalistas chamam de estranhamento. Tem que haver um momento em que o leitor sente que está fora daquilo, que aquilo não é dele. A pior coisa que pode acontecer na literatura, e que é um traço marcante da banalização, é o leitor sentir-se em casa. O que se chama literatura comercial é a que dá ao leitor uma apreciação do tipo “aqui não há nada de estranho, vais ter exatamente o que queres”. A literatura eu creio que se define, ao contrário, por essa posição de estrangeiro, mas ao mesmo tempo por haver, para essa posição, uma correspondente hospitalidade incondicional. O livro está à espera, é anfitrião. Não nos impõe condições. Aceita qualquer um, imbecil ou não. Aquilo que define a literatura é uma utopia, uma ideia generosa de partilha entre as diferentes pessoas do mundo que leem livros. A ideia de humanidades é a ideia de fazer amigos através dos livros. Foi o que me aconteceu no Brasil. Nunca pus os pés no Brasil antes de publicar os livros sobre Machado. Hoje tenho vários amigos que eu fiz através dos livros que publiquei. Talvez tenha contribuído para mostrar que muito do que se faz no Brasil sobre Machado de Assis está dominado por uma ideia liquidadora, a de que temos que primeiro conhecer o Brasil para depois conhecer Machado de Assis. Minha experiência de leitor prova exatamente o contrário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Em seu livro mais recente, “De espécie complicada” (Angelus Novus), o senhor explora outra questão de pertencimento, essa relativa a diferentes tipos de discurso. Ao refletir sobre o ensaio, o senhor argumenta que ele é uma forma de reflexão da literatura sobre si mesma. Esse “desrespeito” às fronteiras entre literatura e reflexão sobre literatura, que constitui o ensaio, seria também causa de uma rivalidade entre ele e a teoria. De que maneira se manifesta essa rivalidade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ABEL BARROS BAPTISTA: &lt;/strong&gt;O século XX, que foi um século de muitas teorias sobre literatura, produziu pouquíssimos trabalhos relevantes sobre o ensaio. Isso levou-me a repensar um problema que é o fantasma de toda teoria literária: ao contrário do que se passa com outras práticas letradas, ela não conseguiu, e provavelmente não conseguirá, livrar-se dos amadores e dos ignorantes. Uma pessoa que não estudou Direito até diz coisas sobre as leis, mas sabe que está a dizer asneiras. Quando tem um problema com a Justiça, contrata um advogado. Ora, não passa pela cabeça de ninguém contratar um crítico literário para ler com ele. Qualquer um, inclusive, acredita que suas ideias a respeito do que leu são mais inteligentes do que as de qualquer crítico. A situação do conhecimento da literatura está cindida, desde sempre. Uma das coisas que os próprios críticos explicam é que a literatura se destina a todos, e portanto todos têm algo a dizer dela. Esse problema não tem solução. Por um lado, é a ruína da ideia de teoria como um continente perfeitamente delimitado, mas por outro lado não anula a necessidade de haver uma delimitação disciplinar que torne o discurso do especialista diferente do discurso do leitor banal. O ensaio entra nessa constituição de problemas como um sintoma da dificuldade que a literatura tem de delimitar territórios claros de conhecimento. É ao mesmo tempo uma forma de literatura e um representante da vocação que a literatura tem para se conhecer a si própria. É nesse sentido que se cria uma certa rivalidade que explica que a teoria não tenha interesse em desenvolver uma teoria do ensaio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ficção também não poderia ser pensada como um tipo de discurso que está entre dois campos distintos, o do real e o do imaginário, sem identificar-se com nenhum deles?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ABEL BARROS BAPTISTA: &lt;/strong&gt;Temos duas ideias de ficção que usamos frequentemente. “Ficção” pode ser uma designação genérica, que significa dar forma. O que estamos a fazer, por exemplo, é uma ficção. Estamos a dar forma a uma conversa. Depois, temos uma ideia de ficção mais restrita — um uso da linguagem que nos permite dizer qualquer coisa. Eu poderia escrever um romance em que o presidente dos Estados Unidos aparecesse a dizer coisas que ele nunca disse, o que não seria nem calúnia nem difamação. Isso é a ficção no sentido institucional do termo. Há um elemento de ficcionalidade inerente a qualquer uso da linguagem, mas há um momento em que a ideia da responsabilidade muda, se entrarmos no campo da ficção literária. Se a pessoa faz um romance com ideias filosóficas esparsas, geniais, não pode estar à espera de ter uma discussão filosófica como teria se escrevesse um ensaio filosófico. O estatuto das duas práticas é um estatuto que pede uma resposta diferente e que envolve uma responsabilidade diferente. Essa conjugação entre critérios de natureza formal e critérios de natureza institucional ajudam a perceber muito bem as fronteiras que as disciplinas têm. Filosofia não é literatura e literatura não é filosofia, mas partilham um elemento de ficcionalidade que é inerente à própria linguagem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na divisão de espaços da “instituição literária”, parece muitas vezes haver uma outra rivalidade, entre universidade e imprensa. Como o senhor vê essa questão?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ABEL BARROS BAPTISTA: &lt;/strong&gt;Tenho muitas reservas a essa oposição entre crítica acadêmica e crítica jornalística. Conheço muitos jornalistas que fazem crítica acadêmica, e a maioria dos acadêmicos que conheço fazem má crítica jornalística. Temos que, em primeiro lugar, considerar a evolução que cada um desses espaços teve. Haver críticos na universidade é um progresso enorme. Em todos países europeus e na universidade americana, até finais do século XIX, a literatura contemporânea não era considerada objeto próprio de estudo. Ocupavam-se dos mortos, dos antigos, da memória, do patrimônio. A partir do momento em que a universidade se abre para a literatura atual, há uma mudança na própria noção de literatura e na própria noção de universidade. Deixa de existir um modelo científico que regula os estudos literários. A razão para a universidade tratar dos mortos era uma razão de legitimação científica. Eram pessoas que sabiam ler textos antigos, sabiam explicar que certa palavra no século XVIII não tinha o mesmo significado que no XIX ou no XX. E sobretudo pessoas que se ocupavam em estabelecer edições corretas dos textos, aquilo que hoje chamamos filólogos. Eles ocupavam-se dos textos, mas não avaliavam os textos. Se eram bom ou eram maus, isso não era importante. A abertura universitária é muito maior do que o que se pensa, e muito maior do que a que existe na crítica jornalística, mais permeável à pressão dos autores. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O que hoje parece raro em ambos os espaços, mas mais notadamente na academia, são as críticas negativas, o comentário sobre o livro que o crítico considera ruim. A crítica negativa tem, em sua opinião, um papel relevante no debate literário? Ou não faz falta? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ABEL BARROS BAPTISTA: &lt;/strong&gt;A ideia de crítica negativa assenta em pressupostos relativos a uma realidade que não existe. É a ideia de que os autores publicam os seus livros, e os críticos são mediadores entre os autores e os leitores, uma ideia modernista. Os modernistas faziam coisas arrojadas, os críticos explicavam aos leitores o que aquilo significava, e, como para os modernistas não havia regras estáveis, os críticos deviam distinguir entre experiências boas e experiências más. Ora, essa fase da literatura desapareceu. A literatura hoje é uma instituição social muito generalizada. É muito fácil um sujeito apresentar-se com um romance. É um dos paradoxos mais curiosos da nossa cultura: qualquer um escreve um livro, o que desvaloriza imediatamente o livro. Há pessoas que não se consideram gente enquanto não escreverem um livro. É como se houvesse algo de anacrônico na ideia de celebridade. Um sujeito está na televisão, apresenta algum programa ou é um jornalista interessante... Enquanto não escrever um livro, não está descansado. São pessoas cuja projeção midiática não se fez com a literatura e nem precisa dela. No entanto, eles vão escrever livros, e alguns até de ficção. Esse anacronismo torna a atividade da crítica irrelevante. Eles não estão preocupados com o que um crítico literário vai dizer do livro deles. Eles já são importantes. O livro é um complemento no seu retrato. Se alguém diz mal é porque é chato. A ação de dizer mal de um livro presume que ainda há um público interessado em escolher, que ainda é possível escolher, e que nós podemos aspirar moldar a atividade literária de acordo com critérios fiéis à literatura. Ora, se um crítico se mantiver fiel àquilo que ele pensa que são os critérios de qualidade da literatura, ele está perdido, pois não vai trabalhar. Teria que passar o ano inteiro a dizer: “uma bosta, uma bosta, uma bosta, uma bosta — uma obra-prima! Ah, é do século XVIII... Desculpe. Uma bosta, uma bosta, uma bosta, uma bosta...”. Faz mal ao fígado. Conheço pessoas que acham que é útil, que é profilático denunciar certas reputações. Eu não gosto. Não vejo utilidade nenhuma isso. É uma pulsão agonística que eu não tenho. Quando acho um livro contemporâneo extraordinário, acho que é importante escrever sobre ele, fico contente de poder dizer qualquer coisa, porque ainda há autores interessantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* &lt;a href="http://www.fcsh.unl.pt/faculdade/docentes/1087"&gt;http://www.fcsh.unl.pt/faculdade/docentes/1087&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3039417567113787270?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3039417567113787270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3039417567113787270&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3039417567113787270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3039417567113787270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/abel-barros-baptista-os-bons-livros-nos.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6155722685745360184&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6155722685745360184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6155722685745360184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/voo-de-vida-comecei-me-ver-livre-ao.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3501337428830105496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3501337428830105496&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3501337428830105496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3501337428830105496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/divulgando-poesia-no-sesi-com-cleonice.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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href="http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=668"&gt;http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=668&lt;/a&gt;), membro da Academia Brasileira de Letras e professora da UFRJ desde 1944.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tema da palestra foi "Minha leitura de Adamastor", e&amp;nbsp;durante uma hora todos os presentes foram agraciados com uma interpretação magnífica de parte de Os Lusíadas, de Luís de Camões. Cleonice Berardinelli, como de costume, foi extremamente doce e brilhante, emocionando a todos e recebendo, ao final da apresentação, efusivos aplausos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vejam abaixo algumas fotos do evento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VvmdWYiefBE/Tm9FcinwGfI/AAAAAAAAAVI/J4wKb4rlxVI/s1600/IMG_1195.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" rba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-VvmdWYiefBE/Tm9FcinwGfI/AAAAAAAAAVI/J4wKb4rlxVI/s320/IMG_1195.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CYuk8WnlwvA/Tm9FiWUlmmI/AAAAAAAAAVM/MRZt2e2jMxQ/s1600/IMG_1199.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-CYuk8WnlwvA/Tm9FiWUlmmI/AAAAAAAAAVM/MRZt2e2jMxQ/s320/IMG_1199.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KMcafD258SE/Tm9FneSyhWI/AAAAAAAAAVQ/fSLExYlYa-Y/s1600/IMG_1200.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-KMcafD258SE/Tm9FneSyhWI/AAAAAAAAAVQ/fSLExYlYa-Y/s320/IMG_1200.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-1085080492011801186?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1085080492011801186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1085080492011801186&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1085080492011801186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1085080492011801186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/30-semana-de-estudos-classicos-ufrj-i.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6843104935883657959?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6843104935883657959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6843104935883657959&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6843104935883657959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6843104935883657959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/blog-post.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5xz6wExvvgg/TmYdaIaTlRI/AAAAAAAAAVE/2Rm0VTTQ2mY/s72-c/ii_encontro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2324542836751669676</id><published>2011-09-05T10:33:00.000-07:00</published><updated>2011-09-05T10:36:41.747-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Fluxo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de mim&lt;br /&gt;há um rio&lt;br /&gt;através do qual&lt;br /&gt;se movem as ruas&lt;br /&gt;e onde as pessoas todas&lt;br /&gt;deixam cair seus sonhos&lt;br /&gt;promessas e segredos,&lt;br /&gt;num ir e vir&lt;br /&gt;de sentidos vários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de mim&lt;br /&gt;um raio,&lt;br /&gt;junto do qual&lt;br /&gt;se move a vida&lt;br /&gt;e onde pessoa alguma&lt;br /&gt;é capaz de perceber &lt;br /&gt;o quanto de mim &lt;br /&gt;escapo&lt;br /&gt;ou deixo escapar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de mim&lt;br /&gt;um rastro,&lt;br /&gt;que descortina tudo quanto &lt;br /&gt;houve de vida &lt;br /&gt;plena&lt;br /&gt;e que simultaneamente se destina&lt;br /&gt;ao mais bonito &lt;br /&gt;esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Ribeiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2324542836751669676?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2324542836751669676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2324542836751669676&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2324542836751669676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2324542836751669676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/fluxo-diante-de-mim-ha-um-rio-atraves.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5986819816978935802?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5986819816978935802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5986819816978935802&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5986819816978935802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5986819816978935802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/premio-top-blog.html' title='PRÊMIO TOP BLOG'/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-337795756273102128</id><published>2011-09-01T06:18:00.000-07:00</published><updated>2011-09-01T06:23:23.319-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Academia Brasileira de Letras promove a segunda conferência do ciclo “Perspectivas da crítica literária”, com a presença de Felipe Fortuna falando sobre “A crítica literária no jornal e no livro”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A crítica literária no jornal e no livro” é tema da segunda conferência do ciclo “Perspectivas da crítica literária”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a coordenação geral do Acadêmico e Presidente da ABL Marcos Vilaça e coordenação do Acadêmico Antonio Carlos Secchin, o ciclo contará com mais duas encontros: “A poesia e a crítica”, dia 6/9, com Antonio Cícero; e, encerrando o ciclo, “Autores e leitores: crítica e redes sociais”, dia 13/9, com Miguel Sanches Neto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência “A crítica literária no jornal e no livro” acontece hoje, dia 30 de agosto, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felipe Fortuna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felipe Fortuna é mestre em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro, é poeta, ensaísta e diplomata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor-visitante do King's College, em Londres, publicou diversos livros de poemas, a partir de 1986.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançou, em 2005, Em Seu Lugar, que trazia um livro novo de poemas, juntamente com os demais até então publicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É também autor de A Escola da Sedução (1991) e A Próxima Leitura (2002), de crítica literária, além dos ensaios reunidos em Visibilidade e Curvas, Ladeiras - Bairro de Santa Teresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Academia Brasileira de Letras&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Av. Presidente Wilson 203, Castelo &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Rio de Janeiro RJ&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Tel: (21) 3974-2500 &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;E-mail: academia@academia.org.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.academia.org.br/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;www.academia.org.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-337795756273102128?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/337795756273102128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=337795756273102128&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/337795756273102128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/337795756273102128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/09/academia-brasileira-de-letras-promove.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-4952606451469269152</id><published>2011-08-31T11:30:00.000-07:00</published><updated>2011-08-31T11:30:23.405-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ESTUDOS CLÁSSICOS &lt;br /&gt;Literatura na Antiguidade Clássica: História e Ficção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faculdade de Letras da UFRJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gfcInjhCgF8/Tl59rBfDhzI/AAAAAAAAAVA/K2g1CdP0pf0/s1600/xxx_sec_cartaz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-gfcInjhCgF8/Tl59rBfDhzI/AAAAAAAAAVA/K2g1CdP0pf0/s320/xxx_sec_cartaz.jpg" width="226" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-4952606451469269152?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/4952606451469269152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=4952606451469269152&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4952606451469269152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4952606451469269152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/08/i-simposio-internacional-de-estudos.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gfcInjhCgF8/Tl59rBfDhzI/AAAAAAAAAVA/K2g1CdP0pf0/s72-c/xxx_sec_cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7863180588805837528</id><published>2011-08-26T10:09:00.001-07:00</published><updated>2011-08-26T10:09:58.777-07:00</updated><title type='text'>Concurso Poesia Ilustrada!</title><content type='html'>Divulgando!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bebetharteemoda.blogspot.com/2011/08/concurso-poesia-ilustrada.html"&gt;http://bebetharteemoda.blogspot.com/2011/08/concurso-poesia-ilustrada.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena também conhecer o trabalho da Beth Aquino!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7863180588805837528?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7863180588805837528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7863180588805837528&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7863180588805837528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7863180588805837528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/08/concurso-poesia-ilustrada.html' title='Concurso Poesia Ilustrada!'/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-1915277198002701658</id><published>2011-08-22T21:04:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T21:07:16.657-07:00</updated><title type='text'>O Enem pode prejudicar o ensino de literatura nas escolas?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O Enem pode prejudicar o ensino de literatura nas escolas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/"&gt;http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Luis Augusto Fischer*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algo de muito errado no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). É verdade, ele veio junto com ótimas iniciativas do MEC: um enorme aumento de oferta de vagas das universidades federais; uma saudável horizontalização do exame de ingresso nas universidades, puxando para diante regiões conservadoras e oferecendo mobilidade para milhares de jovens; programas multidisciplinares que tendem a abolir questões dependentes de mera decoreba e a propor outras mais criativas, que privilegiam a leitura atenta e o raciocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Enem (ele mesmo e seu papel institucional) carrega muitos e graves problemas. Ao se impor como exame quase universal de acesso ao ensino federal superior, ele na prática bloqueia experiências inventivas; ele passou de exame diagnóstico do ensino médio para exame de ingresso à universidade sem a devida reflexão sobre as consequências disso; e, finalmente, no mesmo processo de horizontalização que criou, impôs a existência de um mercado nacional que tem gerado concentração de vagas, para os cursos mais procurados, na mão de candidatos das regiões mais ricas, que em regra oferecem ensino mais exigente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso aqui abordado, envolvendo a literatura, se soma aos problemas anteriores. É menos visível, mas pode botar a perder esforços importantes. Mas antes de entrar no detalhe, é preciso reter uma preliminar, óbvia para quem trabalha no ensino médio mas invisível para quem vive apenas na universidade ou nos gabinetes de Brasília: desde os anos 1960, quando a universidade no Brasil passou a ser procurada massivamente, há sempre mais candidatos do que vagas, e os vestibulares passaram a ser o paradigma maior do ensino médio. O que cai no vestibular entra no programa de ensino da escola; o que não cai, deixa de existir, com raríssimas exceções. Então cabe a indagação: o que o Enem está cobrando em literatura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entre a leitura e a cultura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Enem apresenta perguntas sobre literatura? Sim. Mas a natureza e a qualidade dessas perguntas fazem pensar que o futuro do ensino nessa área está em vésperas de sofrer um golpe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso é que o Enem tende a tratar o texto literário como um texto qualquer. Forçando um pouco, dá para dizer que o Enem tende a tratar um poema de Drummond ou um conto de Machado de Assis no mesmo nível de uma reportagem de jornal, uma tira em quadrinhos ou um anúncio publicitário. Examinando a filosofia da prova da área que abrange a literatura, “Linguagens, códigos e suas tecnologias” (nome aborrecidamente tecnocrático para um ajuntamento de Português, Literatura, Tecnologia da Informação e, sim, Linguagem Corporal!), se percebe que quem comanda é o variacionismo, que pouca atenção dá à tradição literária culta, preferindo uma abordagem que avalia a destreza de leitura operacional, nada mais. O Enem quer da literatura a proficiência de leitura, sem uma ação detida ao ambiente cultural letrado; e nós, professores de literatura, queremos da literatura isso mas também a cultura, o contexto, as relações entre os textos e os autores. Simplificadamente: o Enem examina a literatura-leitura, e nós queremos também a literatura-cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ótimo que o Enem despreze as perguntas cretinas de certos vestibulares, que querem a mera decoreba e os clichês, que lamentavelmente ainda têm força em colégios e cursinhos. Ocorre que o bom ensino de literatura há tempos não faz isso, e se o fazia era para atender exatamente à cretinice de certos vestibulares. Certo, há questões mais delicadas: desde que o ensino formal existe no Brasil, a área de literatura foi governada pela visão escolástica, primeiro jesuítica, depois nacionalista, depois determinista etc. Não foi o vestibular de massas que inventou essa imbecilidade de que ensinar literatura é igual a impor interpretações canônicas sobre os livros: desde 1500 estamos nas antípodas do ensino emancipador na área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parêntese: um graduado agente do MEC defendeu em público o estilo das provas do Enem por serem, na visão dele, um antídoto contra os nefastos cursinhos, encarnações do capeta. Uma tolice, obviamente: em sociedade livre, quando há mais candidatos que vagas tendem a se criar mecanismos de preparação, como os cursinhos. Que eles não devem dar o tom da prova nem dos programas de ensino, é óbvio; mas que uma filosofia de prova possa acabar com eles, é fantasia esquerdista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tal prova de “Linguagens etc.” inclui literatura, mas em seu programa não define qualquer escritor, gênero literário, período de tempo, nada. O que cai na prova são itens abstratos, pertinentes (por exemplo “relações entre a dialética cosmopolitismo/localismo e a produção literária nacional”), mas imprecisos e até obscuros se vistos desde o ensino médio; este, é claro, já está tratando de preparar os alunos para a prova do Enem, mas na prática as escolas estão tentando adivinhar o que cai no exame. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa revela tendências do exame&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer saber o que cai? Bem: lemos todas as provas da área de “Linguagens etc.” do Enem (de 1998 a 2010, até a prova vazada em 2009, num total de 164 questões), série histórica na qual se pode encontrar tendências. Procuramos o que havia de literatura, num levantamento que acolheu todas as menções a qualquer coisa ligada à literatura, desde os gêneros literários clássicos (romance, conto, poesia) e os para ou semiliterários (crítica, drama, canção, quadrinhos e textos de jornal), até menções ao universo digital e mesmo pintores. E vimos o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(a) Há, por ano, 13% de questões, em média, que mencionam textos literários e semiliterários; em torno de metade delas são de fato ligadas à literatura-cultura; em 2010 caíram pela metade os dois números, abrindo perspectiva assustadora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(b) Poesia e letra de canção somadas comparecem em 42% das questões; romance, medíocres 12%; conto, apenas 3%; em contraste, histórias em quadrinhos têm gordos 19%. O que a escola pergunta é: vai ser mesmo necessário o candidato ler um romance sequer para fazer o Enem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(c) Por épocas, a soberania inconteste é do Modernismo: a literatura produzida nas décadas de 20 e 30 aparece em 30% das questões! Toda a literatura brasileira anterior a 1920 alcança só 17% — e isso inclui Gregório, Cláudio, Alencar, Machado, Euclides, Lima Barreto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(d) Frequências: Drummond é quem mais aparece, 19 vezes; em segundo vêm Machado de Assis e Bandeira, 7; depois, nenhum autor aparece mais de 5 vezes. Graciliano Ramos e João Cabral aparecem 3 vezes cada, menos do que Jim Davis (do Garfield) e Bob Thaves (da tira “Frank e Ernest”), com 4 vezes cada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este Enem, por sua filosofia e por sua força institucional, estamos caminhando para programas de literatura no ensino médio desencarnados, sem densidade cultural, tendo no centro princípios abstratos que parecem poder ser atendidos praticamente sem leitura direta dos textos literários. Nada auspicioso para quem quer formar leitores destros e cultos, e por isso autônomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*LUÍS AUGUSTO FISCHER é professor de Literatura Brasileira da UFRGS. A pesquisa foi feita por Gabriela Luft, Karina Lucena, Carla Vianna, Guto Leite, Marcelo Frizon e Daniel Weller, alunos do PPG Letras da UFRGS e professores de literatura.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-1915277198002701658?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1915277198002701658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1915277198002701658&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1915277198002701658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1915277198002701658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/08/o-enem-pode-prejudicar-o-ensino-de.html' title='O Enem pode prejudicar o ensino de literatura nas escolas?'/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6082532431378264360</id><published>2011-08-18T05:15:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T05:18:38.783-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;19/08 Adriano Espínola e Mano Melo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sca7bSb8vFk/Tk0CDHbZgYI/AAAAAAAAAU8/5zOrSDb-cE0/s1600/poesia+no+sesi+bunner.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="172" qaa="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-sca7bSb8vFk/Tk0CDHbZgYI/AAAAAAAAAU8/5zOrSDb-cE0/s320/poesia+no+sesi+bunner.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.poesianosesirj.blogspot.com/"&gt;http://www.poesianosesirj.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Poesia no SESI-RJ/Centro acontece quinzenalmente, no Teatro do SESI (avenida Graça Aranha, nº1, Centro) ao meio dia e a entrada é franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-sca7bSb8vFk/Tk0CDHbZgYI/AAAAAAAAAU8/5zOrSDb-cE0/s72-c/poesia+no+sesi+bunner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-8548916692504525794</id><published>2011-08-16T12:59:00.000-07:00</published><updated>2011-08-16T16:29:21.400-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>contra mim bate a esperta difusão &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Valter Hugo Mãe)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;contra mim bate a esperta difusão&lt;br /&gt;do tempo, a extensa confusão do&lt;br /&gt;olhar, a vibrante galeria da&lt;br /&gt;cor: o espaço. durante uma&lt;br /&gt;pequena e qualquer loucura, não&lt;br /&gt;me componho.&lt;br /&gt;se não somos mudos, ficarei&lt;br /&gt;surdo. nestas rochas onde o&lt;br /&gt;sol se desleixa e persegue as&lt;br /&gt;águias que escondem ninhos&lt;br /&gt;secos.&lt;br /&gt;e é quando tento agarrar&lt;br /&gt;o sol que reparo ter&lt;br /&gt;as mãos convexas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valter Hugo Mãe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-8548916692504525794?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/8548916692504525794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=8548916692504525794&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8548916692504525794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8548916692504525794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/08/contra-mim-bate-esperta-difusao-valter.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1489732352895782586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1489732352895782586&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1489732352895782586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1489732352895782586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/08/ando-devaneio-nao-me-disfarco-mais-ando.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=4122493924285405541&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4122493924285405541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4122493924285405541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/08/entrevista-com-o-mestre-joao-ubaldo.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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O evento aconteceu nos dias 7, 14, 21 e 28 de&amp;nbsp;junho&amp;nbsp;deste ano no Rio de Janeiro, teve curadoria de Antonio Cicero&amp;nbsp;e contou também&amp;nbsp;com a participação de Tzvetan&amp;nbsp;Todorov, Marjorie Perloff e Michek Deguy. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;IMPERDÍVEL!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.formaesentido.com.br/filmes_wisnik.html"&gt;http://www.formaesentido.com.br/filmes_wisnik.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais detalhes em &lt;a href="http://www.formaesentido.com.br/"&gt;http://www.formaesentido.com.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5102813691889103271?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5102813691889103271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5102813691889103271&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5102813691889103271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5102813691889103271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/07/link-para-palestra-de-jose-miguel.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7405115385936506695</id><published>2011-07-18T05:45:00.000-07:00</published><updated>2011-07-18T05:45:02.965-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Prefeitura do Rio e Secretaria Municipal de Cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;apresentam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de 17 a 22 de julho de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ÁFRICA DIVERSA - I ENCONTRO DE CUTURA AFRO-BRASILEIRA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.africadiversa.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;www.africadiversa.com.br&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centro Municipal de Artes&lt;br /&gt;Calouste Gulbenkian&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Encontro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil recebeu e ainda recebe uma grande influência da África na formação de sua identidade. A riqueza e diversidade das manifestações culturais, grupos, artistas e pesquisadores que encontramos em nosso território e que dialogam com a cultura de alguns países do continente africano nos comprovam a veracidade desta afirmação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto "África Diversa: I Encontro de Cultura Afro-Brasileira" traz uma programação que inclui shows, apresentações, oficinas, mini-cursos, contações de histórias, mostra de cinema, livraria, lançamentos de livros, palestras e um seminário; no intuito de mostrar um panorama da diversidade cultural afro-brasileira e africana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atividades vão privilegiar em sua abordagem os seguintes temas: a formação de identidades da cultura afro-brasileira, sua diversidade cultural, a relação entre tradição e contemporaneidade, o diálogo África-Brasil e a importância da transmissão oral nestas sociedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro encontro será de 18 a 22 de julho de 2011 e será realizado no Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian, na Praça Onze com artistas como Naná Vasconcelos (PE), François Moïse Bamba (Burkina Faso), Raíz de Polon (Cabo Verde). No dia 17 de julho, dia anterior à abertura oficial, dois cortejos bastante simbólicos - a Guarda de Moçambique de Nossa Senhora das Mercês e a Guarda de Congo de Nossa Senhora do Rosário da cidade de Oliveira, Minas Gerais - que cantam e dançam uma tradição iniciada antes de 1888, mas que hoje ainda se encontra viva e em constante movimento, farão cortejos pela cidade do Rio de Janeiro. Em Copacabana, estes grupos vão encontrar o mar, cantando e louvando as tradições de Nossa Senhora do Rosário, surgida das águas. Já na Praça XV, local da assinatura da lei que libertou os escravos, os tambores, gungas e patangomes - instrumentos utilizados pelos Congadeiros - vão mostrar a força da cultura negra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da programação do "África Diversa", criamos um Seminário que inclui duas mesas, três mini-cursos e oito oficinas para a formação de 120 educadores, com a participação de nomes como Alberto da Costa e Silva, Nei Lopes, Emanoel Araújo. Esta ação vai colaborar na demanda da abordagem de questões ligadas à cultura afro-brasileira em sala de aula, trazendo novas questões, olhares e reflexões sobre essa temática no Brasil e na África, rememorando a nós, brasileiros, quem somos e os diversos caminhos, experiências e realidades que encontramos do lado de lá e de cá do Atlântico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniele Ramalho&lt;br /&gt;Curadoria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7405115385936506695?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7405115385936506695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7405115385936506695&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7405115385936506695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7405115385936506695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/07/prefeitura-do-rio-e-secretaria.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-195390075497704988</id><published>2011-07-12T04:05:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T04:05:03.368-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quem Namora (Artur da Távola)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Namorar é a forma bonita de viver um amor.&lt;br /&gt;Não namora quem cobra nem quem desconfia.&lt;br /&gt;Namora, quem lê nos olhos e sente no coração&lt;br /&gt;as vontades saborosas do outro.&lt;br /&gt;Namora, quem se embeleza em estado de amor.&lt;br /&gt;Namora, quem suspira, quem não sabe esperar mas espera,&lt;br /&gt;quem se sacode de taquicardia e timidez diante da paixão.&lt;br /&gt;Namora, quem ri por bobagem, quem sente frios e calores&lt;br /&gt;nas horas menos recomendáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não namora quem ofende, quem transforma&lt;br /&gt;a relação num inferno, ainda que por amor.&lt;br /&gt;Amor às vezes entorta, sabia?&lt;br /&gt;E quando acontece, o feito pra bom faz-se ruim.&lt;br /&gt;Não namora quem só fala em si e deseja o parceiro&lt;br /&gt;apenas para a glória do próprio eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não namora quem busca a compreensão&lt;br /&gt;para a sua parte ruim.&lt;br /&gt;O invejoso não namora. Tampouco o violento!&lt;br /&gt;Namorados que se prezam têm a sua música.&lt;br /&gt;E não temem se derreter quando ela toca.&lt;br /&gt;Ou, se o namoro acabou, nunca mais dela se esquecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Namora, quem começa a ver muito mais no mesmo&lt;br /&gt;que sempre viu e jamais reparou. &lt;br /&gt;Por isso só namora quem se descobre dono de um lindo amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só namora quem não precisa explicar, quem já começa a&lt;br /&gt;falar pelo fim, quem consegue manifestar com clareza e&lt;br /&gt;facilidade tudo o que fora do namoro é complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Namora, quem diz: "Precisamos muito conversar"; e quem é&lt;br /&gt;capaz de perder tempo, muito tempo, com a mais útil das&lt;br /&gt;inutilidades e pensar no ser amado, degustar cada&lt;br /&gt;momento vivido e recordar palavras, fotos e carícias com&lt;br /&gt;uma vontade doida de estourar o tempo e embebedar-se de&lt;br /&gt;flores astrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Namora, quem sonha, quem teima, quem vive morrendo de&lt;br /&gt;amor e quem morre vivendo de amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Artur da Távola)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-195390075497704988?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/195390075497704988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=195390075497704988&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/195390075497704988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/195390075497704988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/07/quem-namora-artur-da-tavola-namorar-e.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-3290513703149853334</id><published>2011-07-06T11:34:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T11:34:02.044-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>FESTLIP 2011 - FESTIVAL DE TEATRO DA LÍNGUA PORTUGUESA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrada Franca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhes em: &lt;a href="http://www.talu.com.br/festlip/"&gt;http://www.talu.com.br/festlip/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3290513703149853334?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3290513703149853334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3290513703149853334&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3290513703149853334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3290513703149853334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/07/festlip-2011-festival-de-teatro-da.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7952929535169068421</id><published>2011-07-06T07:07:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T07:07:26.671-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;O mundo é grande&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo é grande e cabe&lt;br /&gt;nesta janela sobre o mar.&lt;br /&gt;O mar é grande e cabe&lt;br /&gt;na cama e no colchão de amar.&lt;br /&gt;O amor é grande e cabe&lt;br /&gt;no breve espaço de beijar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7952929535169068421?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7952929535169068421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7952929535169068421&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7952929535169068421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7952929535169068421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/07/o-mundo-e-grande-o-mundo-e-grande-e.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6004199138683454101</id><published>2011-07-01T11:04:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T11:04:15.905-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Um sem nome&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia sem nome&lt;br /&gt;deixa de existir?&lt;br /&gt;E o que nele&lt;br /&gt;se viuveu&lt;br /&gt;ganha em desimportância?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6004199138683454101?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6004199138683454101/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6004199138683454101&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6004199138683454101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6004199138683454101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/07/um-sem-nome-um-dia-sem-nome-deixa-de.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6895949204744898739&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6895949204744898739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6895949204744898739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/06/espelho-ao-abrir-algumas-portas.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5666244244290052018?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5666244244290052018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5666244244290052018&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5666244244290052018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5666244244290052018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/06/nova-casa-aluguei-um-lugar-pra-morar-no.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-920103735392633555</id><published>2011-06-08T12:29:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T12:29:25.983-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EfRJ6M9OQTw/Te_Mk6V2-uI/AAAAAAAAAU4/OK2SsaAmCJE/s1600/secchin.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="280" src="http://2.bp.blogspot.com/-EfRJ6M9OQTw/Te_Mk6V2-uI/AAAAAAAAAU4/OK2SsaAmCJE/s400/secchin.jpg" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-920103735392633555?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/920103735392633555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=920103735392633555&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/920103735392633555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/920103735392633555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/06/blog-post.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-EfRJ6M9OQTw/Te_Mk6V2-uI/AAAAAAAAAU4/OK2SsaAmCJE/s72-c/secchin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2618934416554445254</id><published>2011-06-08T12:19:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T12:19:26.255-07:00</updated><title type='text'>Antonio Cicero: A poesia como liberdade e experiência do ser</title><content type='html'>Reproduzo, aqui no Poesia em Blog, texto do poeta e filósofo Antonio Cicero, publicado em seu blog, &lt;a href="http://www.antoniocicero.blogspot.com/"&gt;http://www.antoniocicero.blogspot.com/&lt;/a&gt;, ao qual recomendo a todos uma, ou melhor,&amp;nbsp;várias visitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antonio Cicero: A poesia como liberdade e experiência do ser&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seguinte artigo, em que apresento o ciclo de conferências Forma e Sentido: Poesia, que terá lugar no espaço do Oi Futuro do Flamengo, no Rio de Janeiro, e será inaugurado na próxima 3ª feira, com conferência de Tzvetan Todorov, foi publicado ontem, sábado, no suplemento "Prosa e Verso", de O Globo. O leitor encontrará informações detalhadas sobre esse ciclo de conferências no seguinte endereço: &lt;a href="http://www.formaesentido.com.br/"&gt;http://www.formaesentido.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A poesia como liberdade e experiência do ser&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curador de ciclo de palestras sobre o tema, Antonio Cicero, afirma que inutilidade do poema o torna indispensável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos numa época que – com a Internet, os computadores, os celulares, os tablets etc. – experimenta o desenvolvimento de uma tecnologia que tem, entre outras coisas, o sentido manifesto de acelerar tanto a comunicação entre as pessoas quanto a aquisição, o processamento e a produção de informação. Seria, portanto, de esperar que, podendo fazer mais rapidamente o que fazíamos outrora, tivéssemos hoje à nossa disposição mais tempo livre. Ora, ocorre exatamente o oposto: quase todo o mundo se queixa de não ter mais tempo para nada. Na verdade, o tempo livre parece ter encolhido muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que, de maneira geral, a fruição de um poema exige mais tempo livre do que a fruição de obras pertencentes a outros gêneros artísticos. Não precisamos nos concentrar numa canção ou numa pintura ou numa escultura ou na arquitetura de um prédio para que elas nos deleitem. Podemos apreciá-las en passant. Não é assim com um poema escrito. Quem lê um poema como se fosse um artigo, um ensaio ou um e-mail, por exemplo, não é capaz de fruí-lo. Para apreciar um poema é necessário dedicar-lhe tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que, numa época em que todos se queixam de falta de tempo, é evidente que sobram argumentos para aqueles que pretendem não haver mais, na nossa época, lugar para a poesia. E não são poucos os que hoje afirmam que a poesia ficou para trás: que foi superada pelos joguinhos eletrônicos, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, penso o contrário. É exatamente nesta época de aceleração desembestada que a poesia mais se faz desejável. Por que? Porque o que me parece inteiramente indesejável é a aceitação passiva da inevitabilidade do encolhimento do nosso tempo livre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que, se praticamente não temos mais tempo livre, isso ocorre porque praticamente todo o nosso tempo – mesmo aquele que se pretende livre – está preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor – inclusive, evidentemente nos tais joguinhos eletrônicos –, do desempenho. Não estamos livres quase nunca porque nos encontramos numa cadeia utilitária em que parece que o sentido de todas as coisas e pessoas que se encontram no mundo, o sentido inclusive de nós mesmos, é sermos instrumentais para outras coisas e pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas circunstâncias, nada e ninguém jamais vale por si, mas apenas como um meio para outra coisa ou pessoa que, por sua vez, também funciona como meio para ainda outra coisa ou pessoa, e assim ad infinitum. Pode-se dizer que participamos de uma espécie de linha de montagem em moto contínuo e vicioso, na qual se enquadram as próprias “diversões” que se nos apresentam imediatamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tal situação, parece-me que uma das poucas ocasiões em que conseguimos romper a cadeia utilitária cotidiana é quando, concedendo a um poema a concentração por ele solicitada, permitimos que ele “esbanje” o nosso tempo. Configura-se então um tempo livre, isto é, um tempo que já não se encontra determinado pelo princípio do desempenho. Afinal, a rigor, o poema não serve para nada. Ou bem a leitura de um poema recompensa a si própria, isto é, vale por si, ou bem ela não vale absolutamente nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesse tempo livre que nos deleitamos em flanar pelas linhas dos poemas que mereçam uma leitura ao mesmo tempo vagarosa e ligeira, reflexiva e intuitiva, auscultativa e conotativa, prospectiva e retrospectiva, linear e não-linear, imanente e transcendente, imaginativa e precisa, intelectual e sensual, ingênua e informada. E, para tanto, deixamos que em nosso pensamento interajam e brinquem uns com os outros todos os recursos de que dispomos: razão, intelecto, experiência, emoção, sensibilidade, sensualidade, intuição, senso de humor, memória, cultura, crítica etc. Desse modo, a leitura de poesia proporciona uma apreensão alternativa – e poderosa – do próprio ser. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo caso, foram semelhantes reflexões sobre o sentido da poesia no mundo contemporâneo que me motivaram a conceber uma série de palestras proferidas por alguns dos teóricos e/ou poetas que tenham pensado de modo profundo e original sobre essa questão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2618934416554445254?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2618934416554445254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2618934416554445254&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2618934416554445254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2618934416554445254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/06/antonio-cicero-poesia-como-liberdade-e.html' title='Antonio Cicero: A poesia como liberdade e experiência do ser'/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2841516982692705432</id><published>2011-06-02T13:32:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T13:32:53.271-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZXz9qlo9eTc/TefyrddQAzI/AAAAAAAAAU0/dOXdg-6Fcb0/s1600/poesia+no+sesi+bunner.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="172" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZXz9qlo9eTc/TefyrddQAzI/AAAAAAAAAU0/dOXdg-6Fcb0/s320/poesia+no+sesi+bunner.jpg" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o mês de junho o Poesia no SESI-RJ/Centro vai homenagear o poeta, professor e crítico literário Gilberto Mendonça Teles e comemorar os seus 80 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as homenagens, Claufe Rodrigues e Mônica Montone vão receber no palco do Teatro do SESI Cesar Cardoso, Dudu Pererê, Nathalia Colombo, Alice Souto e o homenageado do mês, Gilberto Mendonça Teles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poesia no SESI-RJ/Centro acontece no Teatro do SESI (av. Graça Aranha, nº1, Centro) quinzenalmente, às sextas-feiras, e a entrada é franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03/06 Cesar Cardoso apresentando Dudu Pererê, Nathalia Colombo, Alice Souto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17/06 Gilberto Mendonça Teles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quinzenalmente, às sextas-feiras, ao meio dia, no Teatro do SESI. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Avenida Graça Aranha, nº 1, Centro, RJ. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Entrada franca&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2841516982692705432?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2841516982692705432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2841516982692705432&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2841516982692705432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2841516982692705432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/06/durante-o-mes-de-junho-o-poesia-no-sesi.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZXz9qlo9eTc/TefyrddQAzI/AAAAAAAAAU0/dOXdg-6Fcb0/s72-c/poesia+no+sesi+bunner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2098949332248466977</id><published>2011-05-31T07:57:00.000-07:00</published><updated>2011-05-31T07:57:04.676-07:00</updated><title type='text'>Jornal de Literatura Rascunho</title><content type='html'>Amigos, abaixo um link para baixar o Jornal de Literatura Rascunho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por Robson Ribeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rascunho.gazetadopovo.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Rascunho_site_134.pdf"&gt;http://rascunho.gazetadopovo.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Rascunho_site_134.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rascunho.gazetadopovo.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Rascunho_site_134.pdf"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2098949332248466977?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2098949332248466977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2098949332248466977&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2098949332248466977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2098949332248466977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/jornal-de-literatura-rascunho.html' title='Jornal de Literatura Rascunho'/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-207986949080801509</id><published>2011-05-30T05:01:00.000-07:00</published><updated>2011-05-30T05:01:51.238-07:00</updated><title type='text'>Reprodução da coluna de José Miguel Wisnik, publicada no O Globo do último sábado</title><content type='html'>JOSÉ MIGUEL WISNIK - Analfabetismo funcional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O GLOBO - 28/05/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resisto a voltar à discussão sobre o livro de Heloísa Ramos, "Para uma vida melhor", oficializado pela chancela do MEC. Falei dele e da polêmica que ele despertou, na semana passada, mas os efeitos sintomáticos que o livro desencadeou ainda ficam ressoando demais. Talvez porque eu tenha sabido da notícia, revoltante em sua miudeza obscurantista, de que o deputado Átila Nunes, do PSL do Rio, apresentou projeto de lei para que se proíba a distribuição do livro nas escolas do estado. Suponho que esse Átila não vai conseguir esterilizar os caminhos por onde passa, como o rei dos hunos que lhe dá nome, mas a sua proposta é cheia de sinais reveladores. O artigo de José Sarney na "Folha de S. Paulo", invocando Fernando Pessoa em nome da unidade linguística da pátria, também não me fez bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dá às reações o seu caráter de sintoma de alguma outra coisa é a desproporção entre o que se lê em "Para uma vida melhor", dentro do seu contexto próprio, e as afirmações de que ele convida perigosamente ao abandono da concordância gramatical em nome de uma permissiva e perversa norma inculta a ser adotada generalizadamente. Como eu já disse aqui, o capítulo expõe com elegância procedimentos para se escrever com limpidez, justificando-os pela necessidade de fazê-lo em certos contextos. Extrai esses princípios de coesão, clareza e propriedade das necessidades do próprio texto que se escreve, balizados pela norma culta, sem tomá-la como a verdade universal que ela não é. Faz isso tão bem que acaba demonstrando na prática, em bom português, que a escrita segundo padrões decantados pela tradição, em seu estado atual e vivo, não deveria ter vergonha de se apresentar aos estudantes e professores como um instrumento modelar a ser adotado como tal. Afinal, há de ser por algum motivo forte, maior do que aqueles que ele mesmo apresenta, que o livro pratica o padrão linguístico que ele relativiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o meu reparo filosófico e pedagógico, a meu ver de grandes consequências, a ser considerado pela autora e pelo MEC: aceitar-se a multiplicidade das falas como um substrato cultural democrático, sem preconceitos, sim, mas afirmar também a ampla validade, não meramente circunstancial, dos padrões decantados pela língua escrita como um repertório a ser atingido, praticado e renovado, pelo seu longo alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso que acabo de dizer faz parte de uma conversa esclarecida, sobre um trabalho pedagógico honesto, que teve o mérito, mesmo que não buscado, de tocar numa questão tabu. Já a extensão das reações escandalizadas adquire a dimensão do sintoma, a merecer uma psicanálise coletiva. Por que será que é tão insuportável que se admita com naturalidade as variantes linguísticas dos falares, e por que se teme com tanta ênfase que a menção desse fato nas escolas vá nos arrastar irremediavelmente para o pântano do caos linguístico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque esse pântano patina sob os próprios pés de quem fala. Nesse sentido, o projeto de lei do deputado do PSL é um índice hilariante. O projeto pretende proibir "qualquer livro, didático, paradidático ou literário com conteúdo contrário à norma culta ou que viole de alguma forma o ensino correto da gramática de nosso idioma nacional". Querer que a literatura obedeça aos gramáticos oficiais, sob pena de retirada do mercado, só pode ser o delírio de quem tropeça na língua portuguesa a cada frase. É o que acontece no projeto de lei do deputado, que estende a sua justificativa a outros tipos de livro que "acabam fazendo apologia a questões criminais ou despertam precocemente o libido dos jovens, incentivando conceitos distorcidos da verdade social".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Apologia a questões criminais"? O deputado não é forte em regência nem no apuro semântico dos termos. "O libido dos jovens"? Será que é isso mesmo que estou lendo? Se for, então esse Átila é um perigoso devastador da língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo folclórico tem valor de sintoma, na sua caricatura. José Sarney, ao afirmar erradamente que se resolveu no Brasil "criminalizar quem fala corretamente", diz que "defender a língua é defender a pátria", acrescentando: "eis a origem da famosa frase de Fernando Pessoa: "A minha pátria é a língua portuguesa"". Mas Fernando Pessoa não está dizendo nessa frase do "Livro do desassossego", em tom sentencioso, que a língua está a serviço da defesa da pátria ("a língua portuguesa é a minha pátria"). Está invertendo esse raciocínio e dizendo que o seu compromisso de escritor é com a língua livre e criadora ("minha pátria é a língua portuguesa").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que se vê nos textos de Pessoa reunidos no livro "A língua portuguesa", onde começa dizendo abertamente que a palavra falada é democrática e segue os usos. "Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal. Se a maioria usa de uma construção errada, da mesma construção teremos que usar." O maior poeta do século não está preconizando o erro, está constatando que a língua falada é um fenômeno de massa que segue suas próprias leis, independente de qualquer norma, e arrasta os falantes para os seus usos coletivos. Não muito diferente do livro distribuído pelo MEC. A palavra escrita, por outro lado, dizia Pessoa, impõe suas necessidades e tem as suas regras como lastro. O escritor está livre delas, porque faz com a língua o que quiser. O povo também está livre delas. O Estado, no entanto, através da escola, deve ensiná-las como algo que nos serve de baliza e adianto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não como uma prisão às regras. Para podermos estar mais livres delas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-207986949080801509?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/207986949080801509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=207986949080801509&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/207986949080801509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/207986949080801509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/reproducao-da-coluna-de-jose-miguel.html' title='Reprodução da coluna de José Miguel Wisnik, publicada no O Globo do último sábado'/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-614957148136988928</id><published>2011-05-27T11:18:00.000-07:00</published><updated>2011-05-27T11:18:49.105-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Uns dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias em que se acorda&lt;br /&gt;querendo-se apaixonar,&lt;br /&gt;e há dias em que me apaixono&lt;br /&gt;ao acordar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-614957148136988928?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/614957148136988928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=614957148136988928&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/614957148136988928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/614957148136988928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/uns-dias-ha-dias-em-que-se-acorda.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6134222915753866787</id><published>2011-05-24T04:42:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T04:44:39.155-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Reproduzo aqui a coluna de Caetano Veloso, publicada no jornal O GLOBO do último domingo, dia 22/05.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POR UMA VIDA MELHOR&lt;br /&gt;CAETANO VELOSO - O GLOBO - 22/05/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ler o livro de Heloisa Ramos por inteiro. Estou na Bahia gravando a voz de Gal com Moreno no estúdio Ilha dos Sapos, de Carlinhos Brown (que fica no Candeal, um bairro com muitas características de favela mas que transpira tranquilidade e autoestima, o que se deve ao trabalho da Timbalada de Brown na área): não tive tempo de procurar o livro e estudá-lo. Fico com as notícias exageradas da imprensa, que estamparam manchetes alarmistas sobre o MEC ter aprovado uma cartilha que “ensina a falar errado”, e os artigos de Bagno e Possenti, os sociolinguistas que parecem crer que a língua é viva hoje, mas que também parecem negar que as normas vigentes são criação do povo (“o inventalínguas”) através dos séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os linguistas estão certos ao denunciarem a açodada reação dos jornais: estes tratam um comentário feito numa página como se fosse a totalidade dos ensinamentos do livro. Mas os jornais são jornais: têm de excitar, entusiasmar, fazer indignar-se seus leitores, enquanto os informam. Não é absurdo que tenham tomado o breve comentário como sintoma de um problema grande que o livro pode representar. A pressa com que os sociolinguistas, em atitude verdadeiramente esnobe, desqualificam os jornalistas por conhecerem menos bem a norma culta do que eles próprios sugere uma euforia de superioridade,um deslumbrament de qualificação científica quemais aponta para uma vaidadearrogante do que para o alegado pendor igualitarista. No fim das contas, ouvimosecos das odes ao português de Lula que eram mantra da campanha petista (a qual começou faz décadas e nunca terminou, nem mesmo com o metalúrgico cumprindo dois mandatos e fazendo a sucessora), o que, por sua vez, remete aos cargos distribuídos aos companheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendo que se queira ensinar linguística ou sociologia aos alunos de alfabetização. De qualquer idade. É auspicioso que se informem os professores sobre as descobertas dessas disciplinas. Mas ao aspirante ao letramento, quanto mais firmeza simples melhor. Possenti está certo ao afirmar que ninguém precisa ensinar quem diz “os peixe” a dizer “os peixe”. Ensinam-se as regras de concordância da norma culta. A menção à legitimidade da forma em que o plural se exprime apenas (e satisfatoriamente) no artigo é só uma demonstração do professor de que ele não acha que o aluno “é burro” ou que a forma que usa é “errada”. O mestre, depois de anunciar a equivalência essencial das duas formas, alertaria o estudante para o fato de que o uso de uma delas pode levá-lo a ser vítima de “preconceito linguístico”. Mas quem busca alfabetizar-se tem sede de conhecer os mecanismos da gramática vigente neste ponto da história. E explicações complexas não fazem avançar o aprendizado. Esses linguistas têm grande ciúme do sucesso que fazem os professores de gramática que, oferecendo aquilo de que tem sede a grande massa, ocupam espaços em jornais e tempo no rádio e na TV. Deduzem — e alardeiam — que estes são representantes dos esquemas de dominação de classe. A busca de lógica na criação da gramática — de uma mínima lógica que mantém a língua de pé e a faz mais capaz — é tida como imposição de gramáticos vilões. Ora, se a gente diz “se suicidar”, vendo que é logicamente errado (por pleonástico) mas admitindo que o povo consagrou a forma pronominal do verbo, e se os mestres, do primário à universidade, ensinam assim, é prova de que o que fazemos é adotar as mudanças que pegam. Milhões seriam os exemplos de fatos semelhantes. Se o inglês é uma espécie de “português popular às avessas”, por deixar o artigo inalterado e indicar o plural apenas no substantivo (“the books”, enquanto dizemos “os livro”), devemos louvar a hegemonia do inglês (e sua combinação de altíssima entropia com capacidade de acolher repertório de outras línguas)? Ou o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que a novidade de livros didáticos legitimarem formas como “os peixe” não pode deixar de ser notícia espalhafatosa. Pelo simples fato de que esse assunto interessa, surpreende, indigna, excita, alegra e exalta semianalfabetos que desejam aprender, jornalistas bem ou medianamente letrados, pais de família preocupados com o futuro dos seus filhos, professores de gramática — e linguistas semi- ou ultra sofisticados (para usar aqui o hífen à moda inglesa). Ou seja, dos sem-poder aos mais poderosos. Os linguistas não estão entre os primeiros. O Brasil, a Terra em Transe de Glauber, que é o país que pôs Lula no mapa-múndi (ele é nominalmente citado no livro de Khanna por uma fala sua sobre vontade política), não pode aparecer aos próprios olhos como um exemplo de nação linguisticamente preconceituosa. William Bonner dando a notícia sobre o livro de Heloisa não tem nada de monstruoso. Os sociolinguistas petistas, por sua vez, não são meros esnobes inúteis ao reagir como se assim fosse: há algo de bom em termos esse tipo de alerta. Contanto que não deixemos a confusão (inclusive essa minha aparente indefinição aqui) atrapalhar nosso desejo de criar uma vida melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sandra de Sá cantando com Seu Jorge no Municipal semana passada é resposta melhor a tudo isso. Para não falar em Djavan, Milton, Sandy, Olodum Mirim, Guto Graça Mello, e, sobretudo, Bethânia. Tem momentos em que parece mesmo que temos recursos para fazer o que devemos. E o que devemos é salvar o mundo com a nossa (como diz Khanna) nacionalidade forte. Por que fazer por menos? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6134222915753866787?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6134222915753866787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6134222915753866787&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6134222915753866787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6134222915753866787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/reproduzo-aqui-coluna-de-caetano-veloso.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-9173855797352853287</id><published>2011-05-20T04:41:00.000-07:00</published><updated>2011-05-20T04:59:23.780-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;BREVE ANÁLISE DO CONTO "A TERCEIRA MARGEM DO RIO", DE GUIMARÃES ROSA.&lt;br /&gt;Por ROBSON RIBEIRO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando iniciamos a leitura de um conto, que experiências esperamos viver através desse exercício? Quais serão as razões que farão com que nos sintamos entusiasmados a prosseguir até a última palavra do texto? Que particularidades desse texto serão indispensáveis para que o consideremos uma obra literária de qualidade?&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em um conto como “A Terceira Margem do Rio”, de João Guimarães Rosa, por exemplo, o que pode ser destacado como características que fazem com que ele se diferencie das demais obras do mesmo tipo? Que reações esse conto pode provocar no leitor, de modo a ser considerado como um texto de boa qualidade literária?&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, o que será abordado aqui não esgotará as possibilidades do conto de Guimarães Rosa, no entanto, iremos trabalhar alguns aspectos que nos possibilitem encontrar respostas para as questões acima ou ao menos um caminho para que possa ser desenvolvida uma reflexão acerca do tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TRABALHO DO ESCRITOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para iniciar o nosso raciocínio, vamos conhecer um pouco daquilo que o próprio autor pensava a respeito da literatura e como ele trabalhava na feitura dos seus textos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O material linguístico existente basta ainda para prospectos de publicidade e declarações políticas, mas não basta mais para a poesia, não basta mais para pronunciar verdades humanas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cada palavra é na sua essência um poema. Pense só na sua gênese”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas eu choco também meus livros; uma pequena palavra, uma única palavra, ou uma frase, podem ocupar-me durante horas ou dias.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Apenas sou incorrigivelmente pelo melhorar e aperfeiçoar, sem descanso, em ação repetida, dolorida, feroz, sem cessar até o último momento, a todo custo. Faço isto com os meus livros. Neles, não há nem um momento de inércia. Nenhuma preguiça! Tudo é retrabalhado, repensado, calculado, rezado, refervido, recongelado, descongelado, purgado e reengrossado, outra vez filtrado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Meu método implica a utilização de cada palavra como se ela tivesse acabado de nascer, para limpá-la das impurezas da linguagem cotidiana e reduzi-la a seu estado original.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Receio demais os lugares-comuns, as descrições muito exatas, os crepúsculos certinhos, tipo cartões postais. Se abusa muito na ficção nacional.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não procuro uma linguagem transparente. Ao contrário, o leitor tem de ser chocado, despertado de sua inércia mental, da preguiça e dos hábitos. Tem de tomar consciência viva do escrito, a todo momento. Tem quase de aprender novas maneiras de sentir e de pensar. Não o disciplinado – mas a força elementar, selvagem. Não a clareza – mas a poesia, a obscuridade do mistério que é o mundo. E é nos detalhes, aparentemente sem importância, que estes efeitos se obtêm.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINGUAGEM DIFERENCIADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À medida que avançamos numa leitura atenta do conto, vamos percebendo o resultado do trabalho que Guimarães Rosa realiza com a linguagem no intuito de conseguir, utilizando as palavras de uma maneira especial, uma expressividade que nos permite ver reveladas outras faces além do sentido comum que damos às coisas.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já no título do conto, “A Terceira Margem do Rio”, nos deparamos com algo que foge à nossa percepção rotineira. O que seria, num rio, a terceira margem? Aqui já se observa uma utilização diferenciada da linguagem, fato que estimula o leitor a prosseguir na leitura para tentar entender / desvendar o que o autor pretende.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O conto é narrado por um dos personagens, que é filho do homem que resolve um dia abandonar a família e a vida que levava para passar o resto dos seus dias num rio dentro de uma canoa. A história é contada de maneira informal, dando-se ênfase à comunicação pela fala, à oralidade, característica propícia ao uso de expressões espontâneas e à inovação linguística.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma característica marcante do trabalho de Guimarães Rosa é a sua capacidade de fazer uso das palavras de uma maneira não-habitual, utilizando brasileirismos, termos arcaicos, eruditos, técnicos, formas populares e também novos vocábulos, os seus famosos neologismos.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No conto, percebemos diversas ocorrências de palavras pouco utilizadas no dia a dia ou mesmo específicas de determinadas regiões, como por exemplo, as formas “alembro”, “estúrdio”, “encalcou”, “matula”, “esconso”, “gasalhado”, “vagação”, “entrelembro”, “malsinar”, “tororama”, “concordado”, “s´embora” e “falimento”.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há exemplos também de novas palavras, como em “diluso”, “demoramento”, “fervimento”, “ao-longe”, “se-ir”, e “diz-que-disseram”. &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, para dar fluidez, expressividade, ritmo e poeticidade ao texto, Guimarães Rosa exerce a fuga dos lugares-comuns empregando expressões que buscam revitalizar a linguagem já desgastada pelo uso habitual e explorando diversos recursos em vários níveis da língua, que vão além do lexical: o sintático, o sonoro e a pontuação.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como exemplos disso, podemos citar as expressões “e a canoa saiu se indo”, “Só executava a invenção de se permanecer”, “se desertava”, “As vozes das notícias se dando pelas certas pessoas”, “solto solitariamente”, “só se encobrindo de não saber”, “Nossa mãe muito não se demonstrava”, “nosso pai se desaparecia”, “era só um quase”, “de espanto de esbarro”, “no devagar depressa dos tempos”, “rio-rio-rio, o rio”, “Eu estava muito no meu sentido”, “meu coração bateu no compasso do mais certo” e “E estou pedindo, pedindo, pedindo um perdão”. &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa prática denota à história uma atmosfera toda particular, que requer do leitor envolvimento lírico e esforço intelectual para exercer a imaginação e a capacidade de empregar novos sentidos às palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TERCEIRA MARGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Identificadas as características descritas anteriormente, devemos nos ater à trama. Como foi citado antecipadamente, o título do conto já nos causa certa estranheza, que vai se intensificando no decorrer da leitura. Através de uma narrativa aparentemente simples, vamos tomando conhecimento dos fatos, nos envolvendo e nos identificando com os sentimentos expressos pelos personagens.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Logo no primeiro parágrafo entramos em contato com os traços da personalidade do pai através das palavras do filho: “homem cumpridor, ordeiro, positivo”. Uma vida normal que, repentinamente, se transforma em algo surreal através de uma atitude não esperada. Resolve viver isolado de tudo e de todos, algo que pode ser interpretado ao mesmo tempo como uma fuga ou uma tentativa de tomar para si as rédeas da vida e não ter de se preocupar com mais nada além da própria existência / sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse quadro nos faz pensar no tanto de frustrações, pressões e angústias que cada um de nós carrega dentro de si. Sentimentos que nos causam, não raro, a vontade de recomeçar, de sumir, de mudar radicalmente a vida. Mas essa vontade é quase sempre reprimida pela teia de relações que estabelecemos em sociedade.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O pai toma uma atitude que vai de encontro aos padrões sociais e que provoca a reação e a especulação por parte de muitos setores (parentes, vizinhos, amigos, religiosos, autoridades, jornalistas), já que, na maioria das vezes, não estamos preparados para aceitar aquilo com que não nos identificamos. Durante boa parte da história todos buscam uma explicação para a atitude tomada pelo pai, pois ele não deu nenhuma justificativa para o ato praticado.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nada é explícito, fato que não dá ao leitor certeza alguma e que o leva a refletir sobre o que está ocorrendo na ficção e a buscar explicações através de sua própria experiência de vida. A leitura do conto se dá sem que o leitor possa “pisar em terra firme,” e isso possibilita e até mesmo induz à reflexão e à busca por um sentido, percorrendo o caminho do invisível, do inexplicável e do desconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A aflição e o sem-chão da família, que questiona o pai, mas ao mesmo tempo o respeita imaginando haver uma grave explicação para tal comportamento, são compartilhados pelo leitor. Muitas podem ser as interpretações para a trama.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma delas remete ao fato de estarmos buscando, em quase tudo o que fazemos, dar um sentido para a vida, que, em muitos momentos, nos parece infundada e opaca. Um homem que abre mão de tudo para se isolar da sociedade desperdiça a sua vida? E o que dizer de muitos outros homens que vivem perfeitamente em sociedade sem se dar conta do seu verdadeiro papel e do seu valor dentro dela?&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O filho, por exemplo, que passa os seus dias tentando entender o pai, também pouco faz da vida, mesmo não estando dentro do rio numa canoa. Pode-se questionar, desta forma, muitos aspectos do mundo moderno que nos levam a viver de forma mecânica e sem avaliar o esforço que fazemos para nos adequar a certos aspectos encarados como absolutamente normais. O conceito de loucura, rejeitado pela família, é colocado em xeque.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A história não se completa, não termina, não tem uma explicação. Isso não é uma falha, mas sim um recurso excelente. O texto termina num ponto em que nada é definido, e as águas do rio continuam a correr, num ir e vir ao mesmo tempo contínuo e imprevisível, tal como a vida que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LITERATURA COM “L” MAIÚSCULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo que foi analisado, podemos depreender que no conto “A Terceira Margem do Rio” há uma utilização especial das palavras e da linguagem, de modo a provocar no leitor a percepção de que se está em contato com um tipo de texto que difere de uma linguagem técnica ou publicitária, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O estranhamento, que é inerente ao conto, não é causado por um simples jogo de palavras. Trata-se de uma tratamento especial que não acontece por acaso, mas é fruto de um trabalho específico e rigoroso que busca uma maior expressividade que possibilite à obra literária obter um efeito de encantamento sobre o leitor.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, para que seja atribuído ao conto um alto valor literário, é preciso que o leitor tenha interesse na obra, em compreender os seus mecanismos de construção e os recursos utilizados, além de ser necessária uma certa “bagagem” intelectual e uma sensibilidade que possibilite a captação dos sentidos que fogem ao entendimento literal das expressões utilizadas.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dos aspectos que atribui a um texto uma classificação de literatura com “L” maiúsculo é essa condição de ser criado com a intenção clara de se obter um resultado lírico-expressivo que não seja direto, transparente, mas que exija do leitor um esforço de interpretação e que consiga alcançar, em alto nível, uma avaliação positiva.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Certamente, essa avaliação vai estar diretamente relacionada à sua adequação às características literárias valorizadas na época e na sociedade à qual ele pertença ou ao fato de apresentar traços inovadores que surpreendam os leitores e a crítica especializada. &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O texto de Guimarães Rosa é repleto dessas qualidades. Isso pode ser medido pela quantidade de leituras e estudos acerca dos seus muitos possíveis sentidos, que ocorrem desde a época da sua primeira publicação até os dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos &amp;amp; COVIZZI, Lenira Marques. João Guimarães Rosa: homem plural, escritor singular. São Paulo : Atual, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COVIZZI, Lenira Marques. O Insólito em Guimarães Rosa e Borges. São Paulo : Ática, 1978. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-9173855797352853287?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/9173855797352853287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=9173855797352853287&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/9173855797352853287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/9173855797352853287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/breve-analise-do-conto-terceira-margem.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-5060598151858378582</id><published>2011-05-18T11:46:00.000-07:00</published><updated>2011-05-18T12:00:18.017-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O TALISMÃ DO ESCRITOR&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Claudia Lage&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Aquilo a que a terminologia romântica chama gênio ou inspiração não é mais do que encontrar empiricamente o caminho, seguir o próprio olfato." Italo Calvino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É conhecido o episódio em que o jovem e autor estreante Italo Calvino abafou por anos em sua mente a voz que suplicava para ele escrever uma história maluca passada na Idade Média na qual um visconde era partido ao meio por uma bala de canhão e assim mesmo partido cada metade começava a vagar pelo mundo, cada uma com uma personalidade, uma parte boa, a outra má, e as duas insuportáveis. Calvino preferiu, ao invés de escrever essa história, ceder aos apelos de seu tempo e dos intelectuais da época, que saudavam e abriam generosamente espaço em periódicos e jornais a livros de teor político, de temática socialista. No meio literário, os romances chamados de neo-realistas, com temas e enredos voltados para a realidade social eram aplaudidos e exaltados, enquanto os que se desviavam de alguma forma desse caminho recebiam olhares tortos, críticas severas, ou, ainda pior, o silêncio. Eram vistos como ultrapassados, e, seus autores, alienados. Calvino publicou o livro com a temática exaltada pelos intelectuais contemporâneos esperando boa receptividade e elogios, mas a crítica positiva não foi unânime. No meio político, elogiaram o tema. Nas resenhas literárias, o consideraram importante para o debate das questões da época. No entanto, ninguém foi capaz de dizer que havia gostado do livro. Calvino começou inclusive a desconfiar de que ninguém tinha passado da terceira página. Foi um amigo, também escritor, distante da política e da academia, que veio em seu socorro. Após uma conversa angustiada, confessou a Calvino que achou seu livro monocórdio e chato. Apesar da temática, era pouco consistente e não parecia dizer muito ao que veio. Ao voltar para casa, Calvino, arrasado, escutou novamente a voz que invadia sua mente contando uma história de outros tempos, com personagens e situações que extrapolavam a realidade e a verossimilhança. Vencido, deixou-se enfim levar por essa voz, que, percebeu depois, não lhe era desconhecida, muito menos externa ao seu universo pessoal. Não lhe vinha do lado de fora, como as opiniões e os ditames dos intelectuais, políticos e acadêmicos de literatura da sua época. Vinha lá de dentro, de um lugar impreciso, mas firme em sua inquietude e maneira de mostrar e visualizar o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando parou de resistir a essa voz, Calvino foi tomado por um incessante fluxo criativo que resultou no romance O visconde partido ao meio, livro que lhe trouxe imensa satisfação pessoal. Durante o processo da escrita, ficou inteiramente entregue à voz interior e só a ela. Descobriu assim o seu caminho na literatura, o seu modo peculiar de ver o mundo e de dizê-lo. “Compreendi que a tarefa do escritor reside apenas em fazer o que sabe fazer: no caso do narrador, isso reside no narrar, no representar, no inventar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante toda a sua carreira, Calvino se lembrou desse fato do início de sua vida literária como um precioso talismã. Graças a essa lembrança nunca perdeu a confiança em sua intuição criativa, que muitas vezes lhe levava a escrever histórias que iam na direção totalmente oposta à eleita tanto pelo mercado quanto pela crítica literária. “Há muitos anos parei de estabelecer preceitos sobre como se deveria escrever: de que adianta pregar certo tipo de literatura ou outro, se depois as coisas que se tem vontade de escrever são talvez totalmente diferentes? Levei algum tempo para entender que as intenções e opiniões não contam, conta o que alguém realiza”, disse o escritor anos depois, em uma entrevista, quando, apesar de ter seguido um caminho independente dos apelos e da crítica, já havia se tornado um escritor consagrado no mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De posse do seu talismã, Calvino ainda levou dez anos para se considerar, de fato, um escritor. “Necessitava de tempo para consolidar dentro de mim a voz que me lançava ao universo fantástico, enquanto, simultaneamente, era impelido cada vez mais a lidar com os aspectos da narrativa. Me sentia atraído, não pela ilusão criada pela arte literária, mas pelos artifícios criadores dessa ilusão.” Enquanto a maior parte dos escritores de seu tempo buscava escrever uma representação da realidade, Calvino se direcionava para o caminho oposto. Não queria passar a impressão de que, ao ler seus livros, lia-se a vida. Queria que se fosse lida a vida escrita. Queria a consciência de que se lia um livro, uma história de ficção erguida pelas palavras e pelo jogo literário. “Calvino jamais substituiu a literatura pela vida”, disse Berardinelli, autor dos principais textos críticos sobre Calvino. “Nele a literatura permanece lucidamente um espaço bem-delimitado, bidimensional, no qual pela arte podem ser criados efeitos perceptivos ilusionistas, terceiras e quartas dimensões e jogos de espelho, mas onde permanece inconcebível que se sofra, que sejamos condenados, tornemo-nos imbecis, loucos ou culpados.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calvino não queria que o leitor esquecesse que estava envolvido em um processo de leitura, do mesmo modo em que mantinha a auto-suficiência do universo criado. “Em momento nenhum negaria a literatura como um espaço de experiências. Mas, para mim, os conceitos de mundo escrito e mundo não-escrito são mais abrangentes do que a oposição geralmente estabelecida entre a realidade e a ficção.” O texto escrito, ou o mundo escrito, para Calvino, é um universo próprio, distinto, assim como o mundo não-escrito. Ambos se relacionam, mas não se espelham. Se fosse para estabelecer uma diferença entre eles não seria a questão da verossimilhança, mas a da forma. “Você sabe melhor do que ninguém, sábio Kublai, que jamais se deve confundir uma cidade com o discurso que a descreve. Contudo, existe uma ligação entre eles”, está dito em As cidades invisíveis. Ligação que promove movimento contínuo entre um mundo e outro, e não a busca comparativa de referências e identificações. Consciência em relação próprio trabalho criativo adquirida por meio de uma escuta permanente à sua voz interior, o que levou o escritor a um caminho singular e original na literatura. Visão exposta em um dos seus inúmeros ensaios literários, nos quais pensava intensamente sobre o ato de escrever: “A palavra associa o traço visível à coisa invisível, à coisa ausente, à coisa desejada ou temida, como uma frágil passarela improvisada sobre o abismo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Claudia Lage&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Claudia Lage é escritora. Autora do romance Mundos de Eufrásia, entre outros. Vive no Rio de Janeiro (RJ). - Artigo publicado originalmente no &lt;a href="http://rascunho.gazetadopovo.com.br/o-talisma-do-escritor/"&gt;http://rascunho.gazetadopovo.com.br/o-talisma-do-escritor/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5060598151858378582?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5060598151858378582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5060598151858378582&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5060598151858378582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5060598151858378582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/o-talisma-do-escritor-claudia-lage.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-666918283066259320</id><published>2011-05-16T06:54:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T07:00:19.904-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>POLÊMICA OU IGNORÂNCIA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCUSSÃO SOBRE LIVRO DIDÁTICO SÓ REVELA IGNORÂNCIA DA GRANDE IMPRENSA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leiam, através do link abaixo, texto do linguísta Marcos Bagno a respeito da "polêmica" sobre livro didático adotado pelo MEC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://marcosbagno.com.br/site/?page_id=745"&gt;http://marcosbagno.com.br/site/?page_id=745&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-666918283066259320?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/666918283066259320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=666918283066259320&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/666918283066259320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/666918283066259320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/polemica-ou-ignorancia-discussao-sobre.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-4998670806591369648</id><published>2011-05-15T10:53:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T10:54:13.848-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Debate sobre a literatura brasileira contemporânea.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale a pena assistir e se inteirar sobre os desdobramentos e reações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://blogdoims.uol.com.br/ims/ficcao-compadrio-e-as-tias-beatriz-rezende-e-alcir-pecora/"&gt;http://blogdoims.uol.com.br/ims/ficcao-compadrio-e-as-tias-beatriz-rezende-e-alcir-pecora/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-4998670806591369648?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/4998670806591369648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=4998670806591369648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4998670806591369648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4998670806591369648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/debate-sobre-literatura-brasileira.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-8793838861276077504</id><published>2011-05-11T10:34:00.000-07:00</published><updated>2011-05-11T10:35:45.315-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;“Cinema na Academia – Série música de filme” exibe “Em busca do Ouro”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Academia Brasileira de Letras promove a exibição do filme “Em busca do Ouro”, com direção de Charlie Chaplin, como parte da programação do “Cinema na Academia – Série música de filme”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a coordenação do Acadêmico e cineasta Nelson Pereira dos Santos, “Em busca do Ouro” será exibido no dia 13 de maio, sexta-feira, a partir das 18h30min, no Teatro R. Magalhães Jr..  Entrada franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinopse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Alasca, Carlitos (Charlie Chaplin) tenta a sorte como garimpeiro em meio a corrida do ouro de 1898. Lá ele conhece o gordo McKay (Mack Swaim), com quem cria bastante confusão após uma tempestade de neve, e se apaixona por uma dançarina (Georgia Hale).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trilha sonora: Charlie Chaplin e Max Terr&lt;br /&gt;Ano: 1925&lt;br /&gt;Duração: 95 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elenco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mack Swaim (Jim McKay) &lt;br /&gt;Tom Murray (Larsen) &lt;br /&gt;Henry Bergman (Hank Curtis) &lt;br /&gt;Malcolm Waite (Jack Cameron) &lt;br /&gt;Georgia Hale (Georgia)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-8793838861276077504?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/8793838861276077504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=8793838861276077504&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8793838861276077504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8793838861276077504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/cinema-na-academia-serie-musica-de.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-5658001828465224809</id><published>2011-05-10T03:46:00.001-07:00</published><updated>2011-05-10T03:50:18.650-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"PALAVRA &amp;amp; IMAGEM" - CENTRO CULTURAL DOS CORREIOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álbuns unindo artistas e escritores brasileiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aNQaPkdeiPM/TckXrtVNOrI/AAAAAAAAAUs/nfTXFXz3Yw8/s1600/O_Breve_Momento.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 266px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605037250909649586" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-aNQaPkdeiPM/TckXrtVNOrI/AAAAAAAAAUs/nfTXFXz3Yw8/s400/O_Breve_Momento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem perderia um encontro entre Siron Franco e Manuel de Barros? É possível imaginar o resultado de um livro em que Vinicius de Moraes e Carlos Leão são os autores? E manuscritos de Paulo Coelho ilustrados por sua mulher, Cristina Oiticica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esses belos exemplos e mais sete encontros imperdíveis estão na mostra “Palavra e Imagem”, que o Centro Cultural Correios apresenta a partir de 13 de abril. Os manuscritos pertencem ao acervo da Lithos Edições de Arte e foram produzidos ao longo dos últimos 35 anos. São serigrafias, numeradas e assinadas, com imagens e textos de nomes como, Carlos Drummond de Andrade e Enrico Bianco, Marly de Oliveira e Carlos Scliar. Essas junções não obedeceram ao tradicional trabalho de ilustração sobre uma obra literária, com exceção de Carybé e Jorge Amado no álbum “O compadre de Ogun”. Prevaleceu a inspiração sobre um tema no caso de Armando Freitas filho e as seis gravuras de Anna Letycia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exposição apresenta obras para todos os gostos, como o curioso Cahier d’ Artiste, único caso da mostra em que texto e litografias são da mesma pessoa, o consagrado Rubens Gerchman, egresso da chamada geração 80. Ainda como curiosidades, a reunião de ditos populares, reunidos por Álvaro Vale e casados aos desenhos de Romanelli. Esse álbum, em especial, apresenta uma característica única: os textos foram vertidos para o japonês e a série de apenas sete exemplares, foi oferecida ao então Imperador Hiroito, em sua passagem pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público vai contar, ainda, com a representativa obra “Dez Visões Rupestres”, recriação que Siron Franco produziu junto ao texto de Ferreira Gullar. O artista se inspirou em inscrições pré-históricas gravadas em rocha no Brasil central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abertura: 13 de abril, às 19h&lt;br /&gt;Período: 14/04/2011 até 22/05/2011&lt;br /&gt;Visitação: de terça a domingo, das 12h às 19h (entrada franca)&lt;br /&gt;Local: CENTRO CULTURAL CORREIOS: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro&lt;br /&gt;Rio de Janeiro/RJ – Tel.: (21) 2253-1580&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5658001828465224809?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5658001828465224809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5658001828465224809&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5658001828465224809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5658001828465224809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/palavra-imagem-centro-cultural-dos.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-aNQaPkdeiPM/TckXrtVNOrI/AAAAAAAAAUs/nfTXFXz3Yw8/s72-c/O_Breve_Momento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7150658780340803595</id><published>2011-05-06T06:24:00.000-07:00</published><updated>2011-05-06T06:26:36.818-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Reflexão n°.1&lt;br /&gt;(Murilo Mendes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém sonha duas vezes o mesmo sonho&lt;br /&gt;Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio&lt;br /&gt;Nem ama duas vezes a mesma mulher.&lt;br /&gt;Deus de onde tudo deriva&lt;br /&gt;E a circulação e o movimento infinito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não estamos habituados com o mundo&lt;br /&gt;Nascer é muito comprido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7150658780340803595?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7150658780340803595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7150658780340803595&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7150658780340803595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7150658780340803595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/reflexao-n.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-5651095072935951585</id><published>2011-05-06T05:34:00.001-07:00</published><updated>2011-05-06T05:36:10.366-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;POESIA – SESI RJ&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-umaMiOJ2EJg/TcPq9Xd99tI/AAAAAAAAAUk/ih_Ys-Oiik4/s1600/poesia%2Bno%2Bsesi%2Bbunner.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 279px; FLOAT: left; HEIGHT: 126px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603580701371659986" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-umaMiOJ2EJg/TcPq9Xd99tI/AAAAAAAAAUk/ih_Ys-Oiik4/s400/poesia%2Bno%2Bsesi%2Bbunner.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação de Maio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o mês de maio o Poesia no SESI-RJ vai homenagear o mineiro Murilo Mendes, pelos 110 anos de seu nascimento e comemorar o aniversário de 80 anos do poeta imortal da ABL Alberto da Costa e Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para homenagear Murilo Mendes, Claufe Rodrigues e Mônica Montone vão receber o poeta Pedro Lage e as irmãs Leila Barbosa e Marisa Timponi, grandes conhecedoras da obra e vida do poeta Murilo Mendes e fundadoras do Centro de Estudos Murilo Mendes, que em 2004 se transformou no Museu de Arte Murilo Mendes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na celebração dos 80 anos de Alberto da Costa e Silva, o próprio Alberto, acompanhado de seu amigo e também imortal, o poeta Lêdo Ivo, estarão presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poesia no SESI-RJ acontece quinzenalmente, às sextas-feiras, ao meio dia, no Teatro do SESI (av. Graça Aranha nº1) e a entrada é franca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;06/05 Leila Barbosa e Marisa Timponi + Pedro Lage.&lt;br /&gt;20/05 Alberto da Costa e Silva + Lêdo Ivo. &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5651095072935951585?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5651095072935951585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5651095072935951585&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5651095072935951585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5651095072935951585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/poesia-sesi-rj-programacao-de-maio.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-umaMiOJ2EJg/TcPq9Xd99tI/AAAAAAAAAUk/ih_Ys-Oiik4/s72-c/poesia%2Bno%2Bsesi%2Bbunner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6836833116395156610</id><published>2011-05-04T03:53:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T03:55:29.605-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Filosofia do Rock - CCBB RIO DE JANEIRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cássia Eller, o rock nacional e a filosofia da voz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 11 de Maio&lt;br /&gt;Local: Sala 26 – 4º andar CCBB RJ&lt;br /&gt;Horário: Quarta, às 18h30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensalmente até novembro, diálogos entre a filósofa Márcia Tiburi e músicos convidados, sobre temas do rock e da filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrindo o projeto Zélia Duncan é a convidada e o tema é Cássia Eller, o Rock Nacional – A Filosofia da Voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENDEREÇO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rua Primeiro de Março, 66 - Centro&lt;br /&gt;Recepção/Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h Telefone: (21) 3808-2020&lt;br /&gt;Entrada Franca Senhas distribuídas uma hora antes do evento&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6836833116395156610?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6836833116395156610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6836833116395156610&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6836833116395156610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6836833116395156610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/05/filosofia-do-rock-ccbb-rio-de-janeiro.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6304287666582306893</id><published>2011-04-29T11:10:00.001-07:00</published><updated>2011-05-09T04:38:17.964-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O que eu percebo no outro&lt;br /&gt;(Robson Ribeiro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu percebo&lt;br /&gt;no outro &lt;br /&gt;raramente&lt;br /&gt;provoca&lt;br /&gt;o parar do&lt;br /&gt;tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto&lt;br /&gt;com dois passos&lt;br /&gt;ao sair de um&lt;br /&gt;momento para&lt;br /&gt;o outro&lt;br /&gt;tudo pode&lt;br /&gt;parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz mais viva&lt;br /&gt;emudece&lt;br /&gt;o grito&lt;br /&gt;mais alto&lt;br /&gt;adormece&lt;br /&gt;o mais sensato&lt;br /&gt;de mim vem&lt;br /&gt;abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao levantar&lt;br /&gt;dos olhos&lt;br /&gt;desconheço o dia&lt;br /&gt;e a imagem&lt;br /&gt;now&lt;br /&gt;num espelho&lt;br /&gt;nunca&lt;br /&gt;antes&lt;br /&gt;navegado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6304287666582306893?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6304287666582306893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6304287666582306893&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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ida.&lt;br /&gt;A gente nasce cresce amadurece envelhece&lt;br /&gt;e morre.&lt;br /&gt;Pra não morrer tem que amarrar o tempo&lt;br /&gt;no poste.&lt;br /&gt;Eis a ciência da poesia:&lt;br /&gt;Amarrar o tempo no poste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-867145138516212921?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/867145138516212921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=867145138516212921&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/867145138516212921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/867145138516212921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/04/o-tempo-manoel-de-barros-o-tempo-so.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-3728006589268859104</id><published>2011-04-17T06:43:00.000-07:00</published><updated>2011-04-17T07:07:41.296-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 7px; -webkit-border-vertical-spacing: 7px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span   &gt;A Terceira Margem do Rio&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span   &gt;&lt;b&gt;Guimarães Rosa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span  &gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Nosso pai era homem cumpridor, ordeiro, positivo; e sido assim desde mocinho e menino, pelo que testemunharam as diversas sensatas pessoas, quando indaguei a informação. Do que eu mesmo me alembro, ele não figurava mais estúrdio nem mais triste do que os outros, conhecidos nossos. Só quieto. Nossa mãe era quem regia, e que ralhava no diário com a gente — minha irmã, meu irmão e eu. Mas se deu que, certo dia, nosso pai mandou fazer para si uma canoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a sério. Encomendou a canoa especial, de pau de vinhático, pequena, mal com a tabuinha da popa, como para caber justo o remador. Mas teve de ser toda fabricada, escolhida forte e arqueada em rijo, própria para dever durar na água por uns vinte ou trinta anos. Nossa mãe jurou muito contra a idéia. Seria que, ele, que nessas artes não vadiava, se ia propor agora para pescarias e caçadas? Nosso pai nada não dizia. Nossa casa, no tempo, ainda era mais próxima do rio, obra de nem quarto de légua: o rio por aí se estendendo grande, fundo, calado que sempre. Largo, de não se poder ver a forma da outra beira. E esquecer não posso, do dia em que a canoa ficou pronta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez a alguma recomendação. Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: — "Cê vai, ocê fique, você nunca volte!" Nosso pai suspendeu a resposta. Espiou manso para mim, me acenando de vir também, por uns passos. Temi a ira de nossa mãe, mas obedeci, de vez de jeito. O rumo daquilo me animava, chega que um propósito perguntei: — "Pai, o senhor me leva junto, nessa sua canoa?" Ele só retornou o olhar em mim, e me botou a bênção, com gesto me mandando para trás. Fiz que vim, mas ainda virei, na grota do mato, para saber. Nosso pai entrou na canoa e desamarrou, pelo remar. E a canoa saiu se indo — a sombra dela por igual, feito um jacaré, comprida longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso pai não voltou. Ele não tinha ido a nenhuma parte. Só executava a invenção de se permanecer naqueles espaços do rio, de meio a meio, sempre dentro da canoa, para dela não saltar, nunca mais. A estranheza dessa verdade deu para. estarrecer de todo a gente. Aquilo que não havia, acontecia. Os parentes, vizinhos e conhecidos nossos, se reuniram, tomaram juntamente conselho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa mãe, vergonhosa, se portou com muita cordura; por isso, todos pensaram de nosso pai a razão em que não queriam falar: doideira. Só uns achavam o entanto de poder também ser pagamento de promessa; ou que, nosso pai, quem sabe, por escrúpulo de estar com alguma feia doença, que seja, a lepra, se desertava para outra sina de existir, perto e longe de sua família dele. As vozes das notícias se dando pelas certas pessoas — passadores, moradores das beiras, até do afastado da outra banda — descrevendo que nosso pai nunca se surgia a tomar terra, em ponto nem canto, de dia nem de noite, da forma como cursava no rio, solto solitariamente. Então, pois, nossa mãe e os aparentados nossos, assentaram: que o mantimento que tivesse, ocultado na canoa, se gastava; e, ele, ou desembarcava e viajava s'embora, para jamais, o que ao menos se condizia mais correto, ou se arrependia, por uma vez, para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que num engano. Eu mesmo cumpria de trazer para ele, cada dia, um tanto de comida furtada: a idéia que senti, logo na primeira noite, quando o pessoal nosso experimentou de acender fogueiras em beirada do rio, enquanto que, no alumiado delas, se rezava e se chamava. Depois, no seguinte, apareci, com rapadura, broa de pão, cacho de bananas. Enxerguei nosso pai, no enfim de uma hora, tão custosa para sobrevir: só assim, ele no ao-longe, sentado no fundo da canoa, suspendida no liso do rio. Me viu, não remou para cá, não fez sinal. Mostrei o de comer, depositei num oco de pedra do barranco, a salvo de bicho mexer e a seco de chuva e orvalho. Isso, que fiz, e refiz, sempre, tempos a fora. Surpresa que mais tarde tive: que nossa mãe sabia desse meu encargo, só se encobrindo de não saber; ela mesma deixava, facilitado, sobra de coisas, para o meu conseguir. Nossa mãe muito não se demonstrava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandou vir o tio nosso, irmão dela, para auxiliar na fazenda e nos negócios. Mandou vir o mestre, para nós, os meninos. Incumbiu ao padre que um dia se revestisse, em praia de margem, para esconjurar e clamar a nosso pai o 'dever de desistir da tristonha teima. De outra, por arranjo dela, para medo, vieram os dois soldados. Tudo o que não valeu de nada. Nosso pai passava ao largo, avistado ou diluso, cruzando na canoa, sem deixar ninguém se chegar à pega ou à fala. Mesmo quando foi, não faz muito, dos homens do jornal, que trouxeram a lancha e tencionavam tirar retrato dele, não venceram: nosso pai se desaparecia para a outra banda, aproava a canoa no brejão, de léguas, que há, por entre juncos e mato, e só ele conhecesse, a palmos, a escuridão, daquele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente teve de se acostumar com aquilo. Às penas, que, com aquilo, a gente mesmo nunca se acostumou, em si, na verdade. Tiro por mim, que, no que queria, e no que não queria, só com nosso pai me achava: assunto que jogava para trás meus pensamentos. O severo que era, de não se entender, de maneira nenhuma, como ele agüentava. De dia e de noite, com sol ou aguaceiros, calor, sereno, e nas friagens terríveis de meio-do-ano, sem arrumo, só com o chapéu velho na cabeça, por todas as semanas, e meses, e os anos — sem fazer conta do se-ir do viver. Não pojava em nenhuma das duas beiras, nem nas ilhas e croas do rio, não pisou mais em chão nem capim. Por certo, ao menos, que, para dormir seu tanto, ele fizesse amarração da canoa, em alguma ponta-de-ilha, no esconso. Mas não armava um foguinho em praia, nem dispunha de sua luz feita, nunca mais riscou um fósforo. O que consumia de comer, era só um quase; mesmo do que a gente depositava, no entre as raízes da gameleira, ou na lapinha de pedra do barranco, ele recolhia pouco, nem o bastável. Não adoecia? E a constante força dos braços, para ter tento na canoa, resistido, mesmo na demasia das enchentes, no subimento, aí quando no lanço da correnteza enorme do rio tudo rola o perigoso, aqueles corpos de bichos mortos e paus-de-árvore descendo — de espanto de esbarro. E nunca falou mais palavra, com pessoa alguma. Nós, também, não falávamos mais nele. Só se pensava. Não, de nosso pai não se podia ter esquecimento; e, se, por um pouco, a gente fazia que esquecia, era só para se despertar de novo, de repente, com a memória, no passo de outros sobressaltos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha irmã se casou; nossa mãe não quis festa. A gente imaginava nele, quando se comia uma comida mais gostosa; assim como, no gasalhado da noite, no desamparo dessas noites de muita chuva, fria, forte, nosso pai só com a mão e uma cabaça para ir esvaziando a canoa da água do temporal. Às vezes, algum conhecido nosso achava que eu ia ficando mais parecido com nosso pai. Mas eu sabia que ele agora virara cabeludo, barbudo, de unhas grandes, mal e magro, ficado preto de sol e dos pêlos, com o aspecto de bicho, conforme quase nu, mesmo dispondo das peças de roupas que a gente de tempos em tempos fornecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem queria saber de nós; não tinha afeto? Mas, por afeto mesmo, de respeito, sempre que às vezes me louvavam, por causa de algum meu bom procedimento, eu falava: — "Foi pai que um dia me ensinou a fazer assim..."; o que não era o certo, exato; mas, que era mentira por verdade. Sendo que, se ele não se lembrava mais, nem queria saber da gente, por que, então, não subia ou descia o rio, para outras paragens, longe, no não-encontrável? Só ele soubesse. Mas minha irmã teve menino, ela mesma entestou que queria mostrar para ele o neto. Viemos, todos, no barranco, foi num dia bonito, minha irmã de vestido branco, que tinha sido o do casamento, ela erguia nos braços a criancinha, o marido dela segurou, para defender os dois, o guarda-sol. A gente chamou, esperou. Nosso pai não apareceu. Minha irmã chorou, nós todos aí choramos, abraçados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha irmã se mudou, com o marido, para longe daqui. Meu irmão resolveu e se foi, para uma cidade. Os tempos mudavam, no devagar depressa dos tempos. Nossa mãe terminou indo também, de uma vez, residir com minha irmã, ela estava envelhecida. Eu fiquei aqui, de resto. Eu nunca podia querer me casar. Eu permaneci, com as bagagens da vida. Nosso pai carecia de mim, eu sei — na vagação, no rio no ermo — sem dar razão de seu feito. Seja que, quando eu quis mesmo saber, e firme indaguei, me diz-que-disseram: que constava que nosso pai, alguma vez, tivesse revelado a explicação, ao homem que para ele aprontara a canoa. Mas, agora, esse homem já tinha morrido, ninguém soubesse, fizesse recordação, de nada mais. Só as falsas conversas, sem senso, como por ocasião, no começo, na vinda das primeiras cheias do rio, com chuvas que não estiavam, todos temeram o fim-do-mundo, diziam: que nosso pai fosse o avisado que nem Noé, que, por tanto, a canoa ele tinha antecipado; pois agora me entrelembro. Meu pai, eu não podia malsinar. E apontavam já em mim uns primeiros cabelos brancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou homem de tristes palavras. De que era que eu tinha tanta, tanta culpa? Se o meu pai, sempre fazendo ausência: e o rio-rio-rio, o rio — pondo perpétuo. Eu sofria já o começo de velhice — esta vida era só o demoramento. Eu mesmo tinha achaques, ânsias, cá de baixo, cansaços, perrenguice de reumatismo. E ele? Por quê? Devia de padecer demais. De tão idoso, não ia, mais dia menos dia, fraquejar do vigor, deixar que a canoa emborcasse, ou que bubuiasse sem pulso, na levada do rio, para se despenhar horas abaixo, em tororoma e no tombo da cachoeira, brava, com o fervimento e morte. Apertava o coração. Ele estava lá, sem a minha tranqüilidade. Sou o culpado do que nem sei, de dor em aberto, no meu foro. Soubesse — se as coisas fossem outras. E fui tomando idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem fazer véspera. Sou doido? Não. Na nossa casa, a palavra doido não se falava, nunca mais se falou, os anos todos, não se condenava ninguém de doido. Ninguém é doido. Ou, então, todos. Só fiz, que fui lá. Com um lenço, para o aceno ser mais. Eu estava muito no meu sentido. Esperei. Ao por fim, ele apareceu, aí e lá, o vulto. Estava ali, sentado à popa. Estava ali, de grito. Chamei, umas quantas vezes. E falei, o que me urgia, jurado e declarado, tive que reforçar a voz: — "Pai, o senhor está velho, já fez o seu tanto... Agora, o senhor vem, não carece mais... O senhor vem, e eu, agora mesmo, quando que seja, a ambas vontades, eu tomo o seu lugar, do senhor, na canoa!..." E, assim dizendo, meu coração bateu no compasso do mais certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele me escutou. Ficou em pé. Manejou remo n'água, proava para cá, concordado. E eu tremi, profundo, de repente: porque, antes, ele tinha levantado o braço e feito um saudar de gesto — o primeiro, depois de tamanhos anos decorridos! E eu não podia... Por pavor, arrepiados os cabelos, corri, fugi, me tirei de lá, num procedimento desatinado. Porquanto que ele me pareceu vir: da parte de além. E estou pedindo, pedindo, pedindo um perdão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofri o grave frio dos medos, adoeci. Sei que ninguém soube mais dele. Sou homem, depois desse falimento? Sou o que não foi, o que vai ficar calado. Sei que agora é tarde, e temo abreviar com a vida, nos rasos do mundo. Mas, então, ao menos, que, no artigo da morte, peguem em mim, e me depositem também numa canoinha de nada, nessa água que não pára, de longas beiras: e, eu, rio abaixo, rio a fora, rio a dentro — o rio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span  &gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3728006589268859104?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3728006589268859104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3728006589268859104&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3728006589268859104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3728006589268859104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/04/terceira-margem-do-rio-guimaraes-rosa.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-7916011531953136494</id><published>2011-04-05T04:29:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T04:42:45.269-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Revista Errática - Homenagem a Augusto de Campos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 14 de fevereiro de 2011, Augusto de Campos completou 80 anos. A revista Errática, que se orgulha de ter o poeta entre seus mais frequentes colaboradores, preparou uma comemoração multimidiática com vários artistas, que enviaram trabalhos realizados especialmente para essa homenagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ver em &lt;a href="http://www.erratica.com.br/opus/104/index.html#"&gt;http://www.erratica.com.br/opus/104/index.html#&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Destaque para o poema interativo feito por Adriana Calcanhoto: &lt;a href="http://www.erratica.com.br/opus/104/adriana.html"&gt;http://www.erratica.com.br/opus/104/adriana.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Visite também o site do poeta em &lt;a href="http://www2.uol.com.br/augustodecampos"&gt;http://www2.uol.com.br/augustodecampos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-7916011531953136494?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/7916011531953136494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=7916011531953136494&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7916011531953136494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/7916011531953136494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/04/revista-erratica-homenagem-augusto-de.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6358539475484188393</id><published>2011-03-31T12:25:00.000-07:00</published><updated>2011-03-31T12:32:47.650-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;ENCONTRO DE CRONÓPIOS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Leitura de contos, exibição de filmes e bate papo com realizadores, críticos, tradutores e público.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;De 5 a 10 de abril de 2011 – Terça a Domingo – 18h CAIXA Cultural – Cinema 2 – Av. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Almirante Barroso, 25 – Centro – RJ – &lt;a href="http://www.caixa.gov.br/caixacultural"&gt;www.caixa.gov.br/caixacultural&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Inteira R$ 4,00 – Meia &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;R$ 2,00 – Classificação indicativa: 16 anos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Maiores informações em &lt;a href="http://www.encontrodecronopios.com.br/"&gt;http://www.encontrodecronopios.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6358539475484188393?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6358539475484188393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6358539475484188393&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6358539475484188393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6358539475484188393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/encontro-de-cronopios-leitura-de-contos.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2797253248414578986</id><published>2011-03-30T04:41:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T04:42:53.458-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PRÊMIO OFF FLIP DE LITERATURA 2011 - REGULAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PRÊMIO OFF FLIP DE LITERATURA foi criado em 2006 como parte da programação literária da OFF FLIP e contempla dois gêneros literários: CONTO e POESIA. Poderão participar autores de qualquer nacionalidade residentes no Brasil, bem como autores de países lusófonos (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste) e brasileiros residentes no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSCRIÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições serão realizadas até o dia 30 de abril de 2011. Para os dois gêneros (CONTO e POESIA) há duas categorias: CATEGORIA NACIONAL- EXTERIOR e CATEGORIA LOCAL, sendo que os autores da categoria local – residentes em Paraty – também concorrerão na primeira categoria. Os textos devem ser inéditos em qualquer meio (impresso ou eletrônico) e escritos em língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema é livre e cada autor poderá enviar somente um texto por gênero literário, digitado em papel tamanho A4 e em apenas uma das faces do papel e com as seguintes características:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTO: Os autores deverão utilizar fonte Times New Roman tamanho 12, com espaçamento 1,5 entre as linhas e todas as margens medindo 3 cm. Os contos não poderão ultrapassar o limite de 4 (quatro) páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POESIA: Os autores poderão utilizar qualquer tipo de fonte, diagramação e espaçamento, desde que o texto não ultrapasse o limite de 2000 caracteres (sem considerar os espaços em branco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É obrigatório o uso de pseudônimo, que deverá constar ao final do texto. Os textos inscritos na CATEGORIA NACIONAL-EXTERIOR devem ser apresentados em 4 (quatro) vias e os inscritos na CATEGORIA LOCAL devem ser apresentados em 6 (seis) vias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá uma taxa de inscrição no valor de R$ 60,00 (sessenta reais) para cada gênero literário (CONTO e POESIA). Os autores que optarem por concorrer nos dois gêneros deverão fazer a sua inscrição de forma independente, em envelopes diferentes e fazendo separadamente o pagamento da taxa de inscrição correspondente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos deverão ser enviados em um envelope grande e lacrado, identificado na frente com o nome do Prêmio e o gênero escolhido (CONTO ou POESIA). Dentro deste envelope os concorrentes deverão enviar um envelope menor, também lacrado, identificado na parte externa com o título do trabalho e o pseudônimo utilizado. O envelope menor deverá conter o original do comprovante de depósito da taxa de inscrição e uma folha com os seguintes dados: nome completo do autor e pseudônimo utilizado, título do trabalho, gênero literário, data de nascimento, endereço completo, e-mail e telefone para contato e uma breve nota biográfica. Os textos deverão ser enviados para o seguinte endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRÊMIO OFF FLIP DE LITERATURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOTECA MUNICIPAL FABIO VILLABOIM&lt;br /&gt;Prédio da Antiga Cadeia s/nº – Largo de Santa Rita – Centro Histórico CEP 23970-000 - PARATY – RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições serão feitas somente pelo correio e para todos os efeitos será  considerada a data de postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pagamento da taxa de inscrição deverá ser feito mediante depósito na conta indicada abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SELO OFF FLIP&lt;br /&gt;BANCO DO BRASIL&lt;br /&gt;Agência: 2406-6 - Paraty&lt;br /&gt;Conta Corrente: 14.604-8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PREMIAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vencedores em cada gênero literário - CONTO e POESIA – serão contemplados com o que se segue, conforme a categoria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. CATEGORIA NACIONAL-EXTERIOR:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º lugar:&lt;br /&gt;• R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais)&lt;br /&gt;• estadia em Paraty entre 6 e 10 de julho de 2011 [com direito a acompanhante]&lt;br /&gt;• 10 (dez) livros do selo Record a serem escolhidos no site do Grupo Editorial Record&lt;br /&gt;• ingressos para mesas de debate da FLIP&lt;br /&gt;• passeio de escuna pela baía de Paraty&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º lugar:&lt;br /&gt;• R$ 1.700,00 (mil e setecentos reais)&lt;br /&gt;• estadia em Paraty entre 6 e 10 de julho de 2011 [com direito a acompanhante]&lt;br /&gt;• ingressos para mesas de debate da FLIP&lt;br /&gt;• passeio de escuna pela baía de Paraty&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º lugar:&lt;br /&gt;• R$ 1.200,00 (mil e duzentos reais)&lt;br /&gt;• estadia em Paraty entre 6 e 10 de julho de 2011 [com direito a acompanhante]&lt;br /&gt;• ingressos para mesas de debate da FLIP&lt;br /&gt;• passeio de escuna pela baía de Paraty&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. CATEGORIA LOCAL:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º lugar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• R$ 400,00 (quatrocentos reais)&lt;br /&gt;• 10 (dez) livros do selo Record a serem escolhidos no site do Grupo Editorial Record&lt;br /&gt;• ingressos para mesas de debate da FLIP&lt;br /&gt;• passeio de escuna pela baía de Paraty&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º lugar:&lt;br /&gt;• R$ 200,00 (duzentos reais)&lt;br /&gt;• ingressos para mesas de debate da FLIP&lt;br /&gt;• passeio de escuna pela baía de Paraty&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º lugar:&lt;br /&gt;• ingressos para mesas de debate da FLIP&lt;br /&gt;• passeio de escuna pela baía de Paraty&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. PUBLICAÇÃO DOS TEXTOS FINALISTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 30 textos (vencedores e finalistas) serão publicados em uma coletânea a ser lançada pelo Selo OFF FLIP em 2012. O ato da inscrição por parte dos autores implica em autorização para uma eventual publicação dos seus textos na referida coletânea, caso venham a ser declarados como vencedores ou finalistas. Fica autorizada, portanto, desde o momento da inscrição, a publicação dos textos na coletânea e os autores cedem os direitos autorais para esta edição específica (que terá tiragem de no máximo 500 exemplares, sem nenhum custo para os autores contemplados). Os direitos não são exclusivos e os autores ficarão livres para publicar esses textos onde desejarem após a divulgação do resultado do Prêmio. Cada autor receberá 10 (dez) exemplares da coletânea. Os demais exemplares serão distribuídos&lt;br /&gt;a entidades culturais e educacionais, podendo constituir material promocional ou de divulgação junto à imprensa cultural e parceiros do Prêmio ou mesmo serem comercializados, não cabendo em nenhum dos casos remuneração aos autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Outros itens poderão ser acrescidos à premiação, a critério dos organizadores do Prêmio e de eventuais parceiros ou patrocinadores [contatos nesse sentido podem ser feitos com a curadoria do Prêmio através do e-mail indicado abaixo].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMISSÃO JULGADORA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos inscritos na categoria nacional-exterior serão avaliados por escritores de expressão no cenário literário brasileiro e/ou por especialistas em literatura. Os textos inscritos na categoria local serão avaliados por pessoas de destaque no contexto artístico-cultural de Paraty. A critério dos organizadores, poderá haver uma fase de pré-seleção dos textos. A comissão é soberana em suas decisões, podendo inclusive decidir por não premiar os trabalhos inscritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESULTADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vencedores na categoria nacional-exterior serão comunicados até o dia 25 de junho para que possam ter sua hospedagem confirmada com antecedência. O resultado será divulgado à imprensa e estará disponível no site do Prêmio [www.premio-offflip.net] a partir do dia 30 de junho. A entrega do Prêmio acontecerá entre os dias 6 e 10 de julho, paralelamente à Festa Literária Internacional de Paraty. No mesmo dia da premiação será lançada a coletânea com os textos vencedores em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISPOSIÇÕES GERAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições implicam em plena concordância com os termos deste regulamento. Estão impedidas de concorrer pessoas diretamente envolvidas com a organização da OFF FLIP ou com a organização do Prêmio este ano. Os textos enviados não serão devolvidos e não haverá devolução da taxa de inscrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Biblioteca Municipal Fabio Villaboim também receberá livros das editoras parceiras. Os inscritos que não atenderem às especificações deste regulamento serão desclassificados. Os casos omissos serão resolvidos pela curadoria do Prêmio OFF FLIP de Literatura. Eventuais dúvidas podem ser encaminhadas por e-mail [premio.offflip@gmail.com].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paraty, 02 de março de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.premio-offflip.net/regulamento.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2797253248414578986?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2797253248414578986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2797253248414578986&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2797253248414578986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2797253248414578986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/premio-off-flip-de-literatura-2011_30.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-3948251951947723744</id><published>2011-03-29T10:10:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T10:19:14.164-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;“FERNANDO PESSOA, PLURAL COMO O UNIVERSO” &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5589550775040291170" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-LOuwr8ri5u8/TZIS0LBJMWI/AAAAAAAAAUc/35ljhJk9Nfg/s400/Fernando_Pessoa.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Exposição no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro mostra as facetas do poeta português, que foi capaz de inventar e se reinventar por meio de diversos personagens fictícios ao longo de seus 47 anos de vida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de levar mais de 190 mil pessoas ao Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, de agosto de 2010 a fevereiro de 2011, a obra de um dos maiores poetas da língua portuguesa do século XX será celebrada no Centro Cultural Correios, no Centro do Rio, entre os dias 25 de março e 22 de maio. Em “Fernando Pessoa, plural como o universo”, o público tem a oportunidade de conhecer, ou reconhecer, algumas de suas personas, que se revelam nos versos assinados por seus heterônimos – personagens-poetas com identidade própria – e por pessoa “Ele-mesmo”. Com curadoria de Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith e projeto cenográfico assinado por Helio Eichbauer, a exposição mostra toda a multiplicidade da obra de Pessoa e pretende conduzir o visitante a uma viagem sensorial pelo universo do poeta, fazendo-o ler, ver, sentir e ouvir a materialidade de suas palavras. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com realização da Fundação Roberto Marinho, a exposição apresenta a vida-obra do poeta por meio de diferentes suportes. Em seu percurso, o visitante vai viajar pelos versos de alguns de seus heterônimos mais conhecidos, como Alberto Caeiro, o “poeta da natureza”; Ricardo Reis, médico e discípulo de Caeiro; Álvaro de Campos, um engenheiro de educação inglesa e origem portuguesa; e Bernardo Soares, autor do Livro do Desassossego. Também são apresentados trechos de poemas assinados pelo próprio, por heterônimos menos conhecidos e algumas de suas personalidades literárias, como o Barão de Teive, o prosador suicida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O público terá ainda a oportunidade de ver algumas raridades, como a primeira edição do livro Mensagem, único publicado por ele em vida, e os dois números da revista Orpheu, um marco do modernismo em Portugal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Carlos Felipe Moisés, um dos curadores, não é necessário conhecer previamente a obra do poeta para visitar a exposição. “Nosso propósito básico é levar Fernando Pessoa à vida do cidadão que não o conhece, e que, portanto, encontrará uma linguagem acessível. E àqueles que já estão familiarizados com seus versos, que terão a chance de descobrir aspectos e conceitos novos”, afirma. Moisés acredita que basta conviver com a obra de Pessoa para entendê-la e diz que isso deve ser feito em etapas para melhor assimilá-la. “Nossa intenção é provocar o público, fazer com que as pessoas fiquem intrigadas, inquietas e voltem para perceber a exposição de outras formas”. Segundo o também curador Richard Zenith, “a ideia é que essa relação também se estenda para fora dos domínios do Centro Cultural e seja atraente para os mais diferentes públicos”. Zenith espera que o visitante saia de lá disposto a ler e pesquisar sobre o poeta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A exposição “Fernando Pessoa, plural como o universo” tem patrocínio da Rede Globo, do Itaú, do Banco Caixa Geral - Brasil e da Fundação Calouste Gulbenkian; apoio do Consulado Geral de Portugal, em São Paulo, da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, do Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro, do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, e do Ministério da Cultura por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura; e produção da Fazer Arte. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O percurso da exposição &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com projeto assinado pelo cenógrafo Hélio Eichbauer, a exposição tem como identidade visual o Mar – de Sagres e todos os outros – e os diferentes tons de azul da água e do céu, remetendo à época dos descobrimentos e das grandes conquistas de Portugal, inspirada no livro Mensagem. De acordo com Eichbauer, “a ideia é sugerir viagens mentais e espirituais, em torno das ruas de Lisboa, das aventuras dos heterônimos e de Pessoa”. O cenógrafo afirma que foi um grande desafio pensar numa exposição para ser lida, porém, acredita que conseguiu, junto com os curadores, criar um espaço para quem gosta de ler, capaz de celebrar a palavra escrita, falada, ouvida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em uma das salas, o visitante poderá entrar em cinco cabines onde são projetados trechos de poemas do próprio Fernando Pessoa e de seus heterônimos mais conhecidos: Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Bernardo Soares. A sexta cabine, chamada de “Eu sou muitos”, é dedicada a outras personalidades literárias criadas pelo poeta. Em outro espaço, o visitante entrará numa espécie de labirinto poético que mostra de forma lúdica e encantadora trechos de poesias e imagens de Fernando Pessoa, como forma de retratar suas várias personas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O público também vai ver algumas relíquias, como o primeiro e segundo exemplar da revista Orpheu; três exemplares da revista Athena; seis exemplares da Revista do Comércio e da Contabilidade; a série completa de A Revista, de 1931; algumas edições da revista Águia, onde Pessoa publicou seus primeiros artigos, e da revista Presença, sucessora da Orpheu. A primeira edição do livro Mensagem, único publicado por ele em vida, ainda poderá ser folheada virtualmente com a ajuda de um e-reader gigante, instalado em cima de uma grande mesa comunitária, onde também estão espalhadas publicações dedicadas a obra de Pessoa, em vários idiomas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda dentro da concepção de Helio Eichbauer, inspirada no lado místico de Pessoa, há um grande pêndulo representando o Tempo. Ao lado dele, trechos de poemas são projetados e apagados pelo mar em tanques virtuais de areia. Na parede ao fundo, dois vídeos são projetados, como se fossem duas janelas. O primeiro, produzido pelo documentarista Carlos Nader com roteiro do poeta Antônio Cícero, mostra pessoas, em meio a uma multidão, recitando Pessoa. O segundo mostra uma imagem do mar, sempre em movimento, tirada do emblemático filme “Limite” (1931), de Mario Peixoto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, o visitante poderá acompanhar a cronologia da vida-obra do poeta com a ajuda de imagens retiradas da recém-lançada fotobiografia produzida por Richard Zenith, um dos curadores. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Abertura:&lt;/strong&gt; 24 de março, às 19h (para convidados) Período: 25/03/2011 até 22/5/2011 &lt;strong&gt;Visitação:&lt;/strong&gt; de terça a domingo, das 12h às 19h (entrada franca) Local: CENTRO CULTURAL &lt;strong&gt;CORREIOS:&lt;/strong&gt; Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro Rio de Janeiro/RJ – Tel.: (21) 2253-1580 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3948251951947723744?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3948251951947723744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3948251951947723744&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3948251951947723744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3948251951947723744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/fernando-pessoa-plural-como-o-universo.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LOuwr8ri5u8/TZIS0LBJMWI/AAAAAAAAAUc/35ljhJk9Nfg/s72-c/Fernando_Pessoa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-8844857445153198942</id><published>2011-03-28T12:21:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T12:27:42.619-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É TUDO VERDADE - 2011&lt;br /&gt;16ª EDIÇÃO&lt;br /&gt;POESIA É VERDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Tudo Verdade é o principal evento dedicado exclusivamente à cultura do documentário na América do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado em 1996 pelo crítico Amir Labaki, o festival tem exibido anualmente cerca de uma centena de obras não-ficcionais brasileiras e internacionais, entre lançamentos e clássicos, simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 16ª edição acontecerá de 31 de março a 10 de abril de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O POESIA EM BLOG divulga aqui a programação da retrospectiva brasileira 2011, dedicada à poesia, chamada Poesia é Verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinze documentários, realizados entre 1948 e 2007, examinam a produção nacional dedicada a celebrar a vida e a obra de grandes poetas brasileiros. “Inspirado pelos escritos de Ana Cristina César, ela mesma homenageada por um documentário do ciclo, procurei destacar filmes que apostam ‘desafinar o coro’ e ‘repensar o impulso documentarista’”,afirma o crítico Amir Labaki, curador do ciclo e diretor do É Tudo Verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja os documentários que compõem a mostra e a programação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assaltaram a Gramática, de Ana Maria Magalhães (RJ, 13min). 1984 Antecipando a linguagem do videoclipe, traça-se o perfil dos poetas Paulo Leminsky, Chacal, Francisco Alvim e Waly Salomão, com participações de outros artistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramujo-Flor, de Joel Pizzini (SP, 21min). 1988 Através de uma colagem de fragmentos visuais e sonoros, produz-se uma imersão na poesia múltipla do poeta matogrossense Manoel de Barros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves (1847-1871), de Humberto Mauro (RJ, 22min). 1948 Vida e obra do poeta baiano, que desempenhou importante papel para a abolição da escravatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Sertão ao Beco da Lapa – E o Mundo de Oswald, de Rudá de Andrade (RJ, 20min). 1972. Rudá de Andrade reconstitui os anos paulistanos de formação de seu pai, Oswald de Andrade (1890-1954), a partir de imagens, textos e poemas do escritor modernista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hi-Fi, de Ivan Cardoso (RJ, 8min). 1999 O movimento concretista é revisitado por um de seus maiores nomes, Augusto de Campos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavra-dor, de Paulo Rufino e Ana Carolina (SP, 10min). 1968 Trechos do poema “Lavrador”, de Mário Chamie, intercalam uma narrativa poética sobre o sindicalismo rural no estado de São Paulo após o golpe militar de 1964.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Canto e a Fúria, de Zelito Viana (RJ, 55min). 1994 O autor do celebrado “Poema Sujo” (1975) comenta sua vida, seu engajamento político e lê alguns de seus trabalhos favoritos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Fazendeiro do Ar, de Fernando Sabino e David Neves (RJ, 10min). 1974 Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) se apresenta de corpo inteiro, por ele mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Guesa, de Sérgio Santeiro (RJ, 20min). 1969 Examina a figura do poeta romântico maranhense Sousândrade (1833- 1902).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poeta do Castelo, de Joaquim Pedro de Andrade (RJ, 11min). 1959 Na rotina simples e solitária de Manuel Bandeira, exprime-se a essência de sua poesia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pan-Cinema Permanente, de Carlos Nader (SP, 83min). 2007 Retrato sem retoques do poeta e compositor baiano Waly Salomão, grande vencedor da competição brasileira do É Tudo Verdade 2007.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Poesia é Uma ou Duas Linhas e Por Trás Uma Imensa Paisagem, de João Moreira Salles (Brasil/França, 9min). 1990 Uma homenagem à poeta Ana Cristina César, através da evocação de trechos de seus poemas e dos autores que admirava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recife/Sevilha, João Cabral de Melo Neto, de Bebeto Abrantes (RJ, 56min). 2003 Viagem poética pelas duas cidades de referência do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Outra Cidade, de Ugo Giorgetti (SP, 56min). 2000 Roberto Piva, Cláudio Willer, Jorge Mautner, Rodrigo de Haro e Antônio Fernando de Franceschi compartilham suas visões da São Paulo dos anos 50 e 60.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinicius, de Miguel Faria Jr. (RJ, 122min). 2005 As muitas faces do poeta e compositor Vinicius de Moraes são reveladas por entrevistas e diversas imagens de arquivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação - Rio de Janeiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Moreira Salles - IMS - RJ - Rua Marquês de São Vicente, 476 - Gávea - Telefone 3284-7400&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02/04 sábado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h00 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hi-Fi/ IVAN CARDOSO / BRASIL / 8min / 35mm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Outra Cidade / Another City / UGO GIORGETTI / BRASIL / 56min / vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poesia é uma ou Duas Linhas e por trás uma Imensa Paisagem / JOÃO MOREIRA SALLES / FRANÇA, BRASIL / 9min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assaltaram a Gramática / ANA MARIA MAGALHÃES / BRASIL / 13min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pan-Cinema Permanente / CARLOS NADER / BRASIL / 83min / digital &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03/04 domingo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Canto e a Fúria / The Song and the Fury / ZELITO VIANA / BRASIL / 55min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavra-dor / PAULO RUFINO, ANA CAROLINA / BRASIL / 10min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05/04 terça-feira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h00 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinícius / MIGUEL FARIA JR. / BRASIL / 110min / 35mm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fazendeiro do Ar / FERNANDO SABINO, DAVID NEVES / BRASIL / 10min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recife / Sevilha, João Cabral de Melo Neto / BEBETO ABRANTES / BRASIl / 56min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramujo-Flor / JOEL PIZZINI / BRASIL / 21min / 35mm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06/04 quarta-feira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poesia é uma ou Duas Linhas e por trás uma Imensa Paisagem / JOÃO MOREIRA SALLES / FRANÇA, BRASIL / 9min / vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assaltaram a Gramática / ANA MARIA MAGALHÃES / BRASIL / 13min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pan-Cinema Permanente / CARLOS NADER / BRASIL / 83min / digital &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinícius / MIGUEL FARIA JR. / BRASIL / 110min / 35mm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07/04 quinta-feira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hi-Fi / IVAN CARDOSO / BRASIL / 8min / 35mm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Outra Cidade / Another City / UGO GIORGETTI / BRASIL / 56min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debate Poesia É Verdade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação: Walter Carvalho e Joel Pizzini &lt;br /&gt;Mediação: Carlos Alberto Mattos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves (1847 – 1871) / Castro Alves (1847 – 1871) / HUMBERTO MAURO / BRASIL / 22min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Sertão ao Beco da Lapa - E o Mundo de Oswald / RUDÁ DE ANDRADE / BRASIL / 20min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Guesa / SÉRGIO SANTEIRO / BRASIL / 20min / 35mm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta do Castelo / JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE / BRASIL/ 11min / 35mm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08/04 sexta-feira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Canto e a Fúria / ZELITO VIANA / BRASIL / 55min / vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavra-dor / PAULO RUFINO, ANA CAROLINA / BRASIL / 10min / vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09/04 sábado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fazendeiro do Ar / FERNANDO SABINO, DAVID NEVES / BRASIL / 10min / vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recife / Sevilha, João Cabral de Melo Neto / BEBETO ABRANTES / BRASIl / 56min / vídeo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramujo-Flor / JOEL PIZZINI / BRASIL / 21min / 35mm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves (1847 – 1871) / HUMBERTO MAURO / BRASIL / 22min / vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Sertão ao Beco da Lapa - E o Mundo de Oswald / RUDÁ DE ANDRADE / BRASIL / 20min / vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Guesa / SÉRGIO SANTEIRO / BRASIL / 20min / 35mm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta do Castelo / JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE / BRASIL/ 11min / 35mm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTRADA GRATUITA!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação completa do Festival pode ser acessada através do http://itsalltrue.com.br/2011/home.asp?lng=&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-8844857445153198942?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/8844857445153198942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=8844857445153198942&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8844857445153198942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/8844857445153198942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/e-tudo-verdade-2011-16-edicao-poesia-e_28.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-5586167080731404920</id><published>2011-03-28T09:40:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T11:46:41.374-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;É TUDO VERDADE - 2011&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;16ª EDIÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;POESIA É VERDADE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;É Tudo Verdade é o principal evento dedicado exclusivamente à cultura do documentário na América do Sul.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Criado em 1996 pelo crítico Amir Labaki, o festival tem exibido anualmente cerca de uma centena de obras não-ficcionais brasileiras e internacionais, entre lançamentos e clássicos, simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;A 16ª edição acontecerá de 31 de março a 10 de abril de 2011.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;O POESIA EM BLOG divulga aqui a programação da retrospectiva brasileira 2011, dedicada à poesia, chamada &lt;strong&gt;Poesia é Verdade&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Quinze documentários, realizados entre 1948 e 2007, examinam a produção nacional dedicada a celebrar a vida e a obra de grandes poetas brasileiros. “Inspirado pelos escritos de Ana Cristina César, ela mesma homenageada por um documentário do ciclo, procurei destacar filmes que apostam ‘desafinar o coro’ e ‘repensar o impulso documentarista’”,afirma o crítico Amir Labaki, curador do ciclo e diretor do É Tudo Verdade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;Veja os documentários que compõem a mostra e a programação:&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Assaltaram a Gramática&lt;/strong&gt;, de Ana Maria Magalhães (RJ, 13min). 1984 Antecipando a linguagem do videoclipe, traça-se o perfil dos poetas Paulo Leminsky, Chacal, Francisco Alvim e Waly Salomão, com participações de outros artistas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Caramujo-Flor&lt;/strong&gt;, de Joel Pizzini (SP, 21min). 1988 Através de uma colagem de fragmentos visuais e sonoros, produz-se uma imersão na poesia múltipla do poeta matogrossense Manoel de Barros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Castro Alves (1847-1871),&lt;/strong&gt; de Humberto Mauro (RJ, 22min). 1948 Vida e obra do poeta baiano, que desempenhou importante papel para a abolição da escravatura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Do Sertão ao Beco da Lapa&lt;/strong&gt; – E o Mundo de Oswald, de Rudá de Andrade (RJ, 20min). 1972. Rudá de Andrade reconstitui os anos paulistanos de formação de seu pai, Oswald de Andrade (1890-1954), a partir de imagens, textos e poemas do escritor modernista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Hi-Fi&lt;/strong&gt;, de Ivan Cardoso (RJ, 8min). 1999 O movimento concretista é revisitado por um de seus maiores nomes, Augusto de Campos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Lavra-dor&lt;/strong&gt;, de Paulo Rufino e Ana Carolina (SP, 10min). 1968 Trechos do poema “Lavrador”, de Mário Chamie, intercalam uma narrativa poética sobre o sindicalismo rural no estado de São Paulo após o golpe militar de 1964.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;O Canto e a Fúria&lt;/strong&gt;, de Zelito Viana (RJ, 55min). 1994 O autor do celebrado “Poema Sujo” (1975) comenta sua vida, seu engajamento político e lê alguns de seus trabalhos favoritos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Fazendeiro do Ar&lt;/strong&gt;, de Fernando Sabino e David Neves (RJ, 10min). 1974 Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) se apresenta de corpo inteiro, por ele mesmo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Guesa&lt;/strong&gt;, de Sérgio Santeiro (RJ, 20min). 1969 Examina a figura do poeta romântico maranhense Sousândrade (1833- 1902).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Poeta do Castelo&lt;/strong&gt;, de Joaquim Pedro de Andrade (RJ, 11min). 1959 Na rotina simples e solitária de Manuel Bandeira, exprime-se a essência de sua poesia. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pan-Cinema Permanente&lt;/strong&gt;, de Carlos Nader (SP, 83min). 2007 Retrato sem retoques do poeta e compositor baiano Waly Salomão, grande vencedor da competição brasileira do É Tudo Verdade 2007. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Poesia é Uma ou Duas Linhas e Por Trás Uma Imensa Paisagem&lt;/strong&gt;, de João Moreira Salles (Brasil/França, 9min). 1990 Uma homenagem à poeta Ana Cristina César, através da evocação de trechos de seus poemas e dos autores que admirava.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Recife/Sevilha&lt;/strong&gt;, João Cabral de Melo Neto, de Bebeto Abrantes (RJ, 56min). 2003 Viagem poética pelas duas cidades de referência do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uma Outra Cidade&lt;/strong&gt;, de Ugo Giorgetti (SP, 56min). 2000 Roberto Piva, Cláudio Willer, Jorge Mautner, Rodrigo de Haro e Antônio Fernando de Franceschi compartilham suas visões da São Paulo dos anos 50 e 60.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vinicius&lt;/strong&gt;, de Miguel Faria Jr. (RJ, 122min). 2005 As muitas faces do poeta e compositor Vinicius de Moraes são reveladas por entrevistas e diversas imagens de arquivo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Programação - Rio de Janeiro:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Instituto Moreira Salles - IMS - RJ - &lt;/strong&gt;Rua Marquês de São Vicente, 476 - Gávea - Telefone 3284-7400&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;02/04 sábado &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;14h00 &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Hi-Fi/ IVAN CARDOSO / BRASIL / 8min / 35mm &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uma Outra Cidade / Another City / UGO GIORGETTI / BRASIL / 56min / vídeo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;18h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Poesia é uma ou Duas Linhas e por trás uma Imensa Paisagem / JOÃO MOREIRA SALLES / FRANÇA, BRASIL / 9min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Assaltaram a Gramática / ANA MARIA MAGALHÃES / BRASIL / 13min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Pan-Cinema Permanente / CARLOS NADER / BRASIL / 83min / digital &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;03/04 domingo&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;14h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O Canto e a Fúria / The Song and the Fury / ZELITO VIANA / BRASIL / 55min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Lavra-dor / PAULO RUFINO, ANA CAROLINA / BRASIL / 10min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;05/04 terça-feira &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;14h00 &lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Vinícius / MIGUEL FARIA JR. / BRASIL / 110min / 35mm &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;18h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O Fazendeiro do Ar / FERNANDO SABINO, DAVID NEVES / BRASIL / 10min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Recife / Sevilha, João Cabral de Melo Neto / BEBETO ABRANTES / BRASIl / 56min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Caramujo-Flor / JOEL PIZZINI / BRASIL / 21min / 35mm &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;06/04 quarta-feira &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;14h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Poesia é uma ou Duas Linhas e por trás uma Imensa Paisagem / JOÃO MOREIRA SALLES / FRANÇA, BRASIL / 9min / vídeo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Assaltaram a Gramática / ANA MARIA MAGALHÃES / BRASIL / 13min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Pan-Cinema Permanente / CARLOS NADER / BRASIL / 83min / digital &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;18h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Vinícius / MIGUEL FARIA JR. / BRASIL / 110min / 35mm &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;07/04 quinta-feira&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;14h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Hi-Fi / IVAN CARDOSO / BRASIL / 8min / 35mm &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Uma Outra Cidade / Another City / UGO GIORGETTI / BRASIL / 56min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;16h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Debate Poesia É Verdade &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Participação: Walter Carvalho e Joel Pizzini &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mediação: Carlos Alberto Mattos &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;18h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Castro Alves (1847 – 1871) / Castro Alves (1847 – 1871) / HUMBERTO MAURO / BRASIL / 22min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Do Sertão ao Beco da Lapa - E o Mundo de Oswald / RUDÁ DE ANDRADE / BRASIL / 20min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O Guesa / SÉRGIO SANTEIRO / BRASIL / 20min / 35mm&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O poeta do Castelo / JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE / BRASIL/ 11min / 35mm &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;08/04 sexta-feira&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;18h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O Canto e a Fúria / ZELITO VIANA / BRASIL / 55min / vídeo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Lavra-dor / PAULO RUFINO, ANA CAROLINA / BRASIL / 10min / vídeo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;09/04 sábado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;14h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O Fazendeiro do Ar / FERNANDO SABINO, DAVID NEVES / BRASIL / 10min / vídeo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Recife / Sevilha, João Cabral de Melo Neto / BEBETO ABRANTES / BRASIl / 56min / vídeo &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Caramujo-Flor / JOEL PIZZINI / BRASIL / 21min / 35mm&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;18h00&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Castro Alves (1847 – 1871) / HUMBERTO MAURO / BRASIL / 22min / vídeo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Do Sertão ao Beco da Lapa - E o Mundo de Oswald / RUDÁ DE ANDRADE / BRASIL / 20min / vídeo&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O Guesa / SÉRGIO SANTEIRO / BRASIL / 20min / 35mm&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O poeta do Castelo / JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE / BRASIL/ 11min / 35mm&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;ENTRADA GRATUITA!!!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;A programação completa do Festival pode ser acessada através do &lt;a href="http://itsalltrue.com.br/2011/home.asp?lng"&gt;http://itsalltrue.com.br/2011/home.asp?lng&lt;/a&gt;=&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-5586167080731404920?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/5586167080731404920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=5586167080731404920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5586167080731404920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/5586167080731404920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/e-tudo-verdade-2011-16-edicao-poesia-e.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-2015942963381976800</id><published>2011-03-25T12:34:00.000-07:00</published><updated>2011-03-25T12:38:40.404-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Rubens Gerchman - Gramática&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588104201708293810" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-nXFXqv_kTOk/TYzvKhawzrI/AAAAAAAAAUM/_kbAebpZms4/s400/P250311_1348%255B02%255D.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mUh-KVDqcLM/TYzuplHpuPI/AAAAAAAAAUE/uFl6Ew1CWjo/s1600/P250311_1348%255B02%255D.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-2015942963381976800?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/2015942963381976800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=2015942963381976800&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2015942963381976800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/2015942963381976800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/rubens-gerchman-gramatica.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nXFXqv_kTOk/TYzvKhawzrI/AAAAAAAAAUM/_kbAebpZms4/s72-c/P250311_1348%255B02%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-1021025183166105369</id><published>2011-03-24T09:51:00.000-07:00</published><updated>2011-03-24T10:20:19.445-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;8ª. EDIÇÃO DO CURTA NO ALMOÇO - CAIXA CULTURAL - RJ&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Treze curtas nacionais, em sessões de até 23 minutos, exibidos de terça a sexta na hora do almoço. Serão cinco animações e oito ficções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horários das sessões: 12h30, 13h e 13h30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lotação: 85 lugares, sendo dois para cadeirantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação: 16 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTRADA FRANCA! - A retirada dos ingressos começa 30 minutos antes de cada sessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dia 29 / Março - 12h30, 13h e 13h30&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Samba Morena&lt;/strong&gt;, de Cacinho - Animação - Livre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eletrotorpe&lt;/strong&gt;, de Nalu Béco e Yuri Amaral - Ficção - 16 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dia 30 / Março - 12h30, 13h e 13h30&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Três Minutos&lt;/strong&gt;, de Anna Luiza Azevedo - Ficção - 14 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Josué e o Pé de Macaxeira&lt;/strong&gt;, de Diogo Viegas - Animação - Livre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dia 31 / Março - 12h30, 13h e 13h30&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Filhos de Nelson&lt;/strong&gt;, de Marcelo Santiago - Ficção - 16 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dia 01 / Abril - 12h30, 13h e 13h30&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Viver Outra Vez&lt;/strong&gt;, de Thomas Edward Hale - Ficção - 12 anos &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Dia 05 / Abril - 12h30,  13h e 13h30&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Antes e Depois&lt;/strong&gt;, de Christian Caselli - Ficção - 16 anos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pimenta&lt;/strong&gt;, de Eduardo Mattos - Ficção - Livre&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Dia 06 / Abril - 12h30, 13h e 13h30&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Burrico e o Bem-te-vi&lt;/strong&gt;, de Maurício Squarisi - Animação - Livre&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um par a outro&lt;/strong&gt;, de Cecília Engels - Ficção - 16 anos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Dia 07 / Abril - 12h30, 13h e 13h30&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Volta do Trem da Onze&lt;/strong&gt;, de Cacinho - Animação -Livre&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dossiê Rê Barbosa&lt;/strong&gt;, de Cesar Cabral - animação - 14 anos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dia 08 / Abril - 12h30, 13h e 13h30&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Obra Prima&lt;/strong&gt;, de Andréa Midori Simão e Thiago Faelli - Ficção - 14 anos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Caixa Cultural Rio de Janeiro, Cinemas 1 e 2, Avenida Almirante Barroso, 25 - Centro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Telefone: (21) 2544-4080&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-1021025183166105369?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/1021025183166105369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=1021025183166105369&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1021025183166105369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/1021025183166105369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/8.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-4529817680708533684</id><published>2011-03-17T10:43:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T10:46:58.642-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Devenir, Devir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Waly Salomão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Término de leitura&lt;br /&gt;de um livro de poemas&lt;br /&gt;não pode ser o ponto final.&lt;br /&gt;Também não pode ser&lt;br /&gt;a pacatez burguesa do&lt;br /&gt;ponto seguimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meta desejável:&lt;br /&gt;alcançar o&lt;br /&gt;ponto de ebulição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morro e transformo-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor, eu te reproponho&lt;br /&gt;a legenda de Goethe:&lt;br /&gt;Morre e devém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morre e transforma-te.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-4529817680708533684?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/4529817680708533684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=4529817680708533684&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4529817680708533684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/4529817680708533684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/devenir-devir-waly-salomao-termino-de.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-3975899945682977506</id><published>2011-03-16T04:37:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T04:39:12.506-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Era pra ser só seu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas quase tudo caminha&lt;br /&gt;sem pedir licença&lt;br /&gt;e me arrasta para além&lt;br /&gt;da imagem refletida&lt;br /&gt;no espelho de nós dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Robson Ribeiro)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-3975899945682977506?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/3975899945682977506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=3975899945682977506&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3975899945682977506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/3975899945682977506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/era-pra-ser-so-seu-mas-quase-tudo.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-gSCAhVtyJRg/TW07q68GJtI/AAAAAAAAATc/6X88c4W7arY/s220/DSC01543.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4151841895571866958.post-6826608804078166866</id><published>2011-03-15T08:54:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T09:25:05.351-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;RECOMENDO!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XVmKVx9x-ZE/TX-M_FsQnpI/AAAAAAAAAT8/-nA2FfT0PRo/s1600/lope.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 282px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584337078450167442" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-XVmKVx9x-ZE/TX-M_FsQnpI/AAAAAAAAAT8/-nA2FfT0PRo/s400/lope.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O filme é baseado na vida do dramartugo espanhol Félix Lope de Vega*. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;Embora a trama não seja o retrato fiel da realidade, trata-se de uma bela obra, envolvente e cheia de poesia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É dirigido pelo brasileiro Andrucha Waddington, com participações de Sonia Braga e Selton Melo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Vale o ingresso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9lix_Lope_de_Vega"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9lix_Lope_de_Vega&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4151841895571866958-6826608804078166866?l=poesiaemblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/feeds/6826608804078166866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4151841895571866958&amp;postID=6826608804078166866&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6826608804078166866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4151841895571866958/posts/default/6826608804078166866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://poesiaemblog.blogspot.com/2011/03/recomendo-o-filme-e-baseado-na-vida-do.html' title=''/><author><name>Robson Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16522788318820068319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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